02193nam a2200169 4500001000700000100004100007101000800048200009900056210002500155215002000180300027100200330146100471606002001932606002301952606000901975700003901984394934 a20180221d2011 y0pory50 ba apor aTeoria relativista do ciberterrorismobRecurso eletrónicofMarco Aurélio Gonçalves Pinto aLisboac[s.n.]d2011 a1 CD-ROMd12 cm aDissertação para a obtenção do grau de Mestre em Guerra da Informação, tendo como orientador Fernando Carvalho Rodrigues e co-orientador João Pedro da Cruz Fernandes Thomaz. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 0,98 MB em formato PDF (115 p.). aEsta dissertação procura conseguir minimizar ataques ciberterroristas que usam meios electrónicos, acessíveis a todos, mensurando o grau de severidade e transformando dados em Informação. Aborda a globalização, possibilitando lesar interesses estrangeiros em qualquer parte do mundo usando meios electrónicos. Ao cessar a guerra-fria surgiram novas ameaças sendo necessário detectá-las e impedi-las, estimar a máxima verosimilhança, definir Informação e os níveis, mensurar a quantidade de Informação e certeza associada aos eventos, as dinâmicas humanas e sociais e que os sistemas de crenças são importantes. Define Terrorismo e Ciberterrorismo e as razões atrás dos actos criminosos, as dimensões em que os grupos se encaixam, as diferenças entre suporte e ataques, os graus de ameaça e exemplos de ataques. Aborda também as principais ferramentas dos criminosos. Explica a relação existente entre as Botnets e o Ciberterrorismo, sendo computadores comprometidos, vendidos ou alugados para ataques em grande escala. Explica como se propagam, operam, formas de detectá-las e enfrentá-las. Conclui que tudo é relativo dependendo de cada indivíduo e cada computador, tendo-se de trabalhar os sistemas de crenças para fazer face às ameaças e desafios, pois o ataque ou a defesa vence dependendo da complicação ou simplicidade dos dados que afectam a quantidade de Informação. aCIBERTERRORISMO aCRIME VIA INTERNET aTESE aPINTObMarco Aurélio Gonçalves