02637nam a2200205 4500001000700000100004100007101000800048200017500056210002500231215002000256300031800276330163300594606004102227606003002268606003902298606002002337606000902357606002602366700003902392395944 a20201112d2020 y0pory50 ba apor aFormação do investigador criminalbRecurso eletrónicoeda exigência processual à permanente capacitação de competênciasfCláudia Raquel Rodrigues Amorim aLisboac[s.n.]d2020 a1 CD-ROMd12 cm aDissertação apresentada ao Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna com vista à obtenção do grau de Mestre em Ciências Policiais, elaborada sob a orientação de Luís Elias e Lourenço Pimentel. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 1,91 MB em formato PDF (97 p.). aA atividade de investigação criminal implica que qualquer profissional desta área tenha de possuir um verdadeiro espírito técnico-científico, o qual pressupõe o domínio de conhecimentos e técnicas que são absolutamente indispensáveis à produção de resultados credíveis e fiáveis. Dada a especificidade desta atividade e as suas exigências processuais, os investigadores criminais não podem ficar imunes às alterações fruto da própria dinâmica social e, por isso, devem manter uma constante atualização de conhecimentos e competências. Desta forma, na Polícia de Segurança Pública, onde a formação se define como um processo ao longo do qual se adquire e/ou desenvolve competências, conhecimentos e atitudes, é imprescindível ministrar formação adequada às necessidades reais do investigador criminal, capacitando-o a dar uma resposta eficiente às diferentes solicitações que a nova criminalidade impõe. O objetivo geral do presente estudo passa por perceber se a Polícia de Segurança Pública disponibiliza formação adequada aos investigadores criminais para o correto desempenho de funções. Para que tal fosse exequível, foi aplicado um inquérito por questionário a todos os investigadores criminais das Esquadras de Investigação Criminal do Comando Metropolitano de Polícia de Lisboa. Os resultados sugerem que grande parte dos investigadores criminais concordam na desadequação da formação às exigências da função, nomeadamente em aspetos como a utilidade, aplicabilidade e quantidade de formações. aFORMAÇÃO DE PESSOAL DE POLÍCIA aINVESTIGAÇÃO CRIMINAL aPOLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA aESTUDO DE CASOS aTESE aLISBOA E VALE DO TEJO aAMORIMbCláudia Raquel Rodrigues