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    <subfield code="a">Nota pr&#xE9;via &#xE0; 6&#xAA; edi&#xE7;&#xE3;o. Plano. Orienta&#xE7;&#xF5;es de leitura. PR&#xD3;LOGO. 1. As op&#xE7;&#xF5;es metodol&#xF3;gicas. 2. A sistematiza&#xE7;&#xE3;o da obra. I &#x2013; TEORIA DO DIREITO CONSTITUCIONAL (PARTE GERAL) Cap&#xED;tulo I &#x2013; Direito constitucional &#xA7; 1&#xBA; O direito constitucional na enciclop&#xE9;dia jur&#xED;dica. 3. O conceito de Direito Constitucional. 4. As divis&#xF5;es do Direito Constitucional. 5. As caracter&#xED;sticas do Direito Constitucional. 6. As rela&#xE7;&#xF5;es do Direito Constitucional com os ramos do Direito. &#xA7; 2&#xBA; O direito constitucional na ci&#xEA;ncia do direito. 7. A Ci&#xEA;ncia do Direito Constitucional. 8. Os desafios ao pensamento cient&#xED;fico no Direito Constitucional; o &#x201C;Constitucionalismo Total&#x201D;. 9. As Ci&#xEA;ncias Afins e Auxiliares da Ci&#xEA;ncia do Direito Constitucional. 10. Os elementos de estudo. &#xA7; 3&#xBA; Os princ&#xED;pios constitucionais. 11. O sentido dos princ&#xED;pios constitucionais em geral. 12. A relev&#xE2;ncia espec&#xED;fica dos pre&#xE2;mbulos constitucionais. &#xA7; 4&#xBA; as normas constitucionais. 13. O sentido das normas constitucionais em geral. 14. Modalidades de normas constitucionais em especial. &#xA7; 5&#xBA; direito constitucional e ordem jur&#xED;dica. 15. O Direito Constitucional e as outras parcelas da Ordem Jur&#xED;dica. 16. As rela&#xE7;&#xF5;es inter-sistem&#xE1;ticas do Direito Constitucional com outros setores normativos. Cap&#xED;tulo II &#x2013; Estado. &#xA7; 6&#xBA; O poder pol&#xED;tico e o Estado. 17. Conceito e origem do poder pol&#xED;tico. 18. O poder pol&#xED;tico e os outros poderes. 19. O poder pol&#xED;tico e as diversas entidades jur&#xED;dico-pol&#xED;ticas. &#xA7; 7&#xBA; O Estado como principal entidade jur&#xED;dico-pol&#xED;tica. 20. O Estado em geral: conceito, caracter&#xED;sticas, fins, ace&#xE7;&#xF5;es e nomenclatura. 21. O elemento humano &#x2013; o povo. 22. O elemento funcional &#x2013; a soberania. 23. O elemento espacial &#x2013; o territ&#xF3;rio. 24. As vicissitudes do Estado. &#xA7; 8&#xBA; as estruturas do Estado. 25. A diversidade da organiza&#xE7;&#xE3;o estadual. 26. Tipo constitucional de Estado: Estado de Direito ou Estado de Legalidade. 27. Forma institucional de governo: monarquia ou rep&#xFA;blica. 28. Regime pol&#xED;tico: ditadura ou democracia. 29. Forma de Estado: simples ou composto. 30. Sistema de governo: parlamentar, presidencial ou semipresidencial. &#xA7; 9&#xBA; A evolu&#xE7;&#xE3;o do estado na hist&#xF3;ria universal. 31. A periodifica&#xE7;&#xE3;o da evolu&#xE7;&#xE3;o hist&#xF3;rica do Estado. 32. O Estado Oriental. 33. O Estado Grego. 34. O Estado Romano. 35. O Estado Medieval. 