02557nam a2200181 4500001000700000100004100007101000800048200012700056210002500183215002000208300030200228330172200530606002002252606002502272606002602297606001902323700003302342395836 a20200819d2020 y0pory50 ba apor aO burnout na Polícia de Segurança Pública [Documento eletrónico]ecausas e engagementfJoana Catarina Costa Branco aLisboac[s.n.]d2020 a1 CD-ROMd12 cm aDissertação apresentada ao Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna com vista à obtenção do grau de mestre em Ciências Policiais, elaborada sob a orientação de Artur Rocha Machado. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 3,31MB em formato PDF (97 p.). aCom o reconhecimento do burnout como um fenómeno ocupacional e com a crescente preocupação com a saúde mental no local de trabalho, é fundamental que, numa organização como a Polícia de Segurança Pública (PSP), em que o bem-estar dos trabalhadores interfere diretamente com a segurança dos cidadãos no geral, se abordem temáticas relacionadas com os recursos humanos, procurando melhorar as condições no local de trabalho e diminuir a tendência para o aparecimento de patologias. Para além da revisão da literatura foram realizadas 5 entrevistas a informadores chave, para aprofundar esta componente teórica. De forma a perceber qual o nível de saúde mental dos polícias e que tipo de fatores estão na sua origem, foi realizado um estudo quantitativo, em que se aplicou um questionário para aferir os níveis de burnout (através do questionário OLBI) e engagement (com o questionário UWES), numa amostra de 465 polícias a exercer funções no COMETLIS, bem como a sua relação com determinadas variáveis sociodemográficas. Verificou-se que quanto mais burnout, nas dimensões de exaustão e distanciamento, menos o engagement e as suas dimensões. No que diz respeito às variáveis sociodemográficas, as variáveis sexo, função operacional e distância aproximada da colocação atual à residência de origem não revelaram diferenças estatisticamente significativas. Nas variáveis estado civil e carreira provou-se que são os polícias que não mantenham uma relação afetivo-amorosa e os agentes os mais afetados pela exaustão e pelo distanciamento e apresentam níveis menores de engagement e das suas dimensões. aSTRESS POLICIAL aPESSOAL DE POLÍCIA aDOENÇA PROFISSIONAL aSAÚDE MENTAL aBRANCObJoana Catarina Costa