<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<record
    xmlns:xsi="https://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance"
    xsi:schemaLocation="https://www.loc.gov/MARC21/slim https://www.loc.gov/standards/marcxml/schema/MARC21slim.xsd"
    xmlns="https://www.loc.gov/MARC21/slim">

  <leader>09000nam a2200229   4500</leader>
  <controlfield tag="001">394906</controlfield>
  <datafield tag="010" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">9788537503485</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="090" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">394906</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="100" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">20180205d2008       y0pory50      ba</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="101" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">por</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="200" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">Antimanual de criminologia</subfield>
    <subfield code="b">Recurso eletr&#xF3;nico</subfield>
    <subfield code="f">Salo de Carvalho</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="205" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">2.&#xAA; ed.</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="210" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">Rio de Janeiro</subfield>
    <subfield code="c">Lumen Juris</subfield>
    <subfield code="d">2008</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="215" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">1 CD-ROM</subfield>
    <subfield code="d">12 cm</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="300" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">Ficheiro de 16,1 MB em formato PDF (227 p.).</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="330" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">Introdu&#xE7;&#xE3;o. Por que Antimanual de Criminologia? 1. O fasc&#xED;nio pela viol&#xEA;ncia. 2. Civiliza&#xE7;&#xE3;o, Barb&#xE1;rie e Ci&#xEA;ncias Criminais. 3. Ci&#xEA;ncias Criminais e Raz&#xE3;o. 4. &#x201C;Antimanual de Criminologia&#x201D;: temas e perspectivas. 5. Por que Antimanual de Criminologia? PRIMEIRA PARTE &#x2013; FUNDA&#xC7;&#xD3;ES. I. Ensino e aprendizado das ci&#xEA;ncias criminais no S&#xE9;culo XXI. 1. As expectativas e os ru&#xED;dos no ensino das ci&#xEA;ncias criminais. 2. A fragmenta&#xE7;&#xE3;o do ensino das ci&#xEA;ncias criminais: direito penal e criminologia. 3. O local do saber criminol&#xF3;gico oficial. 4. A 'Outra' Criminologia. 5. A fragmenta&#xE7;&#xE3;o da criminologia e o ensino formal. 6. Os dom&#xED;nios e as fronteiras dos saberes penal e criminol&#xF3;gico. 7. A fragmenta&#xE7;&#xE3;o do ensino das ci&#xEA;ncias criminais. 8. As possibilidades de reconstru&#xE7;&#xE3;o das ci&#xEA;ncias criminais. 9. O equ&#xED;voco entre interdisciplinaridade e auxiliaridade nas ci&#xEA;ncias criminais. 10. O obsoleto ensino do Direito Penal. 11. O obsoleto ensino do Direito Processual Penal: a captura pelo direito penal e a persist&#xEA;ncia da teoria geral do processo. 12. A constru&#xE7;&#xE3;o artificial do caso penal... 13. O fetiche pela jurisprud&#xEA;ncia. 14. A voca&#xE7;&#xE3;o das ci&#xEA;ncias e das pol&#xED;ticas criminais. 15. Teoria Criminol&#xF3;gica Problematizadora: os rumos da criminologia p&#xF3;s-cr&#xED;tica. II. Fronteiras entre Ci&#xEA;ncia (Criminol&#xF3;gica) e Arte. 1. O Direito Moderno e a Vontade de Sistema: seguran&#xE7;a e previsibilidade como metas. 2. A Ferida narc&#xED;sica da dogm&#xE1;tica jur&#xED;dica: o car&#xE1;ter n&#xE3;o-cient&#xED;fico do direito. 3. Criminologia e ci&#xEA;ncias criminais integradas.  4. Abertura criminol&#xF3;gica. 5. O despeda&#xE7;amento dos saberes criminais. 6. Teorias gerais e vontade de sistema. 7. O esp&#xED;rito te&#xF3;rico e a vontade de verdade. 8. A tetralogia dos valores (metaf&#xED;sicos) nas ci&#xEA;ncias criminais. 9. Aberturas transdisciplinares poss&#xED;veis. 10. O dram&#xE1;tico e o tr&#xE1;gico nas ci&#xEA;ncias (criminais). 11. Possibilidades do tr&#xE1;gico em criminologia. 