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    <subfield code="e">II - direito constitucional portugu&#xEA;s (parte especial), princ&#xED;pios, direitos fundamentais, organiza&#xE7;&#xE3;o econ&#xF3;mica e pol&#xED;tica, garantia e revis&#xE3;o da Constitui&#xE7;&#xE3;o</subfield>
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    <subfield code="a">6.&#xAA; ed., revista e atualizada</subfield>
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    <subfield code="a">II &#x2013; DIREITO CONSTITUCIONAL PORTUGU&#xCA;S (PARTE ESPECIAL) cap&#xED;tulo ix &#x2013; princ&#xED;pios fundamentais &#xA7; 42&#xBA; o princ&#xED;pio do estado de direito. 191. A atual afirma&#xE7;&#xE3;o multidimensional do princ&#xED;pio do Estado de Direito. 192. Portugal como Estado de Direito. 193. O princ&#xED;pio da dignidade da pessoa humana. 194. O princ&#xED;pio da juridicidade e da constitucionalidade. 195. O princ&#xED;pio da separa&#xE7;&#xE3;o de poderes. 196. O princ&#xED;pio da seguran&#xE7;a jur&#xED;dica e da prote&#xE7;&#xE3;o da confian&#xE7;a. 1434 MANUAL DE DIREITO CONSTITUCIONAL 197. O princ&#xED;pio da igualdade. 198. O princ&#xED;pio da proporcionalidade. &#xA7; 43&#xBA; o princ&#xED;pio do estado republicano 199. A autonomiza&#xE7;&#xE3;o tardia do princ&#xED;pio republicano. 200. Portugal como Estado Republicano. 201. A temporariedade dos cargos p&#xFA;blicos em especial. &#xA7; 44&#xBA; o princ&#xED;pio do estado laico 202. Direito, Estado e Religi&#xE3;o: modelos e sistemas constitucionais de rela&#xE7;&#xE3;o. 203. A laicidade cooperativa da Rep&#xFA;blica Portuguesa. &#xA7; 45&#xBA; o princ&#xED;pio do estado democr&#xE1;tico 204. A diversidade morfol&#xF3;gica do princ&#xED;pio democr&#xE1;tico. 205. Portugal como Estado Democr&#xE1;tico. 206. A democracia representativa e a elei&#xE7;&#xE3;o em geral. 207. Os tra&#xE7;os fundamentais do Direito Eleitoral Portugu&#xEA;s. 208. A representa&#xE7;&#xE3;o proporcional em especial. 209. A democracia semidireta e o referendo em geral. 210. As principais op&#xE7;&#xF5;es do Direito Referend&#xE1;rio Portugu&#xEA;s. 211. A democracia participativa e os partidos pol&#xED;ticos em geral. 212. O novo Direito dos Partidos Pol&#xED;ticos em Portugal. &#xA7; 46&#xBA; o princ&#xED;pio do estado unit&#xE1;rio descentralizado 213. A complexidade crescente da organiza&#xE7;&#xE3;o vertical do Estado. 214. Portugal como Estado unit&#xE1;rio regional e descentralizado. 215. O Estado Portugu&#xEA;s e a comunidade internacional. 216. O princ&#xED;pio da integra&#xE7;&#xE3;o europeia. 217. Portugal e a integra&#xE7;&#xE3;o lus&#xF3;fona. cap&#xED;tulo x &#x2013; direitos fundamentais &#xA7; 47&#xBA; a import&#xE2;ncia constitucional dos direitos fundamentais. 218. A prote&#xE7;&#xE3;o constitucional da pessoa pelos direitos fundamentais. 219. A evolu&#xE7;&#xE3;o dos direitos fundamentais. 220. Os direitos fundamentais e o futuro. 1435 &#xCD;NDICE IDEOGR&#xC1;FICO &#xA7; 48&#xBA; o sistema portugu&#xEA;s de direitos fundamentais 221. A conce&#xE7;&#xE3;o pluralista dos direitos fundamentais. 222. A posi&#xE7;&#xE3;o constitucional, tipol&#xF3;gica e aberta dos direitos fundamentais. 223. Os direitos fundamentais at&#xED;picos em especial. 