02734nam a2200193 4500001000700000100004100007101000800048200019300056210002800249215002000277300034400297330178400641606001602425606001702441606002702458606001802485606000902503700002802512396086 a20210304d2020 y0pory50 ba apor aAlucinogénios clássicosbRecurso eletrónicoeuma outra perspetivaeexperiência profissionalizante na vertente de farmácia comunitária e investigaçãofAna Sofia Dinis Vargas aCovilhãc[s.n.]d2020 a1 CD-ROMd12 cm aDissertação para obtenção do grau de Mestre em Ciências Farmacêuticas, apresentada à Universidade da Beira Interior, tendo como orientadora Maria Eugenia Gallardo Alba e co-orientadores Ângelo Filipe Santos Luís e Mário Jorge Dinis Barroso. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 1,51 MB em formato PDF (103 p.). aEsta dissertação encontra-se dividida em dois capítulos, sendo o primeiro respeitante à componente de investigação e o segundo respeitante à experiência profissionalizante em farmácia comunitária. O capítulo I concretiza uma abordagem psicofarmacológica dos alucinogénios clássicos, com foco nos seus potenciais efeitos terapêuticos. Um alucinogénio carateriza-se por, após administração de uma dose única, produzir alterações no pensamento, no estado de espírito e na perceção, com poucas afetações da memória, produzir narcose (sonolência, com perda de sensibilidade geral ou local), ou estimulação excessiva. Os alucinogénios clássicos definem-se por exercerem agonismo dos recetores de serotonina (5-HT), particularmente dos recetores do tipo 5-HT(2A). Atualmente, os alucinogénios clássicos estão cada vez mais a ser estudados no âmbito da saúde mental. Embora ainda não existam alucinogénios clássicos aprovados para o tratamento de doenças psiquiátricas, perspetiva-se uma mudança de paradigma. De um total de 59 inquiridos, 32% dos profissionais de saúde argumentou que estas substâncias podem vir a desempenhar um papel preponderante em psiquiatria, enquanto 44% dos profissionais não acreditam que esta seja uma opinião viável. Os restantes 24% não tiveram qualquer opinião sobre o assunto. O capítulo II é respeitante ao estágio feito em farmácia comunitária, durante a fase inicial da pandemia de Coronavirus disease 19. A farmácia comunitária constitui, por si, um dos pontos iniciais e mais habituais de contato entre os doentes e os sistemas de saúde. No entanto, no contexto de uma pandemia global, torna-se fulcral no apoio às populações. aTOXICOLOGIA aFARMACOLOGIA aESTADO DE EMERGÊNCIA aTERAPÊUTICA aTESE aVARGASbAna Sofia Dinis