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    <subfield code="a">Manual de direito da Uni&#xE3;o Europeia</subfield>
    <subfield code="f">Ana Maria Guerra Martins</subfield>
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    <subfield code="a">2.&#xAA; ed. reimpress&#xE3;o</subfield>
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    <subfield code="a">Coimbra</subfield>
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    <subfield code="a">Manuais Universit&#xE1;rios</subfield>
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    <subfield code="a">Nota pr&#xE9;via. Nota &#xE0; 2.&#xAA; edi&#xE7;&#xE3;o. Abreviaturas utilizadas. Bibliografia geral. INTRODU&#xC7;&#xC3;O:  1. Premissa de que se parte: o constitucionalismo multin&#xED;vel. 1.1. O constitucionalismo nacional. 1.2. O constitucionalismo global. 1.3. O constitucionalismo regional. 2. Metodologia. 3. Plano da obra. PARTE I - A EVOLU&#xC7;&#xC3;O DO PROCESSO DE INTEGRA&#xC7;&#xC3;O EUROPEIA &#x2013; DAS ORIGENS &#xC0; ATUALIDADE. CAP&#xCD;TULO I &#x2013; DA CRIA&#xC7;&#xC3;O DAS COMUNIDADES EUROPEIAS AT&#xC9; AO ATO &#xDA;NICO EUROPEU. 4. Os projetos de integra&#xE7;&#xE3;o europeia anteriores &#xE0; cria&#xE7;&#xE3;o das Comunidades Europeias. 4.1. A ideia de Europa e de identidade europeia. 4.2. A ideia de &#x201C;Uni&#xE3;o Europeia&#x201D; antes da II Guerra Mundial. 4.3. Os desenvolvimentos posteriores &#xE0; II Guerra Mundial. 5. Os anos 50: a cria&#xE7;&#xE3;o das Comunidades Europeias. 5.1. O Tratado CECA. 5.2. Os antecedentes dos Tratados CEE e Euratom. 5.3. Os Tratado CEE e Euratom. 6. Os anos 60 e 70 &#x2013; um per&#xED;odo de estagna&#xE7;&#xE3;o?  6.1. A posi&#xE7;&#xE3;o do Reino Unido. 6.2. As dificuldades de constru&#xE7;&#xE3;o da Europa pol&#xED;tica. 6.3. A crise da cadeira vazia e os acordos de Luxemburgo. 6.4. A Cimeira de Haia de 1969 e os seus desenvolvimentos na d&#xE9;cada de 70. 7. Os anos 80 &#x2013; o impulso do Ato &#xDA;nico Europeu. 7.1. Os antecedentes do Ato &#xDA;nico Europeu. 7.2. As principais raz&#xF5;es que levaram &#xE0; revis&#xE3;o dos Tratados. 7.3. As principais modifica&#xE7;&#xF5;es introduzidas pelo AUE. 7.4. Os Acordos de Schengen. 7.5. A Carta Comunit&#xE1;ria dos Direitos Sociais Fundamentais dos Trabalhadores. CAP&#xCD;TULO II &#x2013; DA CRIA&#xC7;&#xC3;O DA UNI&#xC3;O EUROPEIA AO TRATADO DE NICE. 8. O Tratado da Uni&#xE3;o Europeia assinado em Maastricht. 8.1. A g&#xE9;nese do Tratado da Uni&#xE3;o Europeia. 8.2. O conte&#xFA;do do Tratado da Uni&#xE3;o Europeia. 