224. Os direitos, liberdades e garantias e os direitos econ&#xF3;micos, sociais e culturais. 225. Os direitos fundamentais an&#xE1;logos. &#xA7; 49&#xBA; o regime geral dos direitos fundamentais. 226. A atribui&#xE7;&#xE3;o subjetiva: universalidade e igualdade. 227. O exerc&#xED;cio jur&#xED;dico: regula&#xE7;&#xE3;o e limites. 228. A tutela efetiva: jurisdicional e n&#xE3;o jurisdicional. &#xA7; 50&#xBA; o regime especial dos direitos, liberdades e garantias. 229. O sentido do regime especial. 230. A aplicabilidade infraconstitucional direta e imediata. 231. A vincula&#xE7;&#xE3;o das entidades p&#xFA;blicas e privadas. 232. A restri&#xE7;&#xE3;o infraconstitucional. 233. A suspens&#xE3;o em estado de exce&#xE7;&#xE3;o. 234. A tutela refor&#xE7;ada. cap&#xED;tulo xi &#x2013; organiza&#xE7;&#xE3;o econ&#xF3;mica &#xA7; 51&#xBA; o princ&#xED;pio do estado social 235. Os fins do Estado em geral. 236. Portugal como Estado Social. 237. O princ&#xED;pio da igualdade social. 238. Os direitos fundamentais econ&#xF3;micos, sociais e culturais. &#xA7; 52&#xBA; a ordem econ&#xF3;mica, financeira e fiscal 239. Constitui&#xE7;&#xE3;o Econ&#xF3;mica e economia social de mercado. 240. Constitui&#xE7;&#xE3;o Financeira e Constitui&#xE7;&#xE3;o Fiscal. cap&#xED;tulo xii &#x2013; organiza&#xE7;&#xE3;o do poder pol&#xED;tico. &#xA7; 53&#xBA; as pessoas e os &#xF3;rg&#xE3;os jur&#xED;dico-p&#xFA;blicos 241. O poder p&#xFA;blico e as suas estruturas decis&#xF3;rias. 242. Modalidades de &#xF3;rg&#xE3;os p&#xFA;blicos. 243. Os &#xF3;rg&#xE3;os colegiais em especial 106. MANUAL DE DIREITO CONSTITUCIONAL &#xA7; 54&#xBA; os &#xF3;rg&#xE3;os da rep&#xFA;blica 246. O Presidente da Rep&#xFA;blica. 247. A Assembleia da Rep&#xFA;blica 1075 248. O Governo 1081 249. Os Tribunais 1088 250. Outros &#xF3;rg&#xE3;os do Estado 1096 251. A caracteriza&#xE7;&#xE3;o do sistema de governo: semipresidencialismo &#x201C;parlamentarizante&#x201D;. &#xA7; 55&#xBA; as fun&#xE7;&#xF5;es e os atos jur&#xED;dico-p&#xFA;blicos 252. O quadro geral das fun&#xE7;&#xF5;es e dos atos jur&#xED;dico-p&#xFA;blicos. 253. As fun&#xE7;&#xF5;es e os atos jur&#xED;dico-p&#xFA;blicos no Direito Constitucional Portugu&#xEA;s. 254. A fun&#xE7;&#xE3;o constitucional e os atos constitucionais. 255. A fun&#xE7;&#xE3;o legislativa e os atos legislativos. 256. A fun&#xE7;&#xE3;o pol&#xED;tica e os atos pol&#xED;ticos. 257. A fun&#xE7;&#xE3;o administrativa e os atos administrativos. 258. A fun&#xE7;&#xE3;o jurisdicional e os atos jurisdicionais. &#xA7; 56&#xBA; o problema das fontes de direito 259. O sentido geral das fontes do Direito. 260. A obsoleta resposta tradicional: as fontes de Direito no C&#xF3;digo Civil. 261. A nova resposta constitucional: a Constitui&#xE7;&#xE3;o como norma normarum. &#xA7; 57&#xBA; as fontes de direito jur&#xED;dico-p&#xFA;blicas 262. A amplitude da lei como fonte geral de Direito. 263. As fontes constitucionais: a Constitui&#xE7;&#xE3;o e os atos constitucionais. 264. As fontes externas: o Direito Internacional e Europeu. 265. As fontes ordin&#xE1;rias: o Direito Legal e afim. 266. As fontes administrativas: o Direito Regulamentar. &#xA7; 58&#xBA; outras fontes de direito 267. A relev&#xE2;ncia independente e direta do costume como fonte geral de Direito. 