02948nam a2200181 4500001000700000100004100007101000800048200016400056210002500220215002000245300029700265330208200562606002702644606002402671606002702695606000902722700003502731396004 a20210106d2019 y0pory50 ba apor aIdentificação de veículos a partir de tintas automóveis transferidas em acidentes de viação [Documento eletrónico]fSandra Vanessa Correia Coelho aLisboac[s.n.]d2019 a1 CD-ROMd12 cm aTrabalho submetido ao Instituto Universitário Egas Moniz, para a obtenção do grau de Mestre em Tecnologias Laboratoriais em Ciências Forenses, tendo como orientadora Maria Catarina Marques Dias de Almeida. Ficheiro de 5,10 MB em formato PDF (110 p.). Resumo inserto na publicação. aA análise de tintas automóveis pode tornar-se complexa, devido às composições físicas e químicas destas, bem como à pequena quantidade disponível. Para tal, recorre-se a técnicas precisas para a análise deste tipo de amostras, onde seja possível a análise de pequenas porções, como o FTIR-ATR. O presente trabalho tem como objetivo avaliar o potencial discriminatório do FTIR-ATR na análise de tintas trituradas como um todo, ou seja, sem qualquer distinção de camadas, desenvolvendo, assim uma metodologia de identificação de veículos envolvidos em acidentes de viação através da análise de amostras resultantes de transferências de tinta. No decorrer do trabalho, foram analisados dois tipos de amostras: amostras de referência e amostras de casos reais. As primeiras foram trituradas e efetuaram-se misturas entre pares de tinta em diferentes rácios para simular as transferências de tinta. As amostras de casos reais, foram obtidas nos locais onde ocorreram os acidentes de viação com o auxílio do Destacamento Territorial de Almada da GNR, sendo igualmente trituradas. Todas as amostras foram analisadas seguindo a mesma metodologia. Os resultados obtidos a partir das amostras de referência apresentam diferenças nos espetros entre as amostras puras que se propagam nos espetros dos rácios de cada mistura. O modelo preditivo desenvolvido para estas amostras indica uma boa capacidade identificativa, tendo sido obtidos valores de exatidão entre 84,44% e 97,78%. No entanto, este modelo tem uma exatidão de apenas 40% para as amostras puras (melhor do que a exatidão inicial de previsão, cerca de 10%). Como não se obtiveram amostras de casos reais em sintonia com as amostras de referência, o modelo preditivo desenvolvido não foi aplicado aos casos reais. Os resultados obtidos são promissores, revelando que a metodologia desenvolvida poderá permitir futuramente a identificação de automóveis a partir de amostras de tinta transferida recorrendo às técnicas descritas. aACIDENTE DE VIAÇÃO aANÁLISE DE TINTAS aANÁLISE LABORATORIAL aTESE aCOELHObSandra Vanessa Correia