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    <subfield code="a">M&#xE9;todos ocultos de investiga&#xE7;&#xE3;o criminal em ambiente digital</subfield>
    <subfield code="f">David Silva Ramalho</subfield>
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    <subfield code="a">Coimbra</subfield>
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    <subfield code="a">Monografias</subfield>
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    <subfield code="a">Publica&#xE7;&#xE3;o que corresponde, no essencial, &#xE0; disserta&#xE7;&#xE3;o de mestrado em Ci&#xEA;ncias Jur&#xED;dico-Criminais apresentada na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, em Junho de 2015, tendo como orientador Augusto Silva Dias e co-orientador Giuseppe Vaciago.</subfield>
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    <subfield code="a">Nota pr&#xE9;via. Agradecimentos. Resumo / Palavras-chave. Abstract / Keywords. Siglas e abreviaturas. Modo de Citar. Introdu&#xE7;&#xE3;o. 1. O caso &#x201C;United States v. Ross Ulbritch&#x201D;. 2. Delimita&#xE7;&#xE3;o do tema e sua relev&#xE2;ncia. 3. Metodologia adoptada e raz&#xE3;o de ordem. PARTE GERAL-A PROVA DIGITAL. Cap&#xED;tulo I -A arquitectura da rede e a recolha de prova digital. 1. Os casos &#x201C;United States v. Gorshkov&#x201D; e &#x201C;Telekom Serbia&#x201D;. 2. A arquitectura da rede. 2.1. Os protocolos TCP/IP. 2.2. O &#x201C;Domain Name System&#x201D; (DNS). 3. O acesso transfronteiri&#xE7;o a dados inform&#xE1;ticos. 3.1. Coordenadas gerais: territorialidade, soberania e jurisdi&#xE7;&#xE3;o. 3.2. O acesso transfronteiri&#xE7;o a dados inform&#xE1;ticos e a Conven&#xE7;&#xE3;o sobre o Cibercrime. 3.2.1. Antecedentes da Conven&#xE7;&#xE3;o sobre o Cibercrime. 3.2.2. A Conven&#xE7;&#xE3;o sobre o Cibercrime. 3.2.2.1. O acesso transfronteiri&#xE7;o a dados publicamente acess&#xED;veis. 3.2.2.2. O acesso transfronteiri&#xE7;o a dados inform&#xE1;ticos com o consentimento da pessoa legalmente autorizada. 3.2.2.3. A tentativa de cria&#xE7;&#xE3;o de um novo protocolo adicional &#xE0; Conven&#xE7;&#xE3;o sobre o Cibercrime. 3.3. A solu&#xE7;&#xE3;o interm&#xE9;dia: o caso da B&#xE9;lgica. 3.4. O acesso transfronteiri&#xE7;o a dados inform&#xE1;ticos e a Lei do Cibercrime. 4. Breves notas sobre a validade da prova obtida atrav&#xE9;s de acesso transfronteiri&#xE7;o a dados inform&#xE1;ticos. Cap&#xED;tulo II - A recolha de prova digital. 1. O caso &#x201C;State of Connecticut v. Julie Amero&#x201D;. 2. A prova digital. 2.1. Prova electr&#xF3;nica e prova digital. 2.2. Caracter&#xED;sticas da prova digital. 3. A recolha de prova em ambiente digital e a Ci&#xEA;ncia Forense Digital. 3.1. A Ci&#xEA;ncia Forense Digital. 3.2. As diferentes etapas do m&#xE9;todo de recolha de prova digital. 3.2.1. A recolha. 3.2.2. O exame. 3.2.3. A an&#xE1;lise. 3.2.4. O relat&#xF3;rio. 4. A Ci&#xEA;ncia Forense Digital e a lei processual penal. 4.1. A recolha. 4.1.1. Identifica&#xE7;&#xE3;o e acesso aos dados inform&#xE1;ticos. 4.1.2. Pesquisa inform&#xE1;tica, exame e per&#xED;cia. 4.1.3. Apreens&#xE3;o de dados inform&#xE1;ticos. 4.2. O exame. 4.3. A an&#xE1;lise. 4.4. O relat&#xF3;rio. Cap&#xED;tulo III &#x2013; As medidas anti-forenses. 1. O caso &#x201C;United States v. Sean Roberson&#x201D;. 