268. O alcance da jurisprud&#xEA;ncia como fonte geral de Direito. &#xA7; 59&#xBA; as rela&#xE7;&#xF5;es entre atos jur&#xED;dico-p&#xFA;blicos e fontes de direito 269. As rela&#xE7;&#xF5;es entre atos jur&#xED;dico-p&#xFA;blicos e fontes de Direito; as rela&#xE7;&#xF5;es antin&#xF3;micas em especial. 1437 &#xCD;NDICE IDEOGR&#xC1;FICO 270. Os crit&#xE9;rios de resolu&#xE7;&#xE3;o das rela&#xE7;&#xF5;es antin&#xF3;micas. 271. A hierarquia dos atos jur&#xED;dico-p&#xFA;blicos e das fontes de Direito. 272. O valor refor&#xE7;ado dos atos jur&#xED;dico-p&#xFA;blicos. &#xA7; 60&#xBA; a fun&#xE7;&#xE3;o legislativa e os atos legislativos 273. A fun&#xE7;&#xE3;o legislativa. 274. A reserva de lei e a compet&#xEA;ncia legislativa. 275. Os atos legislativos. 276. As leis org&#xE2;nicas. 277. Os atos legislativos de bases e de desenvolvimento. 278. As autoriza&#xE7;&#xF5;es legislativas e os atos legislativos autorizados. 279. A aprecia&#xE7;&#xE3;o parlamentar de atos legislativos. &#xA7; 61&#xBA; os procedimentos legislativos 280. A ideia de procedimento legislativo. 281. O procedimento legislativo parlamentar nacional em geral e a urg&#xEA;ncia legislativa. 282. A fase da iniciativa. 283. A fase da instru&#xE7;&#xE3;o. 284. A fase da aprova&#xE7;&#xE3;o. 285. A fase da promulga&#xE7;&#xE3;o. 286. A fase da referenda. 287. A fase da efic&#xE1;cia. 288. Os procedimentos legislativos parlamentares nacionais especiais. 289. O procedimento legislativo governamental. 290. O procedimento legislativo regional.  &#xA7; 62&#xBA; as regi&#xF5;es aut&#xF3;nomas 291. Portugal como Estado Regional. 292. Os &#xF3;rg&#xE3;os regionais. 293. O poder legislativo regional.  &#xA7; 63&#xBA; administra&#xE7;&#xE3;o p&#xFA;blica e poder local 294. A Administra&#xE7;&#xE3;o P&#xFA;blica Portuguesa. 295. As autarquias locais e o Poder Local.  cap&#xED;tulo xiii &#x2013; garantia e revis&#xE3;o da constitui&#xE7;&#xE3;o &#xA7; 64&#xBA; a garantia da constitui&#xE7;&#xE3;o. 296. A import&#xE2;ncia da defesa da Constitui&#xE7;&#xE3;o. 297. A inconstitucionalidade dos atos jur&#xED;dico-p&#xFA;blicos. 298. Os desvalores dos atos inconstitucionais. 299. A responsabilidade por atos inconstitucionais. &#xA7; 65&#xBA; a fiscaliza&#xE7;&#xE3;o da constitucionalidade. 300. A l&#xF3;gica da fiscaliza&#xE7;&#xE3;o da constitucionalidade dos atos jur&#xED;dico- -p&#xFA;blicos. 301. Os principais modelos de fiscaliza&#xE7;&#xE3;o da constitucionalidade. 302. A fiscaliza&#xE7;&#xE3;o da constitucionalidade no Direito Constitucional Portugu&#xEA;s. 303. Os principais elementos do Direito Constitucional Processual Portugu&#xEA;s. 304. A fiscaliza&#xE7;&#xE3;o preventiva da constitucionalidade. 305. A fiscaliza&#xE7;&#xE3;o concreta da constitucionalidade. 306. A fiscaliza&#xE7;&#xE3;o abstrata da constitucionalidade. 307. A fiscaliza&#xE7;&#xE3;o da inconstitucionalidade por omiss&#xE3;o. &#xA7; 66&#xBA; a revis&#xE3;o constitucional 308. A revis&#xE3;o constitucional em geral. 309. Os limites materiais da revis&#xE3;o constitucional. 310. A hiperrigidez da Constitui&#xE7;&#xE3;o Portuguesa.</subfield>
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