02083nam a2200181 4500001000700000100004100007101000800048200015000056210002500206215002000231300014200251330137800393606002101771606003601792606002901828606000901857700003501866395531 a20190718d2017 y0pory50 ba apor aBiopreparação – Microrganismos passíveis de serem utilizados como armas biológicasbRecurso eletrónicofMelissa Micaela Amorim Sobral aLisboac[s.n.]d2017 a1 CD-ROMd12 cm aDissertação de Mestrado em Direito Forense, tendo como orientadora Maria João Simões. Ficheiro de 2,64 MB em formato PDF (94 p.). aA Biopreparação é tão antiga como a civilização humana, tendo sido cometida desde os tempos mais primórdios até aos mais recentes. Não lhe sendo atribuído o real potencial de ameaça, a Biopreparação tem sido durante séculos a arma ideal para um ataque, devido a ser facilmente praticada. As novas tecnologias, aliadas à engenharia genética, permitem a criação de novas espécies de agentes biológicos, ou a melhoria das espécies já existentes, tornando-os mais perigosos e temidos. O CDC agrupou os agentes biológicos em três categorias (A, B e C), de acordo com a sua perigosidade para a saúde pública e potencial uso. É na categoria A que se encontram os microrganismos mais perigosos, muitos deles utilizados, no passado, como armas biológicas. Um ataque bioterrorista traz enormes consequências para um país e para o mundo, consequências que, de uma forma geral, são semelhantes para todas as Armas de Destruição em Massa. Seja um ataque biológico, químico ou nuclear, as consequências financeiras e psicológicas conseguem abalar uma nação, provocando o medo e o terror na população. Em Portugal não há registos de ataques biológicos, no entanto existe a Diretiva Operacional Nacional Nº 3 – NRBQ que indica o modo de atuação em casos de Bioterrorismo, em solo português. aARMA BIOLÓGICA aARMA DE DESTRUIÇÃO MACIÇA aTERRORISMO INTERNACIONAL aTESE aSOBRALbMelissa Micaela Amorim