2. As medidas anti-forenses e a recolha de prova digital. 3. As medidas anti-forenses para evitar a detec&#xE7;&#xE3;o. 3.1. Anonimizadores. 3.2. Moedas virtuais: em particular, a &#x201C;bitcoin&#x201D; (&#xE3F;). 4. As medidas anti-forenses para evitar o exame e a an&#xE1;lise de dados inform&#xE1;ticos. 4.1. Elimina&#xE7;&#xE3;o de dados. 4.2. Dissimula&#xE7;&#xE3;o de dados. 4.3. Adultera&#xE7;&#xE3;o de dados. 5. Os ataques contra per&#xED;cias forenses. S&#xED;ntese conclusiva intercalar. PARTE ESPECIAL - M&#xC9;TODOS OCULTOS DE INVESTIGA&#xC7;AO CRIMINAL EM AMBIENTE DIGITAL. Cap&#xED;tulo I - Em busca de um regime Jur&#xED;dico dos m&#xE9;todos ocultos de investiga&#xE7;&#xE3;o criminal em ambiente digital. 1. Processo penal e m&#xE9;todos ocultos de investiga&#xE7;&#xE3;o criminal. 1.1. O pre&#xE7;o da verdade em processo penal. 1.2. As proibi&#xE7;&#xF5;es de prova como limite &#xE0; descoberta da verdade. 1.3. A crescente necessidade de oculta&#xE7;&#xE3;o da investiga&#xE7;&#xE3;o criminal. 2. Princ&#xED;pios gerais dos m&#xE9;todos ocultos de investiga&#xE7;&#xE3;o criminal. 2.1. Princ&#xED;pio da reserva de lei. 2.2. Princ&#xED;pio da proporcionalidade. 2.3. Princ&#xED;pio da subsidiariedade. 2.4. Princ&#xED;pio da reserva de juiz. 3. Especificidades da investiga&#xE7;&#xE3;o criminal em ambiente digital. 4. A tutela jur&#xED;dica do ambiente digital. 4.1. Os conhecimentos fortuitos. 4.2. O direito a um contradit&#xF3;rio qualificado. Cap&#xED;tulo II - O acesso oculto a dados inform&#xE1;ticos armazenados. 1. O caso &#x201C;Microsoft Corporation v. United States&#x201D;. 2. A injun&#xE7;&#xE3;o para apresenta&#xE7;&#xE3;o ou concess&#xE3;o do acesso a dados. 3. A pesquisa &#xE0; dist&#xE2;ncia de dados inform&#xE1;ticos na disponibilidade de terceiros. Cap&#xED;tulo III - As ac&#xE7;&#xF5;es encobertas em ambiente digital. 1. O caso &#x201C;United States v. Charbonneau&#x201D;. 2. As ac&#xE7;&#xF5;es encobertas em ambiente digital. 2.1. Aspectos gerais. 2.2. Agente encoberto e agente provocador. 2.3. Os terceiros infiltrados. 3. As ac&#xE7;&#xF5;es encobertas em ambiente digital e a lei n.&#xBA; 101/2001, de 25 de Agosto. 3.1. &#xC2;mbito de aplica&#xE7;&#xE3;o. 3.2. Identidade fict&#xED;cia online. 3.3. A isen&#xE7;&#xE3;o de responsabilidade. 3.4. O relato do agente encoberto. 4. As &#x201C;hyperlink sting operations&#x201D; e os &#x201C;siti civetta&#x201D;. Cap&#xED;tulo IV &#x2013; &#x201C;Hacking&#x201D; e o uso de &#x201C;malware&#x201D;. 1. O caso &#x201C;United States v. Nicodemo S. Scarfo&#x201D;. 2. Terminologia adoptada. 3. No&#xE7;&#xE3;o e distin&#xE7;&#xF5;es. 4. Processo de instala&#xE7;&#xE3;o e funcionamento. 5. O uso de malware noutros ordenarnentos jur&#xED;dicos. 5.1. A experi&#xEA;ncia norte-americana: do Magic Lantern ao CIPAV. 5.2. A experi&#xEA;ncia alem&#xE3;: o &#x201C;Bundestrojaner&#x201D;. 5.3. A experi&#xEA;ncia italiana: o &#x201C;captatore inform&#xE1;tico&#x201D;. 5.4. A experi&#xEA;ncia espanhola: os &#x201C;registros remotos&#x201D;. 5.5. Outras experi&#xEA;ncias. 6. O uso de malware na Lei do Cibercrime. 6.1. Enquadramento jur&#xED;dico. 6.2. Regime jur&#xED;dico. 6.3. Delimita&#xE7;&#xE3;o das funcionalidades. 6.4. Insufici&#xEA;ncias do regime. Conclus&#xE3;o. Bibliografia.</subfield>
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