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    <subfield code="a">Prova e forma&#xE7;&#xE3;o da convic&#xE7;&#xE3;o do juiz</subfield>
    <subfield code="f">Alberto Augusto Vicente Ru&#xE7;o</subfield>
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    <subfield code="a">Coimbra</subfield>
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    <subfield code="a">362 p.</subfield>
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    <subfield code="a">Casa Do Juiz</subfield>
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    <subfield code="a">Publica&#xE7;&#xE3;o cujo texto corresponde a um desenvolvimento (significativo) do tema de disserta&#xE7;&#xE3;o de mestrado em ci&#xEA;ncias jur&#xED;dico-forenses defendida em junho de 2013, no Instituto Superior Bissaya Barreto (Coimbra).</subfield>
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    <subfield code="a">Nota do autor. Introdu&#xE7;&#xE3;o. Cap&#xED;tulo I - Sistemas probat&#xF3;rios. Fundamenta&#xE7;&#xE3;o das decis&#xF5;es judiciais de facto e de direito. 1. Sistemas probat&#xF3;rios. 2. Sistemas probat&#xF3;rios irracionais. 2.1. Prova irracional. 2.1.1. Em Portugal. 3. Sistemas probat&#xF3;rios racionais. 3.1. Sistema da prova legal ou tarifada. 3.1.1. Em Portugal. 3.2. Sistema de prova livre. 3.2.1. Considera&#xE7;&#xF5;es gerais. 3.2.2. Conceito de prova livre. 3.2.3. Em Portugal. 4. O dever de fundamentar as decis&#xF5;es judiciais. 4.1. Evolu&#xE7;&#xE3;o hist&#xF3;rica em Portugal. 4.2. Import&#xE2;ncia da fundamenta&#xE7;&#xE3;o das decis&#xF5;es judiciais. 4.3. Fundamenta&#xE7;&#xE3;o da decis&#xE3;o sobre a mat&#xE9;ria de facto no processo civil e no processo penal- Evolu&#xE7;&#xE3;o hist&#xF3;rica em Portugal. 5. Conclus&#xE3;o. Cap&#xED;tulo II - Realidade - Causalidade - Intencionalidade - Factos - Verdade e Convic&#xE7;&#xE3;o. 1. Considera&#xE7;&#xF5;es gerais. 2. A Realidade. 2.1. N&#xED;veis da realidade. 2.1.1. Realidade social. 2.2. Pr&#xE1;tica judici&#xE1;ria. 3. A Causalidade. 3.1. Conceito. 3.2. Relev&#xE2;ncia da causalidade na an&#xE1;lise ou exame cr&#xED;tico das provas. 3.2.1. Pr&#xE1;tica judici&#xE1;ria. 3.3. Capacidade reflexiva das coisas. 3.3.1. Pr&#xE1;tica judici&#xE1;ria. 4. A a&#xE7;&#xE3;o humana. 4.1. Considera&#xE7;&#xF5;es gerais. 4.2. Racionalidade. 4.3. Aspeto interno e externo da a&#xE7;&#xE3;o. 4.4. A absten&#xE7;&#xE3;o. 4.5. Necessidades, interesses, desejos, motivos, raz&#xF5;es e fins. 4.6. Cren&#xE7;as. 4.7. A inten&#xE7;&#xE3;o. 4.8. Meios. 4.9. Fins. 4.10. A decis&#xE3;o. 4.11. Resultado e consequ&#xEA;ncias. 4.12. O agente. 4.13. Tudo em rede. 4.14. O sentido da a&#xE7;&#xE3;o. 4.15. A a&#xE7;&#xE3;o negligente. 