02901nam a2200193 4500001000700000100004100007101000800048200014500056210002500201215002000226300027800246330206800524606001102592606001902603606002402622606002002646606000902666700003202675396057 a20210215d2014 y0pory50 ba apor aThe role of implicit theories in the formation of expert opinion in portuguese criminal lawbRecurso eletrónicofJoão da Silva Guerreiro aLisboac[s.n.]d2014 a1 CD-ROMd12 cm aDissertação de Doutoramento em Ciências e Tecnologias da Saúde, especialidade Medicina Legal e Ciências Forenses, tendo como orientador Jorge Costa Santos e coorientador Dianne Casoni. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 4,37 MB em formato PDF (173 p.). aA presente tese examina diferentes aspectos ligados à formação da opinião do perito psicólogo em contexto de avaliação pericial em psicologia forense. Pretendeu-se estudar, em particular, o modo como a opinião do perito psicólogo se reflete nos relatórios periciais. A tese é formada por três estudos qualitativos, o primeiro dos quais procura fazer um retrato da qualidade de um conjunto de 106 relatórios periciais operacionalizada em termos da sua relevância e coerência. Os resultados deste estudo sugerem que, apesar de os relatórios estudados observarem um conjunto de características formais descritas na literatura como indicadores de qualidade, foram notadas insuficiências relativamente à coerência interna dos relatórios, assim como em relação à relevância da informação ali apresentada. O segundo estudo explorou as opiniões de 17 juízes e procuradores do Ministério Público Português relativamente ao uso que estes profissionais dão aos relatórios periciais redigidos por psicólogos forenses. Os decisores judiciais entrevistados parecem considerar estes relatórios úteis e muito credíveis, em particular quando os mesmos são elaborados sob a alçada do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses, I.P. Os resultados sugerem ainda que os juízes e procuradores entrevistados se mostraram particularmente interessados em informação no relatório que contribua para a elaboração de um retrato personalizado do examinando. O terceiro estudo procurou compreender as bases conceptuais nas quais os psicólogos elaboram os seus relatórios periciais. Com esse objectivo foi conduzido um estudo exploratório com uma amostra de seis peritos considerados chave. A análise das entrevistas sugere que os entrevistados definem o seu mandato judicial e os conceitos básicos associados a esse mesmo mandato de forma diferente. Com vista à compreensão destes resultados foi utilizado um quadro conceptual baseado no modelo das teorias implícitas. aPERITO aPROVA PERICIAL aPSICOLOGIA CRIMINAL aESTUDO DE CASOS aTESE aGUERREIRObJoão da Silva