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    <subfield code="a">(Im)possibilidade de recolha de ADN ao arguido contra a vontade expressa do mesmo</subfield>
    <subfield code="b">Recurso eletr&#xF3;nico</subfield>
    <subfield code="f">Gustavo Andr&#xE9; Marques Fernandes da Silva</subfield>
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    <subfield code="a">1 CD-ROM</subfield>
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    <subfield code="a">Tese de Mestrado em Ci&#xEA;ncias Jur&#xED;dico e Forenses, apresentada &#xE0; Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, tendo como orientadora Helena Mor&#xE3;o. Resumo inserto na publica&#xE7;&#xE3;o. Ficheiro de 908 KB em formato PDF (97 p.).</subfield>
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    <subfield code="a">A necessidade e exig&#xEA;ncia do Estado na realiza&#xE7;&#xE3;o da justi&#xE7;a e os meios que tal objectivo permite e justifica, ganham especial destaque quando s&#xE3;o trazidos a terreiro fen&#xF3;menos como o terrorismo ou a criminalidade transnacional e altamente organizada. Estes fen&#xF3;menos criminosos s&#xE3;o, n&#xE3;o raras vezes, o mote para um debate generalizado, em v&#xE1;rios quadrantes da sociedade, acerca dos meios e limites colocados &#xE0; disposi&#xE7;&#xE3;o da investiga&#xE7;&#xE3;o criminal para que possa cumprir a tarefa do Estado de seguran&#xE7;a e realiza&#xE7;&#xE3;o da justi&#xE7;a. A evolu&#xE7;&#xE3;o cient&#xED;fica e tecnol&#xF3;gica permitiu &#xE0; investiga&#xE7;&#xE3;o criminal o recurso &#xE0; t&#xE9;cnica de identifica&#xE7;&#xE3;o atrav&#xE9;s da an&#xE1;lise ao ADN, com frequ&#xEA;ncia denominada &#x201C;impress&#xE3;o digital gen&#xE9;tica&#x201D;, a qual constitui, indubitavelmente, uma valiosa ferramenta para a investiga&#xE7;&#xE3;o criminal. A forma de actua&#xE7;&#xE3;o da investiga&#xE7;&#xE3;o criminal e o quadro legal vigentes traduzem-se, na pr&#xE1;tica, em que a prova por ADN seja efectuada atrav&#xE9;s de recolha de material biol&#xF3;gico ao arguido, habitualmente com a utiliza&#xE7;&#xE3;o de uma zaragatoa bucal para posterior determina&#xE7;&#xE3;o do perfil de ADN do mesmo e subsequente compara&#xE7;&#xE3;o com o ADN recolhido pela investiga&#xE7;&#xE3;o em outros locais. No entanto, tendo por base os direitos fundamentais dos cidad&#xE3;os, &#xE9; poss&#xED;vel que alguns arguidos possam recusar efectuar (ou ser submetidos) a referida recolha de material biol&#xF3;gico, podendo at&#xE9;, no limite, resistir fisicamente a que a mesma seja efectuada. O objectivo a que nos propomos &#xE9; o de ponderar a possibilidade de efectuar essa recolha contra a vontade expressa e resist&#xEA;ncia do arguido, e de que forma, procurando tamb&#xE9;m aquilatar da exist&#xEA;ncia de alternativas que sejam um compromisso entre a tarefa do Estado em realizar a justi&#xE7;a e o respeito pelos direitos fundamentais dos arguidos. Para isso, daremos destaque aos direitos processuais do arguido em processo penal e ao interesse do Estado, ponderando a possibilidade de restri&#xE7;&#xE3;o desses direitos e em que medida. Destacaremos a quest&#xE3;o da proporcionalidade e abordaremos tamb&#xE9;m a quest&#xE3;o da teoria das proibi&#xE7;&#xF5;es de prova e a articula&#xE7;&#xE3;o com o regime das nulidades processuais. Propomo-nos tamb&#xE9;m efectuar uma pondera&#xE7;&#xE3;o das op&#xE7;&#xF5;es em outros pa&#xED;ses, atrav&#xE9;s do direito comparado, lembrando em seguida as perspectivas dos v&#xE1;rios intervenientes processuais. Por &#xFA;ltimo, apresentaremos o que consideramos ser uma alternativa &#x201C;equilibrada&#x201D; &#xE0; quest&#xE3;o em an&#xE1;lise, concluindo pela necessidade de esclarecer o presente &#x201C;status quo&#x201D;. Por &#xFA;ltimo, e doutro passo, motivado por convic&#xE7;&#xE3;o, destacamos que o presente foi redigido sem recurso ao denominado &#x201C;acordo ortogr&#xE1;fico&#x201D;.</subfield>
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    <subfield code="a">T&#xC9;CNICA DE INVESTIGA&#xC7;&#xC3;O CRIMINAL</subfield>
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