9. O Tratado de Amesterd&#xE3;o. 9.1. A g&#xE9;nese e os objetivos do Tratado de Amesterd&#xE3;o. 9.2. As principais modifica&#xE7;&#xF5;es introduzidas pelo Tratado de Amesterd&#xE3;o. 10. O Tratado de Nice. 10.1. Os antecedentes do Tratado de Nice. 10.2. As reformas introduzidas pelo Tratado de Nice. 10.3. As implica&#xE7;&#xF5;es do Tratado de Nice sobre o futuro da integra&#xE7;&#xE3;o europeia. 11. A Carta dos Direitos Fundamentais da Uni&#xE3;o Europeia. 11.1. Os antecedentes da CDFUE. 11.2. O m&#xE9;todo de elabora&#xE7;&#xE3;o da CDFUE: a Conven&#xE7;&#xE3;o. 11.3. Os objetivos da CDFUE. 11.4. O conte&#xFA;do da CDFUE. 11.5. A aus&#xEA;ncia de for&#xE7;a jur&#xED;dica vinculativa inicial da CDFUE. CAP&#xCD;TULO III &#x2013; DA REFUNDA&#xC7;&#xC3;O DA UNI&#xC3;O EUROPEIA AT&#xC9; &#xC0; CRISE ATUAL. 12. O Tratado que estabelece uma Constitui&#xE7;&#xE3;o para a Europa. 12.1. Antecedentes do TECE. 12.2. A assinatura e o fracasso do processo de ratifica&#xE7;&#xE3;o do TECE. 12.3. O impasse subsequente e o per&#xED;odo de reflex&#xE3;o. 13. O Tratado de Lisboa &#x2013; a sa&#xED;da da crise? 13.1. Antecedentes. 13.2. As vicissitudes da ratifica&#xE7;&#xE3;o do Tratado de Lisboa. 13.3. Os desenvolvimentos posteriores &#xE0; entrada em vigor do Tratado de Lisboa. PARTE II - A CONSTITUI&#xC7;&#xC3;O POL&#xCD;TICA DA UNI&#xC3;O EUROPEIA. CAP&#xCD;TULO IV &#x2013; A UNI&#xC3;O EUROPEIA COMO UNI&#xC3;O DE ESTADOS E DE CIDAD&#xC3;OS. 14. A estrutura da Uni&#xE3;o Europeia. 14.1. A estrutura tripartida inicial. 14.2. A atual estrutura unit&#xE1;ria e as suas insufici&#xEA;ncias. 15. A personalidade jur&#xED;dica da Uni&#xE3;o Europeia. 15.1. Antecedentes. 15.2. Da aus&#xEA;ncia inicial de personalidade jur&#xED;dica da Uni&#xE3;o Europeia. 15.3. A consagra&#xE7;&#xE3;o da personalidade jur&#xED;dica da Uni&#xE3;o Europeia no Tratado de Lisboa. 16. A ades&#xE3;o e a retirada da Uni&#xE3;o Europeia. 16.1. A ades&#xE3;o &#xE0; Uni&#xE3;o Europeia. 16.2. A retirada da Uni&#xE3;o Europeia. 17. Os valores da Uni&#xE3;o Europeia. 17.1. Enquadramento do problema. 17.2. Antecedentes do artigo 2.&#xBA; do TUE. 17.3. A dignidade humana. 17.4. A liberdade. 17.5. A democracia. 17.6. A igualdade. 17.7. O Estado de direito. 17.8. O respeito pelos direitos fundamentais. 17.9. A suspens&#xE3;o dos direitos de um Estado-membro por desrespeito dos valores da Uni&#xE3;o. 18. Os objetivos da Uni&#xE3;o Europeia. 18.1. Antecedentes. 18.2. Os objetivos da Uni&#xE3;o ap&#xF3;s o Tratado de Lisboa. 18.3. O valor jur&#xED;dico dos objetivos. 19. A natureza jur&#xED;dica da Uni&#xE3;o Europeia. 19.1. A tese da Organiza&#xE7;&#xE3;o Internacional, maxime supranacional. 