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    <subfield code="a">O direito do acusado ao confronto das testemunhas de acusa&#xE7;&#xE3;o na produ&#xE7;&#xE3;o da prova penal</subfield>
    <subfield code="b">Recurso eletr&#xF3;nico</subfield>
    <subfield code="f">Daniel Diamantaras de Figueiredo</subfield>
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    <subfield code="a">Lisboa</subfield>
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    <subfield code="a">Disserta&#xE7;&#xE3;o apresentada como requisito para obten&#xE7;&#xE3;o de grau de Mestre em Direito na &#xE1;rea de Ci&#xEA;ncias Jur&#xED;dico-Criminais, apresentada &#xE0; Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, tendo como orientador Paulo de Sousa Mendes. Resumo inserto na publica&#xE7;&#xE3;o. Ficheiro de 1,41 MB em formato PDF (187 p.).</subfield>
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    <subfield code="a">O presente estudo tem como prop&#xF3;sito analisar o direito ao confronto e sua rela&#xE7;&#xE3;o com a produ&#xE7;&#xE3;o da prova penal. De forma geral, trata-se do direito fundamental do acusado de confrontar as testemunhas de acusa&#xE7;&#xE3;o no processo criminal. Tal direito se desdobra e se relaciona com outros importantes direitos: (i) produ&#xE7;&#xE3;o da prova testemunhal em audi&#xEA;ncia p&#xFA;blica; (ii) presenciar a produ&#xE7;&#xE3;o da prova testemunhal (&#x201C;right to be present&#x201D;); (iii) produ&#xE7;&#xE3;o da prova testemunhal na presen&#xE7;a do julgador do m&#xE9;rito da causa; (iv) determina&#xE7;&#xE3;o &#xE0;s testemunhas do compromisso de dizer a verdade; (v) desvendar a verdadeira identidade das testemunhas; (vi) inquiri&#xE7;&#xE3;o das fontes de prova testemunhal desfavor&#xE1;veis, no momento de sua produ&#xE7;&#xE3;o. Da&#xED; que denominamos, numa vis&#xE3;o macro, como o paradigma do direito ao confronto. Inicialmente normatizado na sexta emenda da Constitui&#xE7;&#xE3;o norte-americana, atualmente encontra-se previsto em diversos tratados internacionais de direitos humanos. A an&#xE1;lise de sua origem hist&#xF3;rica e os fundamentos pol&#xED;tico-jur&#xED;dicos que ensejaram o seu nascimento &#xE9; de suma import&#xE2;ncia para definir um conte&#xFA;do universal e concretizar sua aplica&#xE7;&#xE3;o em diversos ordenamentos jur&#xED;dicos, entre eles, Portugal e Brasil. Ademais, tra&#xE7;amos uma diferen&#xE7;a entre o direito ao confronto e a &#x201C;hearsay rule&#x201D;, outro instituto origin&#xE1;rio de pa&#xED;ses do common law, que faz parte das regras de exclus&#xE3;o probat&#xF3;ria (&#x201C;exclusionary rules&#x201D;) e tem como objetivo evitar que elementos produzidos anteriores ao processo ingressem no conjunto probat&#xF3;rio e possam ser valorados pelo julgador. Para pontuar esta diferen&#xE7;a, debru&#xE7;amo-nos no estudo de uma decis&#xE3;o paradigm&#xE1;tica da Suprema Corte norte-americana que resgatou a autonomia do direito ao confronto frente &#xE0; &#x201C;hearsay rule&#x201D;, real&#xE7;ando sua natureza constitucional. Ap&#xF3;s, analisa-se como o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos interpreta o direito ao confronto e enfrenta as eventuais restri&#xE7;&#xF5;es a tal direito diante de casos envolvendo testemunhas an&#xF4;nimas e ausentes para, ao final, tecer as cr&#xED;ticas necess&#xE1;rias. Nos cap&#xED;tulos seguintes, a tarefa &#xE9; buscar os poss&#xED;veis fundamentos jur&#xED;dicos do direito ao confronto nos ordenamentos de Portugal e Brasil e um estudo das normas relacionadas &#xE0; produ&#xE7;&#xE3;o da prova no processo criminal nestes pa&#xED;ses sob &#xE0; luz do direito ao confronto.</subfield>
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    <subfield code="a">INQUIRI&#xC7;&#xC3;O DE TESTEMUNHA</subfield>
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    <subfield code="a">DIREITO COMPARADO</subfield>
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