36. O Estado Moderno. 37. O Estado Contempor&#xE2;neo. &#xA7; 10&#xBA; A caracteriza&#xE7;&#xE3;o do estado portugu&#xEA;s. 38. A forma&#xE7;&#xE3;o e a evolu&#xE7;&#xE3;o de Portugal. 39. O elemento humano: os cidad&#xE3;os portugueses. 40. O elemento funcional: a soberania portuguesa. 41. O elemento espacial: o territ&#xF3;rio portugu&#xEA;s.  Cap&#xED;tulo III &#x2013; Constitucionalismo contempor&#xE2;neo. &#xA7; 11&#xBA; Constitucionalismo contempor&#xE2;neo e estado de direito 42. Constitucionalismo e Estado de Direito. 43. Tra&#xE7;os fundamentais do Constitucionalismo. &#xA7; 12&#xBA; Evolu&#xE7;&#xE3;o do constitucionalismo contempor&#xE2;neo 44. O Constitucionalismo Liberal do s&#xE9;culo XIX 235 45. O Constitucionalismo Social do s&#xE9;culo XX. 46. O Constitucionalismo da P&#xF3;s-Modernidade/P&#xF3;s-Contemporaneidade do s&#xE9;culo XXI? &#xA7; 13&#xBA; os (n&#xE3;o) constitucionalismos socialista e fascista do s&#xE9;culo XX. 47. O Constitucionalismo Socialista. 48. O Constitucionalismo Fascista. Cap&#xED;tulo IV &#x2013; constitucionalismo comparado. &#xA7; 14&#xBA; Aspetos metodol&#xF3;gicos gerais. 49. A compara&#xE7;&#xE3;o em Direito Constitucional. 50. Os Direitos Constitucionais Estrangeiros a comparar. &#xA7; 15&#xBA; O constitucionalismo do Reino Unido. 51. A forma&#xE7;&#xE3;o hist&#xF3;rica e a evolu&#xE7;&#xE3;o na continuidade. 52. Um ordenamento constitucional misto e flex&#xED;vel. 53. Os direitos fundamentais e o papel dos tribunais na limita&#xE7;&#xE3;o do poder p&#xFA;blico. 54. O parlamentarismo de gabinete numa monarquia simb&#xF3;lica. &#xA7; 16&#xBA; o constitucionalismo dos Estados Unidos da Am&#xE9;rica. 55. Uma forma&#xE7;&#xE3;o r&#xE1;pida e um aperfei&#xE7;oamento linear. 56. A durabilidade, a elasticidade e a rigidez da Constitui&#xE7;&#xE3;o de 1787. 57. A novidade da estrutura federal. 58. A for&#xE7;a defensiva dos direitos fundamentais. 59. O presidencialismo perfeito e a separa&#xE7;&#xE3;o colaborante dos poderes. 60. A fiscaliza&#xE7;&#xE3;o da constitucionalidade e a import&#xE2;ncia dos tribunais. &#xA7; 17&#xBA; O constitucionalismo da Fran&#xE7;a. 61. Turbul&#xEA;ncia e estabilidade na evolu&#xE7;&#xE3;o constitucional. 62. A sucess&#xE3;o dos diversos textos constitucionais. 63. A atual Constitui&#xE7;&#xE3;o Francesa de 1958. 64. A deficiente positiva&#xE7;&#xE3;o dos direitos fundamentais e o papel do Conselho Constitucional. 65. O semipresidencialismo &#x201C;gaullista&#x201D; e a preponder&#xE2;ncia do Chefe de Estado. 66. A fiscaliza&#xE7;&#xE3;o para-jurisdicional da constitucionalidade. &#xA7; 18&#xBA; Outros constitucionalismos. 