19.2. A tese confederal. 19.3. A tese federal. 19.4. A tese da entidade sui generis. 19.5. Posi&#xE7;&#xE3;o adotada: a uni&#xE3;o de Estados e de cidad&#xE3;os. CAP&#xCD;TULO V &#x2013; A CIDADANIA DA UNI&#xC3;O EUROPEIA. 20. A cidadania da Uni&#xE3;o. 20.1. Preliminares. 20.2. As origens da cidadania da Uni&#xE3;o. 20.3. A nacionalidade de um Estado-membro como condi&#xE7;&#xE3;o de aquisi&#xE7;&#xE3;o da cidadania da Uni&#xE3;o. 20.4. Os direitos (e deveres) do cidad&#xE3;o da Uni&#xE3;o. 20.5. O impacto da cidadania da Uni&#xE3;o nos nacionais de terceiros Estados. CAP&#xCD;TULO VI &#x2013; A PROTE&#xC7;&#xC3;O DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS NA UNI&#xC3;O EUROPEIA. 21. Preliminares. 22. A constru&#xE7;&#xE3;o pretoriana inicial da prote&#xE7;&#xE3;o dos direitos fundamentais. 23. A consagra&#xE7;&#xE3;o da prote&#xE7;&#xE3;o dos direitos fundamentais no Direito Origin&#xE1;rio e as suas insufici&#xEA;ncias. 24. A prote&#xE7;&#xE3;o dos direitos fundamentais ap&#xF3;s o Tratado de Lisboa. 24.1. O valor jur&#xED;dico da CDFUE. PARTE III - AS ATRIBUI&#xC7;&#xD5;ES, A ESTRUTURA ORG&#xC2;NICA E OS PROCEDIMENTOS DE DECIS&#xC3;O DA UNI&#xC3;O EUROPEIA. CAP&#xCD;TULO VII &#x2013; AS ATRIBUI&#xC7;&#xD5;ES DA UNI&#xC3;O EUROPEIA. 25. Os princ&#xED;pios que regem as atribui&#xE7;&#xF5;es da Uni&#xE3;o. 25.1. Os princ&#xED;pios gerais de relacionamento da Uni&#xE3;o Europeia com os seus Estados-membros. 25.2. Os princ&#xED;pios espec&#xED;ficos relativos &#xE0; reparti&#xE7;&#xE3;o de atribui&#xE7;&#xF5;es entre a Uni&#xE3;o e os Estados-membros e ao seu exerc&#xED;cio. 26. As atribui&#xE7;&#xF5;es da Uni&#xE3;o antes do Tratado de Lisboa. 26.1. As atribui&#xE7;&#xF5;es ao n&#xED;vel interno. 26.2. As atribui&#xE7;&#xF5;es ao n&#xED;vel externo. 26.3. A reparti&#xE7;&#xE3;o de atribui&#xE7;&#xF5;es entre a Uni&#xE3;o e os seus Estados-membros no TECE. 27. As atribui&#xE7;&#xF5;es da Uni&#xE3;o ap&#xF3;s o Tratado de Lisboa. 27.1. As categorias e a respetiva defini&#xE7;&#xE3;o das atribui&#xE7;&#xF5;es da Uni&#xE3;o no TFUE. 27.2. O dom&#xED;nio material das v&#xE1;rias categorias de atribui&#xE7;&#xF5;es da Uni&#xE3;o. 28. A a&#xE7;&#xE3;o externa da Uni&#xE3;o Europeia. 28.1. Preliminares. 28.2. Os antecedentes pr&#xF3;ximos do Tratado de Lisboa &#x2013; o TECE. 28.3. O mandato da CIG 2007 no dom&#xED;nio da a&#xE7;&#xE3;o externa da Uni&#xE3;o. 28.4. O Tratado de Lisboa. 29. O espa&#xE7;o de liberdade, seguran&#xE7;a e justi&#xE7;a. 29.1. Antecedentes. 29.2. As modifica&#xE7;&#xF5;es introduzidas pelo Tratado de Lisboa. CAP&#xCD;TULO VIII &#x2013; A ESTRUTURA INSTITUCIONAL E ORG&#xC2;NICA DA UNI&#xC3;O EUROPEIA. 