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    <subfield code="a">Pesquisa de res&#xED;duos de disparo (GSR) de arma longa semi-autom&#xE1;tica na face, narinas, sobrancelha e m&#xE3;o do atirador</subfield>
    <subfield code="b">Recurso eletr&#xF3;nico</subfield>
    <subfield code="e">an&#xE1;lise por ICP-MS</subfield>
    <subfield code="f">Patr&#xED;cia Enes Carvalhosa</subfield>
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    <subfield code="a">Gandra</subfield>
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    <subfield code="a">1 CD-ROM</subfield>
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    <subfield code="a">Disserta&#xE7;&#xE3;o do 2.&#xBA; ciclo de estudos conducente ao grau de mestre em Ci&#xEA;ncias e T&#xE9;cnicas Laboratoriais Forenses, apresentada ao Instituto Superior de Ci&#xEA;ncias da Sa&#xFA;de, trabalho realizado sob a orienta&#xE7;&#xE3;o de Cristina Couto e Lu&#xED;s Marques Fernandes. Resumo inserto na publica&#xE7;&#xE3;o. Ficheiro de 2,48 MB em formato PDF (69 p.).</subfield>
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    <subfield code="a">A bal&#xED;stica forense &#xE9; respons&#xE1;vel pelo estudo de armas, das muni&#xE7;&#xF5;es, do movimento e trajeto, assim como impacto dos proj&#xE9;teis no alvo, tendo em conta o contexto jur&#xED;dico em caso de crime com recurso a arma de fogo. A pesquisa de res&#xED;duos de disparo (GSR) poder&#xE1; representar uma mais-valia numa investiga&#xE7;&#xE3;o, podendo fornecer informa&#xE7;&#xF5;es sobre o autor do disparo, assim como, permitir poss&#xED;veis reconstru&#xE7;&#xF5;es da cena de crime. Na maioria das situa&#xE7;&#xF5;es a recolha de res&#xED;duos de disparo &#xE9; feita nas m&#xE3;os do suspeito, tal como na roupa e/ou objetos, com aux&#xED;lio de stubs, para posterior an&#xE1;lise por SEM-EDX. No entanto, v&#xE1;rios estudos t&#xEA;m vindo a ser realizados sobre a pesquisa de GSR em outras zonas, denominadas de zonas n&#xE3;o convencionais, tais como, narinas, zonas da face e cabelo. Estes estudos s&#xE3;o maioritariamente realizados recorrendo ao uso de armas curtas, raz&#xE3;o pela qual, ao elaborar o presente projeto de investiga&#xE7;&#xE3;o se pretendeu pesquisar GSR n&#xE3;o s&#xF3; na m&#xE3;o do atirador, mas tamb&#xE9;m na zona da bochecha e na sobrancelha do lado direito, e nas narinas do atirador com recurso a uma arma longa. Para efetuar os disparos, recorreu-se ao uso de uma arma longa, HK 416 de calibre 5,56x45mm NATO, perten&#xE7;a e em uso no Ex&#xE9;rcito Portugu&#xEA;s, nomeadamente na For&#xE7;a de Opera&#xE7;&#xF5;es Especiais (FOE). Com este estudo pretendeu-se analisar a persist&#xEA;ncia dos GSR em diferentes zonas ao longo do tempo. Foram recolhidas amostras logo ap&#xF3;s o disparo, 3h, 8h e 14h ap&#xF3;s o disparo. Para este estudo dispusemos de 3 volunt&#xE1;rios, que efetuaram 3 disparos. As amostras foram recolhidas e processadas por ICP-MS, pois esta t&#xE9;cnica tem a capacidade de an&#xE1;lise multi-elementar em amostras vestigiais, o que se mostrou eficiente para este estudo. Fez-se pesquisa de IGSR, ou seja, Pb, Ba e Sb, e outros elementos como Al, Cu, Zn, e Sr. Com os resultados obtidos, podemos concluir que na zona convencional (m&#xE3;o), os GSR eram detet&#xE1;veis at&#xE9; 8horas. Contudo, algumas das zonas n&#xE3;o convencionais, como a zona da sobrancelha e da face apresentaram resultados positivos para Pb, Ba e Sb at&#xE9; 14horas ap&#xF3;s o disparo, limite m&#xE1;ximo utilizado neste estudo. Com isto, podemos concluir que, outras zonas podem ser utilizadas como zonas de recolha de forma a contribuir na resolu&#xE7;&#xE3;o de casos de crime com recurso a arma longa de fogo. Espera-se com este estudo, contribuir para a investiga&#xE7;&#xE3;o criminal com a melhoria dos protocolos de recolha e an&#xE1;lise.</subfield>
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    <subfield code="a">BAL&#xCD;STICA</subfield>
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    <subfield code="a">ARMA DE FOGO E MUNI&#xC7;&#xD5;ES</subfield>
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