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    <subfield code="a">O novo regime de recupera&#xE7;&#xE3;o de ativos</subfield>
    <subfield code="b">Recurso eletr&#xF3;nico</subfield>
    <subfield code="e">&#xE0; luz da diretiva 2014/42/EU e da lei que a transp&#xF4;s</subfield>
    <subfield code="f">coord. Maria Raquel Desterro Ferreira, Elina Lopes Cardoso, Jo&#xE3;o Conde Correia</subfield>
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    <subfield code="a">Lisboa</subfield>
    <subfield code="c">Imprensa Nacional-Casa da Moeda : Minist&#xE9;rio P&#xFA;blico</subfield>
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    <subfield code="a">Ficheiro de 2,3 MB em formato PDF (376 p.).</subfield>
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    <subfield code="a">I &#x2014; O CONFISCO NUMA PERSPETIVA DE POL&#xCD;TICA CRIMINAL EUROPEIA - Pedro Caeiro. 1 &#x2014; Introdu&#xE7;&#xE3;o: o confisco como instrumento de politica criminal. 2 &#x2014; A especificidade dos quadros da &#x201C;pol&#xED;tica criminal europeia&#x201D;. 3 &#x2014; O confisco como problema estruturalmente europeu: reconhecimento m&#xFA;tuo e harmoniza&#xE7;&#xE3;o. 4 &#x2014; A produ&#xE7;&#xE3;o legislativa da UE em mat&#xE9;ria de confisco. 5 &#x2014; Linhas de reflex&#xE3;o para o futuro da pol&#xED;tica criminal europeia em mat&#xE9;ria de confisco. II &#x2014; O CONFISCO DAS VANTAGENS DO CRIME: ENTRE OS DIREITOS DOS HOMENS E OS DEVERES DOS ESTADOS &#x2014; A JURISPRUDENCIA DO TRIBUNAL EUROPEU DOS DIREITOS DO HOMEM EM MATERIA DE CONFISCO - H&#xE9;lio Rigor Rodrigues. 1 &#x2014; A natureza das coisas e o confisco das vantagens. 1.1 &#x2014; Contextualiza&#xE7;&#xE3;o do problema. 1.2 &#x2014; Os crit&#xE9;rios Engel como referencial da jurisprud&#xEA;ncia do TEDH. 1.2.1 &#x2014; A jurisprud&#xEA;ncia em mat&#xE9;ria de confisco por referencia aos crit&#xE9;rios Engel. 1.3 &#x2014; Pena, san&#xE7;&#xE3;o administrativa, medida de seguran&#xE7;a e consequ&#xEA;ncia civil, qual o melhor dos mundos poss&#xED;veis? 1.4 &#x2014; O confisco como consequ&#xEA;ncia n&#xE3;o sancionat&#xF3;ria. 1.5 &#x2014; O confisco das vantagens enquanto medida puramente civil de reposi&#xE7;&#xE3;o do status quo ante e a jurisprud&#xEA;ncia do TEDH. 1.6 &#x2014; Consequ&#xEA;ncias da natureza civil do confisco quanto a aplica&#xE7;&#xE3;o das garantias previstas na Conven&#xE7;&#xE3;o Europeia dos Direitos do Homem. 2 &#x2014; Salvaguardas m&#xED;nimas. 2.1 &#x2014; O direito a propriedade no contexto do artigo 1.o do protocolo n.&#xBA; 1 da Conven&#xE7;&#xE3;o Europeia dos Direitos do Homem em confronto com o confisco. 2.2 &#x2014; As garantias previstas no artigo 6.