30. Considera&#xE7;&#xF5;es introdut&#xF3;ria. 31. Os princ&#xED;pios relativos &#xE0; estrutura institucional e org&#xE2;nica da Uni&#xE3;o Europeia. 31.1. O princ&#xED;pio da compet&#xEA;ncia de atribui&#xE7;&#xE3;o. 31.2. O princ&#xED;pio do equil&#xED;brio institucional. 31.3. O princ&#xED;pio da coer&#xEA;ncia institucional. 31.4. O princ&#xED;pio democr&#xE1;tico. 32. O quadro institucional da Uni&#xE3;o Europeia. 32.1. Preliminares. 32.2. O Parlamento Europeu. 32.3. O Conselho Europeu. 32.4. O Conselho. 32.4.1. A composi&#xE7;&#xE3;o. 32.5. A Comiss&#xE3;o. 32.6. O Alto Representante da Uni&#xE3;o para os Neg&#xF3;cios Estrangeiros e para a Pol&#xED;tica de Seguran&#xE7;a &#x2013; remiss&#xE3;o. 32.7. O Tribunal de Justi&#xE7;a da Uni&#xE3;o Europeia. 32.8. O Banco Central Europeu. 32.9. O Tribunal de Contas da Uni&#xE3;o. 33. Os &#xF3;rg&#xE3;os consultivos da Uni&#xE3;o Europeia. 33.1. O Comit&#xE9; Econ&#xF3;mico e Social. 33.2. O Comit&#xE9; das Regi&#xF5;es. 34. O Provedor de Justi&#xE7;a. 34.1. O modo de designa&#xE7;&#xE3;o, a dura&#xE7;&#xE3;o do mandato e o estatuto. 34.2. A compet&#xEA;ncia. 35. As ag&#xEA;ncias independentes. 36. O alargamento da compet&#xEA;ncia das institui&#xE7;&#xF5;es e dos &#xF3;rg&#xE3;os da Uni&#xE3;o: a &#x201C;cl&#xE1;usula de flexibilidade&#x201D;. 36.1. Os antecedentes remotos: o artigo 95.&#xBA; do TCECA e o artigo 308.&#xBA; do TCE. 36.2. Os antecedentes pr&#xF3;ximos: os artigos 17.&#xBA; do projeto de TECE e I-18.&#xBA; do TECE. 36.3. A exegese do artigo 352.&#xBA; do TFUE. 36.4. A &#x201C;cl&#xE1;usula de flexibilidade&#x201D; e a &#x201C;quest&#xE3;o constitucional&#x201D;. CAP&#xCD;TULO IX &#x2013; OS PROCEDIMENTOS DE DECIS&#xC3;O&#xB4;DA UNI&#xC3;O EUROPEIA. 37. Os procedimentos de decis&#xE3;o antes do Tratado de Lisboa. 37.1. Preliminares. 37.2. A fun&#xE7;&#xE3;o legislativa e os procedimentos de decis&#xE3;o no pilar comunit&#xE1;rio. 37.3. A fun&#xE7;&#xE3;o administrativa ou de execu&#xE7;&#xE3;o no pilar comunit&#xE1;rio. 37.4. Os procedimentos de decis&#xE3;o nos pilares intergovernamentais. 38. Os procedimentos de decis&#xE3;o ap&#xF3;s o Tratado de Lisboa. 38.1. Enquadramento do problema. 38.2. Os procedimentos de ado&#xE7;&#xE3;o de atos legislativos. 38.3. O processo de ado&#xE7;&#xE3;o de atos n&#xE3;o legislativos. 38.4. Os processos de decis&#xE3;o da Uni&#xE3;o Europeia no dom&#xED;nio internacional. 38.5. Balan&#xE7;o geral. PARTE IV - O SISTEMA JUR&#xCD;DICO DA UNI&#xC3;O EUROPEIA. CAP&#xCD;TULO X &#x2013; AS FONTES DE DIREITO DA UNI&#xC3;O EUROPEIA. 39. </subfield>
