02405nam a2200193 4500001000700000100004100007101000800048200012600056210003300182215002000215300039200235330147000627606003002097606000902127606002102136606001102157606001802168700002502186395078 a20180521d2012 y0pory50 ba apor aSecuritização e práticas de (in)segurança na EuropabRecurso eletrónicoeo caso da FrontexfDaniel Edler Duarte aRio de Janeiroc[s.n.]d2012 a1 CD-ROMd12 cm aDissertação apresentada à Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, como requisito parcial para a obtenção do grau de Mestre pelo Programa de pós-graduação em Relações Internacionais do Instituto de Relações Internacionais da PUC-Rio, tendo como orientadora Monica Herz. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 2,18 MB em formato PDF (203 p.). aA dissertação analisa de forma crítica parte da literatura de segurança internacional que advoga pela ampliação da agenda do campo, evidenciando as consequências éticas e políticas de se adotar a lógica da securitização em análises sobre questões sociais. Para tanto, são abordadas as contribuições da Escola de Copenhague às análises sobre a política de controle de fronteiras da União Europeia (UE). Este estudo tem como linha condutora as diferentes visões sobre a criação da Frontex, agência que, apesar das acusações de desrespeito aos direitos dos imigrantes, tornou-se a principal produtora de conhecimento acerca dos riscos às fronteiras europeias. Por fim, é abordada a contribuição do campo da Sociologia Política Internacional para os estudos de segurança, especialmente os trabalhos de Didier Bigo e Jef Huysmans. Esta perspectiva realça os principais problemas da ampliação da agenda de segurança e seu impacto no Estado liberal, demonstrando que há uma modificação drástica nas formas de governança, com restrições à liberdade individual em prol de um suposto aumento de proteção. Deste modo, o objeto desta dissertação é tanto a literatura da Escola de Copenhague, compreendendo suas limitações práticas e silêncios políticos, quanto a própria Frontex, cujas operações são evidências empíricas dos argumentos de Bigo e Huysmans. aSEGURANÇA INTERNACIONAL aTESE aUNIÃO EUROPEIA aBRASIL aIMIGRAÇÃO aDUARTEbDaniel Edler