<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<record
    xmlns:xsi="https://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance"
    xsi:schemaLocation="https://www.loc.gov/MARC21/slim https://www.loc.gov/standards/marcxml/schema/MARC21slim.xsd"
    xmlns="https://www.loc.gov/MARC21/slim">

  <leader>03557nam a2200229   4500</leader>
  <controlfield tag="001">395991</controlfield>
  <datafield tag="090" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">395991</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="100" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">20201217d2019       y0pory50      ba</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="101" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">por</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="200" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">A relev&#xE2;ncia dos mecanismos compliance na determina&#xE7;&#xE3;o da responsabilidade penal da pessoa coletiva [Documento  electr&#xF3;nico]</subfield>
    <subfield code="f">Ana Catarina Martins</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="210" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">Lisboa</subfield>
    <subfield code="c">[s.n.]</subfield>
    <subfield code="d">2019</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="215" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">1 CD-ROM</subfield>
    <subfield code="d">12 cm</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="300" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">Disserta&#xE7;&#xE3;o de mestrado apresentada ao Gabinete de Estudos de P&#xF3;s-Graduados da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, como requisito parcial para a obten&#xE7;&#xE3;o do t&#xED;tulo de Mestre em Direito, da &#xE1;rea Ci&#xEA;ncias Jur&#xED;dico-Forenses, tendo como orientadora Teresa Quintela de Brito. Resumo inserto na publica&#xE7;&#xE3;o. Ficheiro de 1,21 MB em formato PDF (125 p.).</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="330" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">A suscetibilidade de uma pessoa coletiva ser penalmente respons&#xE1;vel &#xE9;, atualmente, indiscut&#xED;vel. O que permanece objeto de discuss&#xE3;o e teoriza&#xE7;&#xE3;o &#xE9; &#x2018;como&#x2019; e &#x2018;por qu&#xEA;&#x2019;. De facto, &#xE9; inequ&#xED;voco que s&#xE3;o cometidos crimes atrav&#xE9;s da atua&#xE7;&#xE3;o/atividade de pessoas jur&#xED;dicas, crimes que s&#xE3;o, ou poder&#xE3;o ser, determinados pela sua estrutura organizativa, pelo seu modo de funcionamento e/ou pela sua pol&#xED;tica empresarial. Assim, pretendendo dar resposta &#xE0; crescente criminalidade corporativa, o Direito Penal consagrou a possibilidade de responsabilizar penalmente as pessoas coletivas, interessando para a espec&#xED;fica quest&#xE3;o em an&#xE1;lise as que t&#xEA;m escopo lucrativo, as sociedades comerciais, pelo que ser&#xE1; a essas que nos dirigiremos. A pessoa jur&#xED;dica, n&#xE3;o tendo correspond&#xEA;ncia f&#xED;sica no mundo &#x2018;real&#x2019;, &#xE0; partida, n&#xE3;o teria capacidade de a&#xE7;&#xE3;o (pressuposto essencial na responsabilidade penal). No entanto, a verdade &#xE9; que os entes coletivos existem atrav&#xE9;s das pessoas singulares que os integram, cujos atos produzem efeitos na sua esfera jur&#xED;dica, sendo estes, simultaneamente, instrumentos de realiza&#xE7;&#xE3;o de objetivos de pessoas singulares. Deste modo, a determina&#xE7;&#xE3;o da sua responsabilidade penal ter&#xE1; que ser adaptada &#xE0; sua realidade social, coletiva, sendo certo que os fundamentos axiol&#xF3;gicos da responsabilidade penal das pessoas coletivas ter&#xE3;o de ser os mesmos da responsabildade penal das pessoas singulares, apenas diferentemente demonstrados, ou constru&#xED;dos, atendendo &#xE0; sua natureza puramente jur&#xED;dica. Neste contexto, releva, precisamente, a constru&#xE7;&#xE3;o do &#x2018;como&#x2019; e a identifica&#xE7;&#xE3;o do &#x2018;por qu&#xEA;&#x2019;. Ser&#xE1; no &#xE2;mbito desta discuss&#xE3;o, ou constru&#xE7;&#xE3;o, que interessar&#xE1; a quest&#xE3;o a que nos propomos responder: uma pessoa coletiva que adote e implemente eficazmente programas de Compliance &#xE9; penalmente respons&#xE1;vel por um crime que irrompa da sua estrutura organizacional na mesma medida que o ser&#xE1; uma pessoa coletiva que n&#xE3;o disponha de um sistema de Compliance? Quais ser&#xE3;o, portanto, os efeitos produzidos por um programa de Compliance na aferi&#xE7;&#xE3;o da responsabilidade penal de uma pessoa coletiva? Como se tentar&#xE1; demonstrar, para dar resposta a esta quest&#xE3;o essencial, teremos de analisar os concretos pressupostos e crit&#xE9;rios da responsabilidade penal das pessoas coletivas, bem como em que medida os mesmos poder&#xE3;o ser influenciados pela exist&#xEA;ncia destes modelos de gest&#xE3;o e preven&#xE7;&#xE3;o.</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="606" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">RESPONSABILIDADE PENAL</subfield>
    <subfield code="9">224712</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="606" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">PESSOA COLECTIVA</subfield>
    <subfield code="9">277813</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="606" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">TESE</subfield>
    <subfield code="9">334284</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="700" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">MARTINS</subfield>
    <subfield code="b">Ana Catarina</subfield>
    <subfield code="9">309634</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="955" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="x">Oferta</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="995" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="1">0</subfield>
    <subfield code="4">PJCD_313_000000000000000</subfield>
    <subfield code="5">2022-06-06</subfield>
    <subfield code="6">PJCD313</subfield>
    <subfield code="9">428966</subfield>
    <subfield code="a">PJ</subfield>
    <subfield code="c">PJ</subfield>
    <subfield code="f">PJ1CD313_88</subfield>
    <subfield code="k">PJCD313</subfield>
    <subfield code="n">2022-06-06</subfield>
    <subfield code="o">0</subfield>
    <subfield code="r">MO</subfield>
    <subfield code="x">Oferta</subfield>
  </datafield>
</record>
