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    <subfield code="a">A admissibilidade de m&#xE9;todos ocultos de investiga&#xE7;&#xE3;o criminal em Processo Penal</subfield>
    <subfield code="b">Recurso eletr&#xF3;nico</subfield>
    <subfield code="e">interven&#xE7;&#xF5;es nas telecomunica&#xE7;&#xF5;es ou comunica&#xE7;&#xF5;es electr&#xF3;nicas</subfield>
    <subfield code="e">contributo para a sua reflex&#xE3;o</subfield>
    <subfield code="f">Felismina Solange Gomes </subfield>
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    <subfield code="a">Disserta&#xE7;&#xE3;o de Mestrado apresentada &#xE0; Faculdade de Direito da Universidade De Lisboa, como requisito essencial &#xE0; obten&#xE7;&#xE3;o do grau de Mestre, na &#xE1;rea de especializa&#xE7;&#xE3;o em Direito Penal e Ci&#xEA;ncias Criminais, tendo como orientador Augusto Silva Dias. Resumo inserto na publica&#xE7;&#xE3;o. Ficheiro de 1,41 MB em formato PDF (151 p.).</subfield>
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    <subfield code="a">Com a presente disserta&#xE7;&#xE3;o, pretende-se dar um contributo para a reflex&#xE3;o da admissibilidade de m&#xE9;todos ocultos de investiga&#xE7;&#xE3;o criminal em processo penal, com destaque para as escutas telef&#xF3;nicas, no ordenamento jur&#xED;dico angolano. A abordagem ser&#xE1; feita de forma sistem&#xE1;tica tendo em conta as realidades, angolana e portuguesa e est&#xE1; repartida em duas partes. A primeira &#xE9; relativa aos m&#xE9;todos ocultos de investiga&#xE7;&#xE3;o criminal em geral, comporta dois cap&#xED;tulos, sendo que no primeiro cap&#xED;tulo a prior faz-se o seu enquadramento, onde v&#xEA;-se que as escutas s&#xE3;o m&#xE9;todos de obten&#xE7;&#xE3;o de prova, no segundo aborda-se os princ&#xED;pios gerais que norteiam o uso de m&#xE9;todos ocultos, onde destaca-se o princ&#xED;pio da reserva de lei, da proporcionalidade, subsidiariedade e da reserva de juiz, bem como, as outras exig&#xEA;ncias e os princ&#xED;pios processuais espec&#xED;ficos relacionados a mat&#xE9;ria, como &#xE9; o caso da presun&#xE7;&#xE3;o de inoc&#xEA;ncia, a lealdade processual e o nemo tenetur. A segunda parte centra-se concretamente nas escutas telef&#xF3;nicas enquanto forma de intromiss&#xF5;es nas telecomunica&#xE7;&#xF5;es e tamb&#xE9;m cont&#xE9;m dois cap&#xED;tulos. No primeiro faz-se a apresenta&#xE7;&#xE3;o do cen&#xE1;rio existente em Angola  no que diz respeito &#xE0;s escutas telef&#xF3;nicas como meios de obten&#xE7;&#xE3;o de prova em processo penal, e a&#xED; nos deparamos com uma dispers&#xE3;o e insufici&#xEA;ncia do regime existente, o que, embora, em princ&#xED;pio n&#xE3;o determine a sua inadmissibilidade, do ponto de vista pr&#xE1;tico gera incertezas e abusos ferindo alguns dos princ&#xED;pios conformadores dos m&#xE9;todos ocultos e dando margem para o uso indiscriminado do meio, possibilitando assim viola&#xE7;&#xF5;es aos direitos fundamentais constitucionalmente tutelados, como a privacidade, o sigilo das telecomunica&#xE7;&#xF5;es, a palavra falada, a liberdade de express&#xE3;o e a autodetermina&#xE7;&#xE3;o informacional. No segundo cap&#xED;tulo apresenta-se alguns posicionamentos da jurisprud&#xEA;ncia angolana e em sede destes destaca-se o facto de esta de forma discordante referir-se apenas ao problema da entidade competente para a autoriza&#xE7;&#xE3;o das escutas. Segue-se uma abordagem sobre os avan&#xE7;os dados pelo legislador numa perspectiva de um direito a constituir e termina-se apresentando algumas linhas orientadoras para a supera&#xE7;&#xE3;o dos problemas existentes e a&#xED; faz-se tamb&#xE9;m recurso a uma perspectiva comparada olhando para o CPP-P e o CPP-CV.</subfield>
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    <subfield code="a">ESCUTAS</subfield>
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    <subfield code="a">INTERCEP&#xC7;&#xC3;O DAS COMUNICA&#xC7;&#xD5;ES</subfield>
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    <subfield code="a">MEIO DE PROVA</subfield>
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