4.16. Alguns tipos de a&#xE7;&#xF5;es. 4.17. Diversas descri&#xE7;&#xF5;es da mesma a&#xE7;&#xE3;o. 4.18. Vincula&#xE7;&#xE3;o das diversas fases da a&#xE7;&#xE3;o &#xE0; respetiva inten&#xE7;&#xE3;o. 4.19. Identidade da a&#xE7;&#xE3;o. 4.20. Relev&#xE2;ncia da intencionalidade na an&#xE1;lise ou exame cr&#xED;tico das provas. 5. Os factos. 5.1. Alega&#xE7;&#xE3;o dos factos. 5.2. Conte&#xFA;do emp&#xED;rico das proposi&#xE7;&#xF5;es factuais. 6. Verdade e convic&#xE7;&#xE3;o. Cap&#xED;tulo III - A Explica&#xE7;&#xE3;o dos Factos. 1. A Explica&#xE7;&#xE3;o dos factos - Conceito. 1.1. Pr&#xE1;tica judici&#xE1;ria. 1. A explica&#xE7;&#xE3;o causal dos factos. 2.1. Considera&#xE7;&#xF5;es gerais. 2.2. A explica&#xE7;&#xE3;o nomol&#xF3;gico-dedutiva. 2.3. Explica&#xE7;&#xF5;es probabil&#xED;sticas. 2.4. A presen&#xE7;a do racioc&#xED;nio indutivo no modelo de explica&#xE7;&#xE3;o causal. 2.4.1. Pr&#xE1;tica Judici&#xE1;ria. 2.5 Simetria entre a explica&#xE7;&#xE3;o e a previs&#xE3;o. 2.5.1. Relev&#xE2;ncia da simetria explica&#xE7;&#xE3;o/previs&#xE3;o na investiga&#xE7;&#xE3;o e identifica&#xE7;&#xE3;o das provas e na an&#xE1;lise cr&#xED;tica das provas. 2.5.1.1. Pr&#xE1;tica Judici&#xE1;ria. 3. A explica&#xE7;&#xE3;o teleol&#xF3;gica - Quando os factos s&#xE3;o a&#xE7;&#xF5;es humanas. 3.1. Determina&#xE7;&#xE3;o da inten&#xE7;&#xE3;o tida pelo agente. 3.2. Silogismo pr&#xE1;tico. 3.3. A&#xE7;&#xF5;es negligentes. 4. A explica&#xE7;&#xE3;o quase-causal de Von WRIGHT. 5. Valor epistemol&#xF3;gico da explica&#xE7;&#xE3;o. 6. Determina&#xE7;&#xE3;o dos factos a partir dos seus efeitos lineares e dos seus efeitos laterais ou reflexos. Cap&#xED;tulo IV - Sintomas de Verdade. 1. Considera&#xE7;&#xF5;es gerais. 2. Um caso de descoberta cient&#xED;fica. 3. Sintomas de verdade revelados pela hip&#xF3;tese explicativa quando esta corresponde &#xE0; realidade. 3.1. A coer&#xEA;ncia da hip&#xF3;tese. 3.2. Simplicidade da hip&#xF3;tese. 3.2.1. Pr&#xE1;tica judici&#xE1;ria. 3.3. A probabilidade da hip&#xF3;tese. 3.3.1. Pr&#xE1;tica judici&#xE1;ria. 3.4. Relev&#xE2;ncia explicativa da hip&#xF3;tese. 3.5. A testabilidade emp&#xED;rica da hip&#xF3;tese. 3.5.1. Pr&#xE1;tica Judici&#xE1;ria. 3.6. Corrobora&#xE7;&#xE3;o da hip&#xF3;tese explicativa e resist&#xEA;ncia &#xE0; refuta&#xE7;&#xE3;o. 3.6.1. Hip&#xF3;teses "ad hoc". 3.7. Quantidade e diversidade das provas. 3.7.1. Pr&#xE1;tica judici&#xE1;ria. 3.8. Confirma&#xE7;&#xE3;o da hip&#xF3;tese por novos elementos factuais (provas) n&#xE3;o contemplados inicialmente na hip&#xF3;tese. 3.8.1. Pr&#xE1;tica judici&#xE1;ria. 4. A hip&#xF3;tese factual declarada provada deve consistir na melhor explica&#xE7;&#xE3;o. 5. Natureza dos sintomas de verdade. 