02109nam a2200181 4500001000700000100004100007101000800048200010800056210002400164215002000188300023100208330139200439606001101831606002101842606002001863606000901883700003501892396020 a20210118d2020 y0pory50 ba apor aStress profissional e burnout em guardas prisionaisbRecurso eletrónicofClara Daniela Carvalho Sousa aBragac[s.n.]d2020 a1 CD-ROMd12 cm aDissertação de Mestrado em Crime diferença e Desigualdade, apresentada à Universidade do Minho, tendo como orientador José Cunha Machado. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 4,58 MB em formato PDF (95 p.). aA profissão de guarda prisional é descrita como sendo das mais stressantes, o que poderá levar ao burnout. Desta forma a presente investigação tem como objetivo analisar a relação entre stress profissional e burnout e seus correlatos em guardas prisionais. Participaram neste estudo 518 guardas prisionais dos diferentes estabelecimentos prisionais do país. O stress profissional e o burnout foram avaliados com uma escala de classificação das fontes organizacionais de stress profissional (Arruda, 2013), e o Inventário de Burnout (Maslach et al., 1996; versão portuguesa, Marques-Pinto & Picado 2011), respetivamente. Foi também aplicado um questionário social, demográfico e profissional (Arruda, 2013). Os resultados indicam que 21,2% dos guardas prisionais registam níveis de burnout elevados. Verificou-se que níveis mais elevados de stress profissional estão relacionados com níveis superiores de burnout. Verificou-se também que o burnout estava relacionado com variáveis sociodemográficas, como a idade e existência de filhos, e com variáveis profissionais como os anos de serviço, a sobrecarga horária e o trabalho por turnos. Estes resultados salientam um conjunto de variáveis do contexto profissional que são geradores de níveis superiores de burnout, devendo ser tidas em consideração na prática profissional. aSTRESS aGUARDA PRISIONAL aESTUDO DE CASOS aTESE aSOUSAbClara Daniela Carvalho