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    <subfield code="a">Delinqu&#xEA;ncia juvenil</subfield>
    <subfield code="b">Recurso eletr&#xF3;nico</subfield>
    <subfield code="e">jovens e gangues em Lisboa</subfield>
    <subfield code="f">Marcelo de Castro Duarte</subfield>
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    <subfield code="a">Lisboa</subfield>
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    <subfield code="a">Disserta&#xE7;&#xE3;o para obten&#xE7;&#xE3;o do grau de Mestre em Ci&#xEA;ncias Policiais, com especializa&#xE7;&#xE3;o em Criminologia e Investiga&#xE7;&#xE3;o Criminal, no Instituto Superior de Ci&#xEA;ncias Policiais e Seguran&#xE7;a Interna, tendo como orientador Nuno Caetano Lopes de Barros Poiares. Resumo inserto na publica&#xE7;&#xE3;o. Ficheiro de 1,13 MB em formato PDF (144 p.).</subfield>
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    <subfield code="a">A presente investiga&#xE7;&#xE3;o surge como requisito parcial para a obten&#xE7;&#xE3;o de grau de mestre em Ci&#xEA;ncias Policiais pelo Instituto Superior de Ci&#xEA;ncias Policiais e Seguran&#xE7;a Interna (ISCPSI), onde apresenta os resultados de um estudo que procurou saber quais as raz&#xF5;es que levam um jovem a ingressar num gangue. Os dados obtidos sugerem-nos que o fator familiar e o de grupo de pares s&#xE3;o os de maior risco para que ocorra este fen&#xF3;meno. Atrav&#xE9;s de uma investiga&#xE7;&#xE3;o te&#xF3;rica e dos inqu&#xE9;ritos por entrevista que aplic&#xE1;mos aos profissionais da PSP, &#xE0;s profissionais e jovens da Casa do Gaiato de Lisboa e aos jovens reclusos do Estabelecimento Prisional de Lisboa, conseguimos constatar que o fator familiar &#xE9; o que tem mais incid&#xEA;ncia para que um jovem ingresse num gangue na zona de Lisboa devido a diversos fatores como, por exemplo, a falta de educa&#xE7;&#xE3;o e pouca supervis&#xE3;o por parte dos pais. Posteriormente, surge o fator de grupo de pares como o segundo maior fator de risco, onde os informantes afirmam que a influ&#xEA;ncia por parte dos membros &#xE9; essencial. Tamb&#xE9;m constat&#xE1;mos que a &#xE1;rea de habita&#xE7;&#xE3;o do jovem tem influ&#xEA;ncia para que este entre no dom&#xED;nio da delinqu&#xEA;ncia juvenil e no ingresso em gangues devido a conviverem com jovens na mesma situa&#xE7;&#xE3;o que a sua e a serem influenciados pelo grupo de pares. Da mesma forma, verific&#xE1;mos que a pobreza pode ser considerada uma raz&#xE3;o para ingresso num gangue, visto que estes jovens t&#xEA;m a necessidade de &#x201C;ter&#x201D; e, como n&#xE3;o t&#xEA;m posses financeiras, optam pela pr&#xE1;tica de atos il&#xED;citos para obterem dinheiro. &#xC9; preciso n&#xE3;o esquecer que os pais destes jovens t&#xEA;m empregos mal remunerados, sendo que o sal&#xE1;rio &#xE9; maioritariamente para pagar as contas. Conseguimos constatar que a maioria dos jovens n&#xE3;o se sentem desintegrados da sociedade ou estigmatizados, embora houvesse respostas, da parte dos reclusos do Estabelecimento Prisional de Lisboa, em que n&#xE3;o sabiam se iriam sentir ap&#xF3;s a sua sa&#xED;da do estabelecimento. Este trabalho ajudou para a compreens&#xE3;o do fen&#xF3;meno e de como s&#xE3;o necess&#xE1;rias medidas para o combater, onde destacamos a necessidade de uma maior implementa&#xE7;&#xE3;o de medidas de preven&#xE7;&#xE3;o e interven&#xE7;&#xE3;o junto dos jovens e dos pais dos mesmos.</subfield>
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    <subfield code="a">GANG DE RUA</subfield>
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    <subfield code="a">VIOL&#xCA;NCIA URBANA</subfield>
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