01647nam a2200217 4500001000700000090001100007100004100018101000800059200009600067210002400163215002000187300028400207330065600491606003201147606003101179606002601210606001701236700004701253955001101300995011801311396095 a396095 a20210309d2014 y0pory50 ba apor aA usurpação da ciberidentidadebRecurso eletrónicofFlávio Manuel Carneiro da Silva aPortoc[s.n.]d2014 a1 CD-ROMd12 cm aDissertação de Mestrado na área de especialização em Direito Criminal, apresentada à Escola de Direito da Universidade Católica do Porto, tendo como orientador José M. Damião da Cunha. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 354 KB em formato PDF (57 p.). aEsta dissertação problematiza o fenómeno da usurpação da identidade virtual – ou ciberidentidade -, numa perspetiva jurídico-penal. Constatou-se que é fácil utilizar a identidade virtual de outra pessoa sem o seu consentimento, violando assim um direito fundamental, de carácter eminentemente pessoal. Perante a verificação que o Direito Penal não defende, de iure condendo, a ciberidentidade enquanto bem jurídico autónomo, apresentamos argumentos favoráveis e desfavoráveis à autonomização do crime de usurpação da ciberidentidade, culminando com uma proposta dogmática do (futuro?) tipo legal de crime. aFURTO DE IDENTIDADE9327417 aCRIME VIA INTERNET9322772 aDIREITO PENAL9224698 aTESE9334284 aSILVAbFlávio Manuel Carneiro da9305403 xOferta 104PJCD_318_00000000000000052022-06-066PJCD3189429072aPJcPJfPJ1CD318_57kPJCD318n2022-06-06o0rMOxOferta