67. O Constitucionalismo da Su&#xED;&#xE7;a. 68. O Constitucionalismo da It&#xE1;lia 345 69. O Constitucionalismo da Alemanha 348 70. O Constitucionalismo da Espanha. Cap&#xED;tulo V &#x2013; Constitucionalismo portugu&#xEA;s. &#xA7; 19&#xBA; Aspetos de ordem geral 71. A periodifica&#xE7;&#xE3;o da evolu&#xE7;&#xE3;o do Direito Constitucional Portugu&#xEA;s. 72. As const&#xE2;ncias e as ruturas do Constitucionalismo Portugu&#xEA;s. &#xA7; 20&#xBA; O constitucionalismo vintista e a constitui&#xE7;&#xE3;o de 1822. 73. A Revolu&#xE7;&#xE3;o Liberal de 1820 e a &#x201C;S&#xFA;plica pela Constitui&#xE7;&#xE3;o&#x201D; de 1808. 74. As &#x201C;Bases da Constitui&#xE7;&#xE3;o&#x201D; de 1821. 75. A forma&#xE7;&#xE3;o parlamentar do texto constitucional definitivo e as suas duas vig&#xEA;ncias. 76. A conce&#xE7;&#xE3;o progressista dos direitos fundamentais. 77. O &#x201C;presidencialismo&#x201D; mon&#xE1;rquico inoperante. 78. A uni&#xE3;o real entre Portugal e o Brasil. &#xA7; 21&#xBA; O constitucionalismo cartista e a carta constitucional de 1826. 79. Da ordem pr&#xE9;-constitucional &#xE0; Restaura&#xE7;&#xE3;o Constitucional.  80. A outorga r&#xE9;gia do texto constitucional e as suas tr&#xEA;s vig&#xEA;ncias. 81. A desvaloriza&#xE7;&#xE3;o sistem&#xE1;tica e o avan&#xE7;o regulativo dos direitos fundamentais. 82. A novidade do poder moderador e a paulatina parlamentariza&#xE7;&#xE3;o do sistema pol&#xED;tico. 83. Os sucessivos Atos Adicionais. &#xA7; 22&#xBA; o constitucionalismo setembrista e a constitui&#xE7;&#xE3;o de 1838. 84. A Revolu&#xE7;&#xE3;o de 9 de Setembro de 1836. 85. A forma&#xE7;&#xE3;o pact&#xED;cia e a vig&#xEA;ncia &#xFA;nica do texto constitucional. 86. O refor&#xE7;o da conce&#xE7;&#xE3;o liberal dos direitos fundamentais. 87. A pretendida monarquia parlamentar &#x201C;orleanista&#x201D;. &#xA7; 23&#xBA; O constitucionalismo republicano e a Constitui&#xE7;&#xE3;o de 1911; o interregno de Sid&#xF3;nio Pais. 88. A Revolu&#xE7;&#xE3;o de 5 de Outubro de 1910 e o programa republicano. 89. A forma&#xE7;&#xE3;o parlamentar e as duas vig&#xEA;ncias do texto constitucional. 90. A conce&#xE7;&#xE3;o liberal e republicana de direitos fundamentais. 91. O parlamentarismo pulverizado de assembleia. 92. O pioneirismo da fiscaliza&#xE7;&#xE3;o jurisdicional da constitucionalidade. 93. As revis&#xF5;es constitucionais e o interregno de Sid&#xF3;nio Pais. &#xA7; 24&#xBA; O constitucionalismo fascizante e a Constitui&#xE7;&#xE3;o de 1933. 94. O Golpe Militar de 28 de Maio de 1926 e o &#x201C;Estado Novo&#x201D;. 95. A tardia e plebiscit&#xE1;ria forma&#xE7;&#xE3;o do texto constitucional. 96. A conce&#xE7;&#xE3;o nominal dos direitos fundamentais. 97. A ordem social e econ&#xF3;mica corporativa. 98. O autoritarismo governativo de chanceler. 99. As muitas revis&#xF5;es constitucionais. &#xA7; 25&#xBA; O constitucionalismo democr&#xE1;tico e social da III Rep&#xFA;blica e a Constitui&#xE7;&#xE3;o de 1976. 