6. Import&#xE2;ncia dos sintomas de verdade. Cap&#xED;tulo V - Provas. 1. Considera&#xE7;&#xF5;es gerais. 1.1. As provas s&#xE3;o provas de qu&#xEA;? 2.Meios de prova . 2.1. O meio de prova n&#xE3;o &#xE9; o facto a provar ou declarado provado. 3. Por que raz&#xE3;o um facto &#xE9; prova de outro facto? 4. A prova de um facto &#xE9;, em regra, outro facto. 5. Provas que n&#xE3;o representam o facto a provar. 5.1. Considera&#xE7;&#xF5;es gerais. 5.2. Prova indici&#xE1;ria ou por presun&#xE7;&#xE3;o. 5.2.1. Considera&#xE7;&#xF5;es gerais. 5.2.2. As regras de experi&#xEA;ncia. 5.2.2.1. Natureza das regras de experi&#xEA;ncia. 5.2.2.2. No&#xE7;&#xE3;o. 5.2.2.3. Diversidade e fiabilidade das regras de experi&#xEA;ncia. 5.2.2.4. Trivialidade de algumas regras de experi&#xEA;ncia. 5.2.2.5. Regime jur&#xED;dico-processual das regras de experi&#xEA;ncia. 5.2.2.6. Import&#xE2;ncia das regras de experi&#xEA;ncia na an&#xE1;lise ou exame cr&#xED;tico das provas. 5.3. Ind&#xED;cios. 5.3.1. No&#xE7;&#xE3;o de ind&#xED;cio. 5.3.2. Import&#xE2;ncia da prova indici&#xE1;ria. 5.3.3. Lugar dos ind&#xED;cios na estrutura da explica&#xE7;&#xE3;o. 5.3.4. Relev&#xE2;ncia dos ind&#xED;cios. 5.3.4.1. Gravidade, precis&#xE3;o e concord&#xE2;ncia dos ind&#xED;cios. 5.3.4.2. Quantidade e qualidade dos ind&#xED;cios. 5.3.4.3. Relev&#xE2;ncia dos ind&#xED;cios para a prova dos factos do foro interno do agente. 6.  Provas que representam o facto a provar. 6.1. Raz&#xE3;o por que a prova representativa contribui para a forma&#xE7;&#xE3;o da convic&#xE7;&#xE3;o do juiz. 6.2. Algumas considera&#xE7;&#xF5;es sobre prova testemunhal. 6.2.1. Em que consiste ser testemunha. 6.2.2. Rela&#xE7;&#xE3;o entre a testemunha e o facto afirmado. 6.2.3. Por que raz&#xE3;o as afirma&#xE7;&#xF5;es da testemunha constituem prova? 6.3. Credibilidade da testemunha. 6.4. Prova testemunhal e convic&#xE7;&#xE3;o do juiz. 6.4.1 Quando a prova dispon&#xED;vel &#xE9; apenas testemunhal. 6.4.2 Quando a prova dispon&#xED;vel conjuga prova testemunhal, factos indici&#xE1;rios resultantes de depoimentos, prova documental e/ou pericial. 6.5. Um exemplo de valora&#xE7;&#xE3;o da prova testemunhal. 6.6. Um exemplo de valora&#xE7;&#xE3;o da prova produzida pelo ofendido em processo penal. 6.7. Quando a prova representativa &#xE9; apenas pericial ou documental. 7. Falsas lacunas probat&#xF3;rias. 8. Supera&#xE7;&#xE3;o de lacunas factuais. 9. Em que consiste provar um facto ou vers&#xE3;o factual? O que faz de um facto uma prova? Cap&#xED;tulo VI - An&#xE1;lise Cr&#xED;tica das Provas. 