03493nam a2200241 4500001000700000100004100007101000800048200016100056210002400217215002000241300033200261330244700593606003303040606001003073606001503083606001303098606002403111606002803135606002903163606000903192606001403201700003603215394497 a20170418d2017 y0pory50 ba apor aA presença do psicólogo em audiências com crianças e adolescentesbRecurso eletrónicoeperspetiva dos magistradosfAna Luísa da Silva Rodrigues  aPortoc[s.n.]d2017 a1 CD-ROMd12 cm aDissertação apresentada à Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Fernando Pessoa, como parte integrante dos requisitos para a obtenção do grau de Mestre em Psicologia Jurídica, tendo como orientadora Sónia Caridade. Ficheiro de 1,44 MB em formato PDF (100 p.). Resumo inserto na publicação. aO contributo e envolvimento dos psicólogos da justiça no aparelho judiciário tem vindo a crescer ao longo dos últimos anos, algo que parece resultar da maior aceitação da Psicologia como ciência, reconhecendo-se a importância da sua aplicabilidade no domínio judicial. A presente dissertação é constituída por dois artigos científicos e pretende analisar a atuação dos psicólogos da justiça, em sede de tribunal, através da perspetiva de magistrados portugueses. O primeiro artigo apresenta uma revisão da literatura científica, nacional e internacional, acerca do tema em questão. Neste trabalho foram analisados diferentes aspetos (ex.: instrumentos legais existentes sobre a matéria da proteção da criança e adolescente e da inquirição dos mesmos em sede de tribunal; a presença de crianças e jovens e a forma como eles sentem a passagem pelo sistema de justiça; as relações entre a psicologia e o direito; as aplicações da psicologia da justiça; a forma como a comunidade científica tem apostado em melhorar as metodologias que são aplicadas em diligências de inquirição com crianças e adolescentes). Com esta revisão foi possível concluir que tanto a comunidade científica como os legisladores estão atentos às capacidades que os psicólogos da justiça possuem e à ajuda que podem trazer ao sistema de justiça. O segundo artigo versa sobre o estudo empírico, o qual procurou analisar a perceção que 39 magistrados judiciais e 6 magistrados do ministério público possuem acerca da presença do psicólogo em sede de tribunal. Foi distribuído um questionário em versão on-line pelas comarcas portuguesas responsáveis por matérias criminais e/ou de família e menores. As análises conduzidas aos dados recolhidos permitem concluir que os magistrados reconhecem a qualidade da formação dos psicólogos, a importância do seu trabalho, bem como a amplitude da sua aplicação. Contudo, exibiram uma certa resistência em aceitar indicações diretas destes profissionais, sobre a forma como o magistrado se deve dirigir à criança que necessita de inquirir. A presente dissertação procura, desta forma, constituir mais um contributo para o aumento do conhecimento nesta área de forma a promover práticas mais amigáveis ao nível da audição da criança e do adolescente em sede tribunal. aINQUIRIÇÃO DE TESTEMUNHA aJOVEM aJULGAMENTO aTRIBUNAL aMAGISTRADO JUDICIAL aPSICOLOGIA JUDICIÁRIA aPSICOLOGIA DO TESTEMUNHO aTESE aCRIANÇA aRODRIGUESbAna Luísa da Silva