01877nam a2200169 4500001000700000100004100007101000800048200014800056210002500204215002000229300023500249330112000484606003001604606002701634606000901661700003701670396159 a20210413d2020 y0pory50 ba apor aInteligência artificial e responsabilidade civilbRecurso eletrónicoeà luz do quadro normativo vigentefAna Beatriz de Almeida Simões aLisboac[s.n.]d2020 a1 CD-ROMd12 cm aTese de Mestrado Forense, apresentada à Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa, sob a orientação de Ana Filipa Morais Antunes. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 1,04 MB em formato PDF (60 p.). aOs vislumbres da ficção científica, que há décadas fazem parte do nosso quotidiano, ainda que limitados às telas cinematográficas, converteram-se em realidade, ou melhor dizendo, aquilo que em tempos era uma ilusão futura, criada pela imaginação da mente humana, hodiernamente afigura-se surpreendentemente real. A Inteligência Artificial (IA) cuja definição não se encontra plasmada mas que, na gíria informática, se carateriza como a ciência e engenharia de criar máquinas inteligentes, está presente no nosso quotidiano e nas atividades mais básicas, como seja no corretor ortográfico de softwares de texto, nas recomendações personalizadas de filmes do Netflix, mas está igualmente nas mais complexas, como na atividade de condução. Assim, embora chamando à colação o ditado: “mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”, consideramos que o regime da responsabilidade civil, tal como configurado, revela-se capaz o suficiente para resposta à questão de saber quem, e em que medida, deve ressarcir os danos provocados por estes agentes autómatos. aINTELIGÊNCIA ARTIFICIAL aRESPONSABILIDADE CIVIL aTESE aSIMÕESbAna Beatriz de Almeida