12. O olhar tr&#xE1;gico sobre o sistema penal. SEGUNDA PARTE - CR&#xCD;TICA CRIMINOL&#xD3;GlCA &#xC0;S CI&#xCA;NCIAS CRIMINAIS. III. Desconstru&#xE7;&#xF5;es e const&#xE2;ncias do modelo inquisitorial: critica criminol&#xF3;gica ao processo penal. 1. Gesta&#xE7;&#xE3;o da estrutura inquisitorial. 2. A expans&#xE3;o do instrumento inquisit&#xF3;rio. 3. O estilo inquisitorial. 4. Seculariza&#xE7;&#xE3;o e Secularismo. 5. O decl&#xED;nio do sistema inquisit&#xF3;rio confessional. 6. O discurso m&#xE9;dico de desconstru&#xE7;&#xE3;o e a sua recep&#xE7;&#xE3;o pela jurisprud&#xEA;ncia. 7. As altera&#xE7;&#xF5;es legislativas. 8. O discurso punitivo da modernidade: humanismo e racionalismo. 9. A queda do inquisit&#xF3;rio confessional e o modelo laico. 10. O C&#xF3;digo de Napole&#xE3;o e a reconfigura&#xE7;&#xE3;o do inquisit&#xF3;rio: o sistema misto. 11. Inquisitorialismo revitalizado e vontade de verdade. 12. A cren&#xE7;a na bondade do poder punitivo. 13. A caracteriza&#xE7;&#xE3;o do oposto: o sistema acusat&#xF3;rio. 14. A legitimidade do processo: o respeito &#xE0;s regras do jogo. 15. A const&#xE2;ncia inquisitiva: inquisitorialismos de alta e de baixa intensidade. IV. A ferida narc&#xED;sica do direito penal: cr&#xED;tica criminol&#xF3;gica &#xE0; dogm&#xE1;tica jur&#xED;dico-penal. 1. As feridas narc&#xED;sicas da civiliza&#xE7;&#xE3;o. 2. A primeira ferida narc&#xED;sica do direito penal: o ideal do controle do crime destitu&#xED;do pela criminologia. 3. O efeito da les&#xE3;o ao narcisismo do direito penal na criminologia. 4. A altera&#xE7;&#xE3;o da programa&#xE7;&#xE3;o criminalizadora: o Direito Penal no &#x201C;Welfare State&#x201D;. 5. A emerg&#xEA;ncia dos riscos. 6. As constitui&#xE7;&#xF5;es contempor&#xE2;neas e a expans&#xE3;o do direito penal. 7. O narcisismo penal potencializado: o direito penal do risco. 8. O controle punitivo dos excedentes: as fun&#xE7;&#xF5;es (reais) do direito penal no Estado Penit&#xEA;ncia. 9. A segunda ferida narc&#xED;sica do Direito Penal. 10. O saber penal e a (cons)ci&#xEA;ncia dos limites. V. Criminologia e teoria cr&#xED;tica dos direitos humanos: critica criminol&#xF3;gica &#xE0; pol&#xED;tica&#xB7;criminal. 1.&#xB7;Criminologia, Garantismo e Direitos Humanos. 2. Garantismo cl&#xE1;ssico e limita&#xE7;&#xE3;o das viol&#xEA;ncias. 3. A expans&#xE3;o dos direitos humanos e as consequ&#xEA;ncias pol&#xED;tico-criminais. 4. Novos direitos e demanda de tutela penal. 5. Periculosidade e defesa social. 6. Nova fundamenta&#xE7;&#xE3;o &#xE0;s san&#xE7;&#xF5;es penais. 7. Reversibilidade em primeiro grau. 8. A reversibilidade do Direito. 9. Direitos Humanos e Direitos das Institui&#xE7;&#xF5;es. 10. As Consequ&#xEA;ncias da hierarquiza&#xE7;&#xE3;o dos direitos. 11. Supera&#xE7;&#xE3;o da concep&#xE7;&#xE3;o metaf&#xED;sica de direitos humanos. 12. A Independ&#xEA;ncia dos Direitos Humanos. 13. O reconhecimento da reversibilidade pela criminologia: as fun&#xE7;&#xF5;es do discurso penal. 14. Paleopositivismo e amplia&#xE7;&#xE3;o dos horizontes de punitividade. 15. Direito e poder de punir. 16. As virtudes do garantismo. 17. Garantismo: modelo cr&#xED;tico de ci&#xEA;ncias criminais integradas. 18. Garantismo e pretens&#xF5;es universalistas. 19. A reversibilidade do discurso garantista. 20. Garantismo e teoria agn&#xF3;stica: pol&#xED;tica criminal de redu&#xE7;&#xE3;o de danos. 21. Criminologia cr&#xED;tica e reversibilidade: autocr&#xED;tica. 22. Projeto Pol&#xED;tico: Redu&#xE7;&#xE3;o do Pun&#xED;tivismo. VI. Teoria Agn&#xF3;stica da Pena: cr&#xED;tica criminol&#xF3;gica aos fundamentos do &#x201C;Potestas Puniendi&#x201D;. 1. A pol&#xED;tica abolicionista. 2. Foucault e o Abolicionismo.  3. Abolicionismo como revolu&#xE7;&#xE3;o permanente. 4. Os limites da dor: op&#xE7;&#xF5;es aos castigos. 5. As condi&#xE7;&#xF5;es de resolu&#xE7;&#xE3;o das situa&#xE7;&#xF5;es problem&#xE1;ticas. 6. Substitutivos penais e amplia&#xE7;&#xE3;o da rede de punitividade. 7. Os limites constitucionais do Abolicionismo.  8. Sup&#xE9;rfluos fins: fundamentos constitucionais da Teoria Agn&#xF3;stica da Pena. 9. Sup&#xE9;rfluos fins: fundamentos doutrin&#xE1;rios da Teoria Agn&#xF3;stica da Pena. 10. Tobias Barreto e a Teoria Agn&#xF3;stica. 