&#xBA;, n.&#xBA; 1, e o principio do respeito pelo fair trial. 3 &#x2014; Consequ&#xEA;ncias da natureza civil do confisco das vantagens ao n&#xED;vel da admissibilidade de novas modalidades de confisco. 4 &#x2014; As novas formas de confisco e a jurisprud&#xEA;ncia do TEDH. 4.1 &#x2014; Confisco ampliado. 4.2 &#x2014; Confisco de bens de terceiros. 4.2.1 &#x2014; Contextualiza&#xE7;&#xE3;o do problema. 4.2.2 &#x2014; Jurisprud&#xEA;ncia do TEDH em mat&#xE9;ria de confisco de bens de terceiros. 4.2.2.1 &#x2014; O confisco dos instrumentos e os terceiros de boa-f&#xE9;. 4.2.2.2 &#x2014; O confisco das vantagens e os terceiros de boa-f&#xE9;. 4.3 &#x2014; O confisco civil na jurisprud&#xEA;ncia do TEDH. 4.4 &#x2014; Aplica&#xE7;&#xE3;o de medidas cautelares com vista a assegurar a efic&#xE1;cia do confisco, o arresto e os direitos fundamentais dos visados. 4.4.1 &#x2014; Considera&#xE7;&#xF5;es gerais sobre as medidas cautelares previstas no ordenamento jur&#xED;dico nacional. 4.4.2 &#x2014; A Jurisprud&#xEA;ncia do TEDH em mat&#xE9;ria de aplica&#xE7;&#xE3;o das medidas de garantia patrimonial. III &#x2014; &#x201C;PERDA ALARGADA&#x201D; PREVISTA NA DIRETIVA 2014/42/UE (ARTIGO 5.&#xBA;) E &#x201C;PERDA DO VALOR DE VANTAGEM DE ATIVIDADE CRIMINOSA&#x201D; PREVISTA NA LEI N.&#xBA; 5/2002 (ARTIGOS 7.&#xBA; A 12.&#xBA;) - Maria do Carmo Saraiva de Menezes da Silva Dias. 1 &#x2014; Enquadramento geral. 1.1 &#x2014; As principais diferen&#xE7;as entre a &#x201C;perda cl&#xE1;ssica&#x201D; e a &#x201C;perda alargada&#x201D;. 2 &#x2014; A &#x201C;perda alargada&#x201D; prevista na Diretiva 2014/42/UE, de 3 de abril, versus a &#x201C;perda do valor do patrim&#xF3;nio incongruente&#x201D; prevista na Lei n.&#xBA; 5/2002, de 11 de janeiro. 3 &#x2014; A Lei n.&#xBA; 30/2017, de 30 de maio, e a n&#xE3;o transposi&#xE7;&#xE3;o do artigo 5.o da Diretiva 2014/42/UE. 3.1 &#x2014; Consequ&#xEA;ncias da n&#xE3;o transposi&#xE7;&#xE3;o da &#x201C;perda alargada&#x201D; prevista no artigo 5.o da Diretiva 2014/42/EU. 4 &#x2014; Conclus&#xF5;es. IV &#x2014; REFLEXOES ACERCA DA TRANSPOSICAO DA DIRETIVA 2014/42/UE EM MATERIA DE CONFISCO &#x201C;ALARGADO&#x201D; DE VANTAGENS PROVENIENTES DA PRATICA DE CRIMES - Duarte Alberto Rodrigues Nunes. 1 &#x2014; Introdu&#xE7;&#xE3;o. 2 &#x2014; O confisco &#x201C;alargado&#x201D; previsto na diretiva. 3 &#x2014; O confisco &#x201C;alargado&#x201D; no direito portugu&#xEA;s. 4 &#x2014; As varias possibilidades de transposi&#xE7;&#xE3;o da diretiva para o direito portugu&#xEA;s. 5 &#x2014; A transposi&#xE7;&#xE3;o da diretiva atrav&#xE9;s da Lei n.&#xBA; 30/2017. V &#x2014; A PERDA DE BENS DE TERCEIRO RELACIONADOS COM O CRIME - Jo&#xE3;o Cura Mariano. 