02276nam a2200205 4500001000700000100004100007101000800048200014100056210002500197215002000222300028200242330138200524606001001906606001901916606003201935606001801967606002301985606001902008700004302027394649 a20170731d2016 y0pory50 ba apor aA reconstituição informática e as provas atípicas em processo penalbRecurso eletrónicofMara Cristina da Conceição Afonso aLisboac[s.n.]d2016 a1 CD-ROMd12 cm aDissertação com vista à obtenção do grau de Mestre em Direito, apresentada à Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, tendo como orientador Frederico de Lacerda da Costa Pinto. Ficheiro de 448 KB em formato PDF (95 p.). Resumo inserto na publicação. aA presente dissertação versa sobre a matéria das provas atípicas em Processo Penal, em geral, e sobre a admissibilidade da prova por reconstituição do facto feita por meios informáticos, em particular. O enquadramento geral das provas atípicas no sistema processual penal português é fundamental para perceber de que forma o plano da legalidade se pode relacionar com o plano da atipicidade da prova, sem ultrapassar os limites impostos pelas proibições de prova. É, portanto, importante perceber se é possível defender a existência de um processo penal aberto no qual tudo o que não for proibido possa ser valorado como meio de prova admissível. Trata-se de uma questão aplicável à reconstituição informática do crime, como nova modalidade da prova penal científica com uma vocação potencial para se constituir como meio de prova legítimo. O objectivo desta dissertação será, portanto, o de explorar a contraposição existente entre a legalidade e a liberdade de prova e a sua repercussão na questão da admissibilidade da reconstituição informática do crime como meio de prova no Processo Penal português e, subsequentemente, perceber qual o regime aplicável a este novo instrumento probatório, considerando a necessidade de assegurar o respeito pelas garantias processuais legalmente previstas. aPROVA aPROVA PERICIAL aRECONSTITUIÇÃO DO CRIME aINFORMÁTICA aVALOR PROBATÓRIO aPROCESSO PENAL aAFONSObMara Cristina da Conceição