100. A Revolu&#xE7;&#xE3;o de 25 de Abril de 1974 e o Programa do Movimento das For&#xE7;as Armadas. 101. O per&#xED;odo constitucional provis&#xF3;rio. 102. A Assembleia Constituinte e os Pactos MFA-Partidos. 103. A Constitui&#xE7;&#xE3;o de 2 de Abril de 1976 e as influ&#xEA;ncias recebidas. Cap&#xED;tulo VI &#x2013; Constitucionalismo de l&#xED;ngua portuguesa. &#xA7; 26&#xBA; O direito constitucional global de l&#xED;ngua portuguesa. 104. O Direito Constitucional Comparado de L&#xED;ngua Portuguesa. 105. A grelha comparat&#xED;stica do Direito Constitucional de L&#xED;ngua Portuguesa. 106. Os Nove Direitos Constitucionais de L&#xED;ngua Portuguesa 455 107. Existe um modelo de Direito Constitucional Global de L&#xED;ngua Portuguesa? 456 &#xA7; 27&#xBA; a forma&#xE7;&#xE3;o sucessiva do constitucionalismo de l&#xED;ngua portuguesa 108. A primeira vaga: a Constitui&#xE7;&#xE3;o Portuguesa de 1976 459 109. A segunda vaga: a Constitui&#xE7;&#xE3;o Brasileira de 1988 460 110. A terceira vaga: as Constitui&#xE7;&#xF5;es dos Estados Africanos Lus&#xF3;fonos na II Rep&#xFA;blica. 111. A quarta vaga: a Constitui&#xE7;&#xE3;o de Timor-Leste de 2002. &#xA7; 28&#xBA; O constitucionalismo africano de l&#xED;ngua portuguesa. 112. A caracteriza&#xE7;&#xE3;o pol&#xED;tico-constitucional geral da II Rep&#xFA;blica. 113. Descri&#xE7;&#xE3;o breve dos Direitos Constitucionais Africanos Lus&#xF3;fonos. &#xA7; 29&#xBA; O constitucionalismo de Angola. 114. </subfield>
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    <subfield code="a">Periodifica&#xE7;&#xE3;o da evolu&#xE7;&#xE3;o hist&#xF3;rico-pol&#xED;tica de Angola. 115. A &#xE9;poca colonial portuguesa (1482-1974). 116. A Revolu&#xE7;&#xE3;o dos Cravos e o processo da independ&#xEA;ncia de Angola (1974-1975). 117. A Lei Constitucional da Rep&#xFA;blica Popular de Angola de 1975, as suas revis&#xF5;es e a I Rep&#xFA;blica (1975-1991). 118. O in&#xED;cio da transi&#xE7;&#xE3;o democr&#xE1;tica e a Lei Constitucional da Rep&#xFA;blica Popular de Angola de 1991 (1991-1992) 501 119. A Lei Constitucional da Rep&#xFA;blica de Angola de 1992 e as suas revis&#xF5;es (1992-2010). 120. A forma&#xE7;&#xE3;o do texto constitucional de 2010 depois de elei&#xE7;&#xF5;es gerais. 121. A fiscaliza&#xE7;&#xE3;o preventiva necess&#xE1;ria e o Ac&#xF3;rd&#xE3;o n&#xBA; 111/2010 do Tribunal Constitucional. 122. Estrutura do articulado constitucional e influ&#xEA;ncias recebidas. 123. A nova Constitui&#xE7;&#xE3;o da Rep&#xFA;blica de Angola de 2010 e o respeito pelos limites materiais constituintes. 124. A Constitui&#xE7;&#xE3;o da Rep&#xFA;blica de Angola de 2010 (2010-&#x2026;.): II ou III Rep&#xFA;blica? &#xA7; 30&#xBA; O constitucionalismo de Mo&#xE7;ambique. 125. Periodifica&#xE7;&#xE3;o da evolu&#xE7;&#xE3;o hist&#xF3;rico-pol&#xED;tica de Mo&#xE7;ambique. 