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    <subfield code="a">As fontes de Direito da Uni&#xE3;o Europeia. 39.1. Considera&#xE7;&#xF5;es preliminares. 39.2. O Direito Origin&#xE1;rio. 39.3. Os princ&#xED;pios gerais de Direito. 39.4. Direito Derivado da Uni&#xE3;o Europeia. 39.5. O Direito Internacional. 39.6. A Jurisprud&#xEA;ncia do Tribunal de Justi&#xE7;a da Uni&#xE3;o Europeia. 39.7. O costume. 39.8. A Doutrina. 39.9. A hierarquia das fontes de Direito da Uni&#xE3;o Europeia. CAP&#xCD;TULO XI &#x2013; AS RELA&#xC7;&#xD5;ES ENTRE O DIREITO DA UNI&#xC3;O EUROPEIA E OS DIREITOS INTERNOS DOS ESTADOS-MEMBROS. 40. Enquadramento geral do tema. 41. O princ&#xED;pio da autonomia do Direito da Uni&#xE3;o Europeia. 42. O princ&#xED;pio do primado do Direito da Uni&#xE3;o sobre o Direito estadual. 42.1. Posicionamento do problema. 42.2. O princ&#xED;pio do primado na &#xF3;tica do Direito da Uni&#xE3;o Europeia. 42.3. O princ&#xED;pio do primado na &#xF3;tica dos Direitos dos Estados-membros. 42.4. Idem: o caso de Portugal. 42.5. A concilia&#xE7;&#xE3;o necess&#xE1;ria das perspetivas da Uni&#xE3;o e dos Estados-membros. 43. Os princ&#xED;pios da aplicabilidade direta e do efeito direto no Direito da Uni&#xE3;o Europeia. 43.1. A aplica&#xE7;&#xE3;o descentralizada do Direito da Uni&#xE3;o Europeia. 43.2. A distin&#xE7;&#xE3;o entre a aplicabilidade direta e o efeito direto. 43.3. A aplicabilidade direta. 43.4. O efeito direto. 44. O princ&#xED;pio da tutela judicial efetiva. 44.1. As origens e os desenvolvimentos at&#xE9; &#xE0; d&#xE9;cada de 90. 44.2. Os desenvolvimentos posteriores. CAP&#xCD;TULO XII &#x2013; O DI&#xC1;LOGO ENTRE JU&#xCD;ZES NACIONAIS E O TRIBUNAL DE JUSTI&#xC7;A DA UNI&#xC3;O EUROPEIA. 45. Os tribunais nacionais como tribunais comuns da Uni&#xE3;o Europeia. 46. O princ&#xED;pio da coopera&#xE7;&#xE3;o entre o Tribunal de Justi&#xE7;a e os tribunais estaduais. 47. O processo das quest&#xF5;es prejudiciais. 47.1. Terminologia. 47.2. Breve enquadramento do processo das quest&#xF5;es prejudiciais. 47.3. As raz&#xF5;es da exist&#xEA;ncia do artigo 267.&#xBA; do TFUE. 47.4. O &#xE2;mbito das quest&#xF5;es prejudiciais. 47.5. As quest&#xF5;es prejudiciais facultativas e obrigat&#xF3;rias. 47.6. Os poderes do juiz nacional no processo das quest&#xF5;es prejudiciais. 47.7. Os poderes do Tribunal de Justi&#xE7;a ao abrigo do artigo 267.&#xBA; do TFUE. 47.8. Os efeitos do ac&#xF3;rd&#xE3;o proferido no &#xE2;mbito do processo das quest&#xF5;es prejudiciais. 47.9. Conclus&#xE3;o.</subfield>
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