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    <subfield code="a">A influ&#xEA;ncia da personalidade na dete&#xE7;&#xE3;o da mentira [Documento eletr&#xF3;nico]</subfield>
    <subfield code="f">Ana Alexandra Teixeira Ribeiro</subfield>
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    <subfield code="a">Lisboa</subfield>
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    <subfield code="a">1 CD-ROM</subfield>
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    <subfield code="a">Trabalho submetido ao Instituto Universit&#xE1;rio Egas Moniz, para a obten&#xE7;&#xE3;o do grau de Mestre em Psicologia Forense e Criminal, tendo como orientadora Cristina Soeiro. Ficheiro de 1,53 MB em formato PDF (62 p.). Resumo inserto na publica&#xE7;&#xE3;o.</subfield>
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    <subfield code="a">O presente estudo pretende analisar a influ&#xEA;ncia que a personalidade tem na capacidade de detetar a mentira bem como observar quais as vari&#xE1;veis (sexo, idade, grau de confian&#xE7;a e indicadores utilizados) que contribuem para um maior sucesso ou insucesso por parte dos participantes na dete&#xE7;&#xE3;o correta da mesma. Esta investiga&#xE7;&#xE3;o teve por base o seguinte conjunto de medidas e instrumentos: a an&#xE1;lise de 4 v&#xED;deos (2 testemunhos verdadeiros e dois testemunhos falsos) e o preenchimento de um question&#xE1;rio que continha: a avalia&#xE7;&#xE3;o, em resposta dicot&#xF3;mica (testemunho verdadeiro vs testemunho falsos); os indicadores utilizados que sustentaram essa resposta; o grau de confian&#xE7;a do participante na sua resposta (onde 0% &#xE9; nada confiante e 100% totalmente confiante); e por fim o invent&#xE1;rio da personalidade &#x2013; Big Five Inventory desenvolvido por John e Srivastava (1999) e traduzido e adaptado para a l&#xED;ngua portuguesa por Ribeiro e Soeiro (2013). A amostra foi constitu&#xED;da por 186 participantes, sendo 59,7% do sexo feminino e tendo uma amplitude de idade dos 20 anos aos 64 anos com uma m&#xE9;dia de 32 anos (M=31,96, DP=11,32). Ao n&#xED;vel da precis&#xE3;o foi poss&#xED;vel constatar, em todos os v&#xED;deos, &#xE0; exce&#xE7;&#xE3;o do v&#xED;deo 4 (v&#xED;deo que apresentava um testemunho falso), que os resultados eram abaixo dos presentes na literatura, ou seja, eram abaixo de 50% de acertos. Por sua vez, os resultados do v&#xED;deo 4 corroboraram os resultados de outros estudos, onde a precis&#xE3;o se inseria entre os 50% a 60% (Vrij, 2004; Rodrigues &amp; Arriaga, 2010). Em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; personalidade, algumas facetas apresentaram diferen&#xE7;as significativas, no que concerne &#xE0; precis&#xE3;o, nomeadamente no v&#xED;deo 1 (v&#xED;deo com testemunho verdadeiro) a faceta de Neuroticismo contribuiu para um maior n&#xFA;mero de erros e no v&#xED;deo 4 (v&#xED;deo com testemunho falso), a faceta de Neuroticismo apresentou um resultado inverso, mostrando-se mais positivamente relacionada com a precis&#xE3;o e por sua vez, a faceta de abertura &#xE0; experi&#xEA;ncia mostrou-se relacionada com maior n&#xFA;mero de erros. Foi ainda analisada a rela&#xE7;&#xE3;o da precis&#xE3;o com outras vari&#xE1;veis, nomeadamente: o sexo (que n&#xE3;o se mostrou significativo), a idade (que apresentou diferen&#xE7;as estatisticamente significativas no v&#xED;deo 1 (testemunho verdadeiro) e no 4 (testemunho falso), sendo que quanto mais velhos os participantes maior o n&#xFA;mero de erros). E por fim, ao n&#xED;vel dos indicadores utilizados (nos v&#xED;deos falsos), quanto mais indicadores comportamentais eram utilizados mais aumentava o n&#xED;vel de precis&#xE3;o dos participantes.</subfield>
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    <subfield code="a">AN&#xC1;LISE PSICOL&#xD3;GICA</subfield>
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