126. A &#xE9;poca colonial portuguesa (1498-1974. 127. A Revolu&#xE7;&#xE3;o dos Cravos e o processo da independ&#xEA;ncia de Mo&#xE7;ambique (1974-1975). 128. A Constitui&#xE7;&#xE3;o da Rep&#xFA;blica Popular de Mo&#xE7;ambique de 1975, as suas revis&#xF5;es e a I Rep&#xFA;blica (1975-1990). 129. O in&#xED;cio da transi&#xE7;&#xE3;o democr&#xE1;tica, a Constitui&#xE7;&#xE3;o da Rep&#xFA;blica de Mo&#xE7;ambique de 1990, as suas revis&#xF5;es pontuais e o Acordo Geral de Paz de 1992 (1990-2004). 130. A forma&#xE7;&#xE3;o do texto constitucional de 2004 depois de elei&#xE7;&#xF5;es gerais. 131. Estrutura do articulado constitucional, influ&#xEA;ncias recebidas e a revis&#xE3;o pontual de 2007. 132. A Constitui&#xE7;&#xE3;o da Rep&#xFA;blica de Mo&#xE7;ambique de 2004 (2004-&#x2026;.): II ou III Rep&#xFA;blica? &#xA7; 31&#xBA; O constitucionalismo de Timor-Leste. 133. Periodifica&#xE7;&#xE3;o da evolu&#xE7;&#xE3;o hist&#xF3;rico-pol&#xED;tica de Timor-Leste. 134. A &#xE9;poca colonial portuguesa (1512-1974). 135. A Revolu&#xE7;&#xE3;o dos Cravos e a abertura &#xE0; autodetermina&#xE7;&#xE3;o timorense (1974-1975). 136. A ef&#xE9;mera I Rep&#xFA;blica Democr&#xE1;tica de Timor-Leste (1975).  137. O tempo da ocupa&#xE7;&#xE3;o indon&#xE9;sia (1975-1999). 138. A administra&#xE7;&#xE3;o internacional pelas Na&#xE7;&#xF5;es Unidas &#x2013; UNTAET (1999-2002). 139. A restaura&#xE7;&#xE3;o da independ&#xEA;ncia e a II Rep&#xFA;blica Democr&#xE1;tica de Timor-Leste (2002-&#x2026;.). 140. A independ&#xEA;ncia constitucional num procedimento constituinte democr&#xE1;tico e representativo. 141. A nova Constitui&#xE7;&#xE3;o Timorense de 2002. 142. Os princ&#xED;pios fundamentais e as fontes de Direito. 143. Os direitos fundamentais. 144. A organiza&#xE7;&#xE3;o pol&#xED;tica. &#xA7; 32&#xBA; O constitucionalismo de Macau. 145. A Lei B&#xE1;sica de Macau. 146. A Regi&#xE3;o Administrativa Especial de Macau. 147. A diversidade das fontes jur&#xED;dico-normativas dos direitos fundamentais. 148. As op&#xE7;&#xF5;es de conte&#xFA;do na constru&#xE7;&#xE3;o do cat&#xE1;logo dos direitos fundamentais. 149. O sistema de governo. 150. A fiscaliza&#xE7;&#xE3;o da constitucionalidade. Cap&#xED;tulo VII &#x2013; Constitui&#xE7;&#xE3;o &#xA7; 33&#xBA; a constitui&#xE7;&#xE3;o como lex fundamentalis. 151. Sentido geral de Constitui&#xE7;&#xE3;o. 152. Modalidades e fun&#xE7;&#xF5;es da Constitui&#xE7;&#xE3;o. 153. A Constitui&#xE7;&#xE3;o como lei estadual. 154. A Constitui&#xE7;&#xE3;o como ato jur&#xED;dico-positivo supremo. 155. A Constitui&#xE7;&#xE3;o como n&#xFA;cleo do Ordenamento Jur&#xED;dico Positivo. 156. A Constitui&#xE7;&#xE3;o como c&#xF3;digo jur&#xED;dico. 157. A mitigada relev&#xE2;ncia do costume constitucional. 158. A limita&#xE7;&#xE3;o pr&#xE1;tica da jurisprud&#xEA;ncia constitucional.  