02919nam a2200169 4500001000700000100004100007101000800048200019400056210002400250215002000274300028400294330207100578606001802649606003002667606000902697700004302706396146 a20210331d2019 y0pory50 ba apor aPode CEO significar criminalidade económica ocupacional? [Documento eletrónico]eum estudo sobre a relação entre o empreendedorismo e o desviofÂngela Maria Ramalho Capela Peixoto aPortoc[s.n.]d2019 a1 CD-ROMd12 cm aDissertação para a obtenção do grau de Mestre em Criminologia, apresentada à Faculdade de Direito da Universidade do Porto, tendo como orientador Pedro R. Almeida e coorientadora Rita Faria. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 3,19 MB em formato PDF (127 p.). aA presente dissertação pretendeu diferenciar empreendedores e não-empreendedores ao nível da personalidade e da tolerância a atitudes antiéticas no empreendedorismo, bem como explorar os preditores da tolerância a atitudes antiéticas. Em concreto, pretendeu perceber se empreendedores teriam padrões diferentes de personalidade do que não empreendedores (especialmente nos traços negros de personalidade), e se teriam mais tolerância a atitudes antiéticas no meio empreendedor. Também se explorou a influência dos diversos preditores (e.g. traços de personalidade e ser ou não empreendedor) na tolerância a atitudes antiéticas. Em termos conceptuais, o trabalho ambicionava estabelecer uma ponte entre a tolerância a atitudes antiéticas por parte dos empreendedores no meio empreendedor, e a possibilidade de expressão de comportamentos considerados como crimes de colarinho branco. Para cumprir os objetivos esta dissertação utilizou-se a metodologia quantitativa de recolha e análise de dados. Foram aplicados questionários que operacionalizavam os traços negros de personalidade (Dirty Dozen - Dark Triad); os Big Five (BFI-10 e NEO-FFI-20) e foi construída de raiz uma escala de tolerância a atitudes antiéticas no empreendedorismo (TUBE) e relativa à utilização de Initial Coin Offerings. Os questionários foram preenchidos por um total de 141 indivíduos, 49 dos quais empreendedores. Os principais resultados apontam os empreendedores como significativamente mais maquiavélicos que não-empreendedores e exibindo maior tolerância a comportamentos antiéticos no empreendedorismo. Num teste ad hoc dos preditores que poderiam influenciar a tolerância a atitudes antiéticas, verificou-se que 13,6% da tolerância a atitudes antiéticas pode ser explicada pelo Maquiavelismo e pelo facto de ser empreendedor. Os resultados desta dissertação, apesar de providenciarem algumas respostas, levantam ainda mais questões sobre as quais a investigação futura se deve debruçar. aMOEDA VIRTUAL aCRIME DE COLARINHO BRANCO aTESE aPEIXOTObÂngela Maria Ramalho Capela