1. An&#xE1;lise cr&#xED;tica das provas. 1.1. Considera&#xE7;&#xF5;es gerais. 1.2. Conceito. 1.3. An&#xE1;lise cr&#xED;tica das provas e &#xF3;nus da prova. 1.4. An&#xE1;lise cr&#xED;tica da prova em processo civil e em processo penal: unidade ou dualidade de crit&#xE9;rios? 1.4.1. Processo civil. 1.4.2. Processo penal. 1.5. O princ&#xED;pio in dubio pro reo. 1.6. Amplitude da rela&#xE7;&#xE3;o entre a an&#xE1;lise cr&#xED;tica das provas e a forma&#xE7;&#xE3;o da livre convic&#xE7;&#xE3;o do juiz. 2. An&#xE1;lise cr&#xED;tica das provas na doutrina e jurisprud&#xEA;ncia nacionais. Aus&#xEA;ncia de crit&#xE9;rios gerais de decis&#xE3;o. 2.1. Doutrina nacional. 2.1.1. Algumas contribui&#xE7;&#xF5;es mais significativas: a ideia de causalidade como base da racionalidade probat&#xF3;ria; contraprova e corrobora&#xE7;&#xE3;o; infer&#xEA;ncia abdutiva. 2.2. Jurisprud&#xEA;ncia nacional. 2.2.1. Inexist&#xEA;ncia de uma metodologia utiliz&#xE1;vel pelo juiz que lhe mostre &#xAB;como se faz&#xBB; a an&#xE1;lise cr&#xED;tica das provas. 3. Metodologia para a decis&#xE3;o da mat&#xE9;ria de facto. 3.1. Subs&#xED;dios fornecidos pela filosofia das ci&#xEA;ncias - Racioc&#xED;nio por abdu&#xE7;&#xE3;o e m&#xE9;todo hipot&#xE9;tico-dedutivo. 3. 1.1. Infer&#xEA;ncia por abdu&#xE7;&#xE3;o. 3.1.2. O m&#xE9;todo hipot&#xE9;tico-dedutivo. 3.1.3. Conjuga&#xE7;&#xE3;o entre racioc&#xED;nio abdutivo e m&#xE9;todo hipot&#xE9;tico-dedutivo. 3.1.4. Aprecia&#xE7;&#xE3;o cr&#xED;tica. 3.2. Ensaio de um m&#xE9;todo. 3.2.1. Considera&#xE7;&#xF5;es gerais. 3.2.2. A reconstitui&#xE7;&#xE3;o da realidade hist&#xF3;rica e a convic&#xE7;&#xE3;o. 3.2.3. Um exemplo de fundamenta&#xE7;&#xE3;o da decis&#xE3;o da mat&#xE9;ria de facto. 3.2.4. M&#xE9;todo. 3.2.4.1. Regras l&#xF3;gicas e epistemol&#xF3;gicas. 3.2.4.2. Provas. 3.2.4.3. Compara&#xE7;&#xE3;o das hip&#xF3;teses factuais. 3.2.4.4. Sele&#xE7;&#xE3;o das provas que explicar&#xE3;o cada uma das hip&#xF3;teses. 3.2.4.5. Indaga&#xE7;&#xE3;o de uma explica&#xE7;&#xE3;o para os factos submetidos a prova. 3.2.4.6. Valora&#xE7;&#xE3;o conjunta da prova indici&#xE1;ria e representativa. 3.2.4.7. Forma&#xE7;&#xE3;o da convic&#xE7;&#xE3;o. 3.2.4.8. Preval&#xEA;ncia de uma hip&#xF3;tese factual sobre a outra ou outras hip&#xF3;teses factuais concorrentes. 3.2.5. Modo de exposi&#xE7;&#xE3;o da convic&#xE7;&#xE3;o na senten&#xE7;a. 3.2.6. S&#xED;ntese final. Anexo: Tabela de compara&#xE7;&#xE3;o entre uma hip&#xF3;tese de facto que corresponde &#xE0; realidade (verdadeira) e uma outra que n&#xE3;o lhe corresponde (falsa). Bibliografia.</subfield>
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