159. A exclus&#xE3;o de outras fontes do Direito Constitucional. &#xA7; 34&#xBA; a constitui&#xE7;&#xE3;o portuguesa de 1976 e as suas revis&#xF5;es. 160. A Constitui&#xE7;&#xE3;o Documental. 161. O Direito Constitucional Extravagante. 162. A vers&#xE3;o primitiva da Constitui&#xE7;&#xE3;o de 1976. 163. A primeira revis&#xE3;o constitucional de 1982. 164. A segunda revis&#xE3;o constitucional de 1989. 165. A terceira revis&#xE3;o constitucional de 1992. 166. A quarta revis&#xE3;o constitucional de 1997. 167. A quinta revis&#xE3;o constitucional de 2001. 168. A sexta revis&#xE3;o constitucional de 2004. 169. A s&#xE9;tima revis&#xE3;o constitucional de 2005. 170. A pr&#xF3;xima revis&#xE3;o constitucional. &#xA7; 35&#xBA; O poder constituinte. 171. Poder constituinte e nascimento da Constitui&#xE7;&#xE3;o. 172. As caracter&#xED;sticas do poder constituinte. 173. Manifesta&#xE7;&#xF5;es t&#xED;picas do poder constituinte. &#xA7; 36&#xBA; As vicissitudes constitucionais. 174. Os factos normativo-constitucionais supervenientes. 175. Classifica&#xE7;&#xF5;es e tipos de vicissitudes constitucionais. &#xA7; 37&#xBA; A interpreta&#xE7;&#xE3;o das disposi&#xE7;&#xF5;es constitucionais. 176. A aceita&#xE7;&#xE3;o dos c&#xE2;nones gerais da interpreta&#xE7;&#xE3;o jur&#xED;dica. 177. Interpreta&#xE7;&#xE3;o constitucional e interpreta&#xE7;&#xE3;o conforme &#xE0; Constitui&#xE7;&#xE3;o. 178. As singularidades da interpreta&#xE7;&#xE3;o constitucional. &#xA7; 38&#xBA; A integra&#xE7;&#xE3;o das lacunas constitucionais. 179. A admiss&#xE3;o das orienta&#xE7;&#xF5;es gerais sobre a integra&#xE7;&#xE3;o das lacunas jur&#xED;dicas. 180. Lacunas constitucionais e omiss&#xF5;es legislativas. 181. As singularidades da integra&#xE7;&#xE3;o das lacunas constitucionais. &#xA7; 39&#xBA; A aplica&#xE7;&#xE3;o das fontes constitucionais. 182. A aplica&#xE7;&#xE3;o das fontes constitucionais no tempo em geral. 183. A sucess&#xE3;o das fontes constitucionais e infraconstitucionais no tempo em especial. 184. A aplica&#xE7;&#xE3;o das fontes constitucionais no espa&#xE7;o. Cap&#xED;tulo VIII &#x2013; fundamento do direito constitucional. &#xA7; 40&#xBA; A relev&#xE2;ncia supra-positiva do direito constitucional. 185. O Direito Constitucional e a busca da Justi&#xE7;a Material. 186. As conce&#xE7;&#xF5;es pr&#xE9;-constitucionais materiais. 187. A viragem liberal para o positivismo legalista e normativista. 188. As rea&#xE7;&#xF5;es anti-positivistas e o novo Direito Natural. &#xA7; 41&#xBA; As normas constitucionais inconstitucionais. 189. O contributo de Otto Bachof e a resposta das doutrinas constitucionais. 190. A aceita&#xE7;&#xE3;o mitigada da teoria das normas constitucionais inconstitucionais.</subfield>
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