02950nam a2200241 4500001000700000090001100007100004100018101000800059200013400067210002600201215002000227300033700247330176800584606003202352606002302384606003702407606003702444606003802481606001702519700004202536955001102578995011902589394750 a394750 a20171026d2015 y0pory50 ba apor aDeteção da mentirabRecurso eletrónicoeestudos exploratórios de um procedimento avaliativofRute Jaqueline Pereira Gomes aCoimbrac[s.n.]d2015 a1 CD-ROMd12 cm aDissertação de Mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde – Subárea de especialização em Psicologia Forense, apresentada à Universidade de Coimbra, Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, tendo como orientador Rui Paixão. Ficheiro de 1 MB em formato PDF (69 p.). Resumo inserto na publicação. aA mentira é um tema crucial da área forense e que carece de pesquisas eficazes para a aplicação em contextos práticos. Sabe-se que o insucesso na deteção de uma mentira tanto pode culpar inocentes, como não descobrir os culpados. O trabalho aqui exposto tem como principal objetivo a procura de um método eficaz para a distinção entre relatos verdadeiros e falsos. Este método baseia-se num modelo de carga cognitiva e foi aplicado a um setting experimental no qual os 15 participantes tiveram de relatar as suas atividades do dia anterior à entrevista. Estes foram distribuídos por três condições experimentais: os honestos que conheceram o intervalo do roubo, os honestos que não usufruíram dessa informação e os mentirosos que conheceram o intervalo crítico em análise. Todos os participantes foram sujeitos a uma entrevista presencial. Depois disso, foram avaliados em tarefas de teste e reteste em formato digital. Os resultados sugerem que a teoria do conhecimento culpado permitiu distinguir com sucesso os sujeitos que tiveram o conhecimento da hora do roubo, daqueles que não tiveram essa informação. Por outro lado, os mentirosos mantiveram um comportamento regular, não tendo sido identificados como tal na análise dos diversos indicadores. Os honestos que tiveram a informação do intervalo crítico revelaram-se mais motivados para defender o seu relato. Os honestos que não conheceram o intervalo do roubo manifestaram um comportamento mais irregular, podendo ter sido os que sentiram maior carga cognitiva. Portanto, o método mais eficaz baseia-se na definição do comportamento típico de cada sujeito e na análise a eventuais desvios desse comportamento em momentos distintos. aPSICOLOGIA CRIMINAL9225033 aDEPOIMENTO9318693 aTÉCNICAS DE ENTREVISTA9326570 aPSICOLOGIA DO TESTEMUNHO9323774 aINTERROGATÓRIO POLICIAL9272484 aTESE9334284 aGOMESbRute Jaqueline Pereira9358557 xOferta 104PJCD_284_00000000000000052022-06-066PJCD2849427415aPJcPJfPJ1CD284_104kPJCD284n2022-06-06o0rMOxOferta