1 &#x2014; Introdu&#xE7;&#xE3;o. 10 &#x2014; Investiga&#xE7;&#xE3;o patrimonial ou financeira apos a condena&#xE7;&#xE3;o definitiva. 11 &#x2014; Conclus&#xE3;o. VII &#x2014; DOS MEIOS DE IMPUGNACAO DAS GARANTIAS PROCESSUAIS PENAIS DO CONFISCO - Sofia dos Reis Rodrigues. 1 &#x2014; Introdu&#xE7;&#xE3;o. Definindo o tema. 2 &#x2014; Dos meios de rea&#xE7;&#xE3;o penal as medidas cautelares ou de garantia patrimonial que constituem a apreens&#xE3;o, o arresto preventivo/cau&#xE7;&#xE3;o e o arresto inclu&#xED;do no dom&#xED;nio da perda alargada. 2.1 &#x2014; Da apreens&#xE3;o. 2.1.1 &#x2014; Conceito. 2.1.2 &#x2014; Meios de rea&#xE7;&#xE3;o. 2.2 &#x2014; Da cau&#xE7;&#xE3;o/arresto preventivo e do arresto no dom&#xED;nio da perda alargada. 2.2.1 &#x2014; Conceitos. 2.2.2 &#x2014; Do ponto de partida &#x2014; Normas de procedimento aplic&#xE1;veis. 2.2.3 &#x2014; Dos meios postos a disposi&#xE7;&#xE3;o do arrestado. 2.2.3.1 &#x2014; Do recurso e da oposi&#xE7;&#xE3;o. 2.2.3.2 &#x2014; Da n&#xE3;o cumula&#xE7;&#xE3;o dos meios de rea&#xE7;&#xE3;o &#x2014; Sua diferencia&#xE7;&#xE3;o pr&#xE1;tica. 2.2.3.3 &#x2014;Da presta&#xE7;&#xE3;o de cau&#xE7;&#xE3;o e da sua articula&#xE7;&#xE3;o com os meios t&#xED;picos de rea&#xE7;&#xE3;o. 2.2.3.4 &#x2014; Da cumula&#xE7;&#xE3;o de pedidos &#x2014; perda alargada/cl&#xE1;ssica &#x2014; e das suas dificuldades praticas na defini&#xE7;&#xE3;o dos meios de rea&#xE7;&#xE3;o. 2.2.3.5 &#x2014; Dos fundamentos e limites substantivos da defesa por oposi&#xE7;&#xE3;o. 2.2.4 &#x2014; Da amplia&#xE7;&#xE3;o do arresto. 3 &#x2014; Meios postos a disposi&#xE7;&#xE3;o do terceiro &#x2014; Dos embargos de terceiro. 3.1 &#x2014; Quem &#xE9; o terceiro. 3.2 &#x2014; Tramita&#xE7;&#xE3;o dos embargos de terceiro. 3.3 &#x2014; Dos fundamentos dos embargos de terceiro. 3.4 &#x2014; Da posi&#xE7;&#xE3;o do c&#xF4;njuge do requerido. Arresto de bens comuns do casal. 3.5 &#x2014; Dedu&#xE7;&#xE3;o de oposi&#xE7;&#xE3;o por terceiro. Do erro na forma de processo. VIII &#x2014; RECUPERACAO DE ATIVOS &#x2014; NOVAS TENDENCIAS E DESAFIOS - Orlando Mascarenhas. 1 &#x2014; Introdu&#xE7;&#xE3;o. 2 &#x2014; A cria&#xE7;&#xE3;o dos mecanismos de recupera&#xE7;&#xE3;o de ativos a n&#xED;vel europeu. 2.1 &#x2014; O Gabinete de Recupera&#xE7;&#xE3;o de Ativos &#x2014; GRA. 2.2 &#x2014; Principais diplomas legislativos europeus quanto a perda de ativos. 3 &#x2014; A Diretiva 2014/42/UE do Parlamento Europeu e do Conselho. 3.1 &#x2014; A Lei n.&#xBA; 30/2017, de 30 maio, e as altera&#xE7;&#xF5;es no Gabinete de Recupera&#xE7;&#xE3;o de Ativos. 3.1.1 &#x2014; Altera&#xE7;&#xF5;es no Gabinete de Recupera&#xE7;&#xE3;o de Ativos &#x2014; Plano administrativo e funcional. 