11. Teoria Agn&#xF3;stica e redu&#xE7;&#xE3;o de danos. 12. Realismo marginal e redu&#xE7;&#xE3;o de danos. VII.  Criminologia e  Transdisciplinaridade: Autocr&#xED;tica. 1. A busca das origens (criminol&#xF3;gicas). 2. A g&#xEA;nese criminol&#xF3;gica e as armadilhas da interdisciplinaridade. 3. A Criminologia castigada: o R&#xF3;tulo da auxiliaridade. 4. A Criminologia de Si e a Criminologia do Outro. 5. A nega&#xE7;&#xE3;o da raz&#xE3;o punitiva: raz&#xE3;o &#xE9;tica e &#xE9;tica da alteridade. 6. Diagn&#xF3;sticos fundamentais em Criminologia. 7. Os limites da criminologia e a aus&#xEA;ncia epistemol&#xF3;gica. 8. Criminologia e Alteridade. 9. O Mal-Estar nas Ci&#xEA;ncias Criminais. TERCEIRA PARTE - EXPERIMENTA&#xC7;&#xD5;ES E ABERTIJRAS. VIII. Mem&#xF3;ria e Esquecimento nas Pr&#xE1;ticas Punitivas: Di&#xE1;logos entre a Criminologia e Filosofia. 1. O espa&#xE7;o do di&#xE1;logo entre Criminologia e Filosofia. 2. Utilidade e desvantagem da hist&#xF3;ria para an&#xE1;lise do sistema criminal. 3. O enfoque geneal&#xF3;gico na investiga&#xE7;&#xE3;o dos castigos. 4. A justificativa do direito de punir. 5. A continuidade da programa&#xE7;&#xE3;o punitiva na modernidade. 6. Sup&#xE9;rfluos fins: fundamentos filos&#xF3;ficos da teoria agn&#xF3;stica. 7. Nietzsche e o Instrumental de An&#xE1;lise do Sistema Punitivo. 8. A Mem&#xF3;ria do Delito. 9. Durabilidade e fluidez dos castigos. 10. Pena: Dispepsia, Doen&#xE7;a Hist&#xF3;rica. 11. Transvalora&#xE7;&#xE3;o dos Valores Punitivos: a dessubstancializa&#xE7;&#xE3;o do crime e do criminoso. 12. Transvalora&#xE7;&#xE3;o dos valores punitivos: a abdica&#xE7;&#xE3;o da verdade. 13. Retomada do tr&#xE1;gico e redu&#xE7;&#xE3;o dos danos punitivos. IX. Criminologia na Alcova: Di&#xE1;logos com a Literatura Libertina. 1. A Imagem do Homem Civilizado. 2. O 'Outro' do Civilizado: o B&#xE1;rbaro. 3. O &#x201C;Homo Naturalis&#x201D; adormecido. 4. Sade e os Valores da Cultura. 5. O Pensamento e os frequentadores da Alcova. 6. Sade e a Er&#xF3;tica do Poder. X. Freud Crimin&#xF3;logo: a contribui&#xE7;&#xE3;o da Psican&#xE1;lise na cr&#xED;tica aos valores fundacionais das Ci&#xEA;ncias Criminais. 1. Possibilidades de aproxima&#xE7;&#xE3;o entre os discursos criminol&#xF3;gicos e psicanal&#xED;ticos. 2. Mal-estar, culpa e ressentimento. 3. Freud, Nietzsche e a Teoria do Ressentimento. 4. As rupturas psicanal&#xED;tica e criminol&#xF3;gica. 5. Teorias psicanal&#xED;ticas da sociedade punitiva. 6. O Criminoso por sentimento de culpa. 7. Os efeitos corrosivos da Psican&#xE1;lise na Criminologia e no Direito Penal: despatologiza&#xE7;&#xE3;o do criminoso e a cr&#xED;tica &#xE0; culpabilidade. 8. A quest&#xE3;o do diagn&#xF3;stico criminal: a critica psicanal&#xED;tica &#xE0; vontade de verdade no Processo Penal. 9. Os limites da Psican&#xE1;lise nas Ci&#xEA;ncias Criminais: a quest&#xE3;o etiol&#xF3;gica e o tratamento como pena. 10. Indaga&#xE7;&#xF5;es finais sobre as possibilidades da criminologia contempor&#xE2;nea. Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas.</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="700" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">CARVALHO</subfield>
    <subfield code="b">Salo</subfield>
    <subfield code="9">358667</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="955" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="x">Oferta</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="995" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="1">0</subfield>
    <subfield code="4">PJCD_287_000000000000000</subfield>
    <subfield code="5">2022-06-06</subfield>
    <subfield code="6">PJCD287</subfield>
    <subfield code="9">427612</subfield>
    <subfield code="a">PJ</subfield>
    <subfield code="c">PJ</subfield>
    <subfield code="f">PJ1CD287_65</subfield>
    <subfield code="k">PJCD287</subfield>
    <subfield code="n">2022-06-06</subfield>
    <subfield code="o">0</subfield>
    <subfield code="r">MO</subfield>
    <subfield code="x">Oferta</subfield>
  </datafield>
</record>