3.1.2 &#x2014; Altera&#xE7;&#xF5;es no Gabinete de Recupera&#xE7;&#xE3;o de Ativos &#x2014; Plano operacional. Considera&#xE7;&#xF5;es finais. IX &#x2014; O QUE E QUE A TRANSPOSICAO DA DIRETIVA 2014/42/UE, DO PARLAMENTO E DO CONSELHO EUROPEU DE 3 DE ABRIL DE 2014, CONSAGRADA NA LEI N.&#xBA; 30/2017, DE 30 DE MAIO, VEIO ALTERAR QUANTO AS REGRAS DETERMINADAS PARA O GABINETE DE ADMINISTRACAO DE BENS (GAB)? - Carla Pinheiro. 1 &#x2014; Introdu&#xE7;&#xE3;o. 2 &#x2014; &#xC2;mbito objetivo dos bens a administrar. 2.1 &#x2014; Ve&#xED;culos autom&#xF3;veis. 2.2 &#x2014; As nov&#xED;ssimas altera&#xE7;&#xF5;es em sede de ve&#xED;culos, embarca&#xE7;&#xF5;es e aeronaves. 3 &#x2014; Compet&#xEA;ncias do conselho diretivo do IGFEJ, I. P. 4 &#x2014; Plataforma inform&#xE1;tica para o registo e troca de informa&#xE7;&#xE3;o relativa a bens que sejam confiados a administra&#xE7;&#xE3;o do GAB. 5 &#x2014; Afeta&#xE7;&#xE3;o a finalidade publica ou socialmente &#xFA;til. 6 &#x2014; Formas de venda. 7 &#x2014; Conclus&#xF5;es. X &#x2014; INVESTIGACAO FINANCEIRA OU PATRIMONIAL POSTECIPADA &#x2014; UM LUGAR ESTRANHO NO SISTEMA DE RECUPERACAO DE ATIVOS - Jorge dos Reis Bravo. 1 &#x2014; Introdu&#xE7;&#xE3;o e uma quest&#xE3;o pr&#xE9;via. 2 &#x2014; Investiga&#xE7;&#xE3;o financeira ou patrimonial ap&#xF3;s condena&#xE7;&#xE3;o. 3 &#x2014; Aspetos jur&#xED;dico&#x2011;procedimentais. 3.1 &#x2014; Pressupostos substantivos. 3.2 &#x2014; A compet&#xEA;ncia para a determina&#xE7;&#xE3;o, tramita&#xE7;&#xE3;o e decis&#xE3;o. 3.3 &#x2014; O procedimento. 4 &#x2014; Conclus&#xF5;es. XI &#x2014; QUE FUTURO PARA A RECUPERACAO DE ATIVOS NA UNIAO EUROPEIA? - Jo&#xE3;o Conde Correia. 1 &#x2014; Introdu&#xE7;&#xE3;o. 2 &#x2014; Harmoniza&#xE7;&#xE3;o das normas jur&#xED;dicas relativas ao confisco. 2.1 &#x2014; Raz&#xF5;es para a diversidade legal. 2.2 &#x2014; A evolu&#xE7;&#xE3;o das normas europeias relativas ao confisco. 2.3 &#x2014; A Diretiva 2014/42/EU. 2.4 &#x2014; Uma oportunidade perdida? 2.5 &#x2014; Non conviction based confiscations. 3 &#x2014; Reconhecimento mutuo das decis&#xF5;es de congelamento e de confisco. 3.1 &#x2014; Normas europeias relativas ao reconhecimento m&#xFA;tuo das decis&#xF5;es de congelamento e de confisco. 3.2 &#x2014; Proposta de Regulamento relativo ao reconhecimento mutuo das decis&#xF5;es de congelamento e de confisco. 3.3 &#x2014; Principais novidades da proposta. 3.4 &#x2014; Mais uma oportunidade perdida? 3.5 &#x2014; O futuro da proposta. 4 &#x2014; Que futuro para a recupera&#xE7;&#xE3;o de ativos na Uni&#xE3;o Europeia.</subfield>
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