05047nam a2200193 4500001000700000010001800007100004100025101000800066200022600074210005100300215001800351300017700369330417800546606001404724606002804738606004304766606002704809700001704836394479 a9781479149421 a20170403d2013 y0pory50 ba apor aMemóriasede inspector da Polícia Judiciária do Porto a director da Polícia de Investigação Criminal de Lisboa após a implantação da República em PortugalfJoão EloygMaria Madalena Eloy, Pedro Eloy  a[S.l.]cMaria Madalena Eloy e Pedro Eloyd2013 a489 p.d24 cm aEdição dos netos de João Eloy Pereira Nunes Cardoso e impressão da Amazon.[Publisher: CreateSpace Independent Publishing Platform (February 5, 2013) - info Amazon] aJoão Eloy Pereira Nunes Cardoso nasceu na Ilha de S. Tomé, África Ocidental, em Outubro de 1875, vindo pouco depois para Lisboa onde é baptizado em Janeiro de 1876. Obtém o Grau de Bacharel Formado em Direito pela Universidade de Coimbra em Julho de 1900 e em Março de 1903 é nomeado a título vitalício Delegado do Procurador da Coroa e Fazenda da Comarca de Lourenço Marques. Regressado ao Reino em Abril de 1904 por motivos de saúde, é no mesmo ano designado Delegado do Procurador Régio na Comarca da Lourinhã e, em 1905, é nomeado para idêntico lugar na Comarca de Pombal por José d’Alpoim. Após a implantação da República, passa a desempenhar as funções de Delegado do Procurador da República na mesma Comarca. Em Novembro de 1912 toma posse como Inspector da Polícia Judiciária do Porto e em Maio de 1914 é nomeado Director da Polícia de Investigação Criminal de Lisboa (P.I.C.) a convite de Bernardino Machado. Em Abril de 1915 solicita a exoneração daquele cargo; contudo, a pedido de Cassiano Neves, mantém-se em funções até que em 13 de Maio dá por terminado o seu compromisso e considera-se demitido. Porém, em virtude da eclosão do Movimento Revolucionário de 14 de Maio mantém-se no seu posto e, a pedido dos Ministros do Interior e das Finanças, dirige as investigações relativas a diversos presos e desenvolve as acções necessárias a garantir a segurança dos monárquicos regressados do estrangeiro. Em 27 desse mês dá por terminadas as suas funções e retira-se para Pombal onde se dedica à advocacia, sendo então nomeado interinamente Ajudante do Procurador-Geral da República. Em Março de 1917 é promovido a Juiz de Direito, em Janeiro de 1918 é declarado adido ao Quadro da Magistratura Judicial e em Abril de 1918 consegue, a seu pedido, a nomeação como oficial do Registo Civil no Concelho de Pombal pelo governo de Sidónio Pais. No período da Ditadura Militar recusa um convite de Gomes da Costa para retomar a direcção da P.I.C., mas reassume tal cargo em 16 de Setembro de 1926 durante o governo de Óscar Carmona. Em Novembro desse ano é nomeado Conservador da Sétima Conservatória do Registo Civil de Lisboa, lugar que ocupa até ao final da sua vida activa, vindo a falecer na Capital em Abril de 1944. CONTEÚDO: Nota prévia. Biografia de João Eloy. PRIMEIRA PARTE - A minha acção como Inspector da Polícia Judiciária do Porto. De estudante a Inspector da Polícia Judiciária do Porto. O movimento revolucionário de Outubro de 1913. A minha intervenção nas prisões e solturas. O tratamento dos presos. A "Carbonária Bastilha". Os presos. A minha atitude perante o "jacobinismo" alfacinha. SEGUNDA PARTE - A minha acção como Director da Polícia de Investigação Criminal de Lisboa. A minha nomeação para Director da P. I. C. de Lisboa. A minha filiação politiqueira. Eu e a "Formiga branca". A indisciplina no meio civil. A indisciplina na Armada e no Exército. Política, religião e nobiliarquia. Traidores cobardes e denunciantes. Os meus pedidos de demissão. Eu e a imprensa. Assassinatos do 2º Tenente Alberto Soares e Henrique Cardoso. O movimento de Mafra. O governo do General Pimenta de Castro. O assassinato de Henrique Cardoso. A revolução de 14 de Maio de 1915. Ordens de expulsão. A minha nomeação como Oficial do Registo Civil de Pombal. TERCEIRA PARTE - A minha acção policial fora do contacto com a politiquice. Polícia política. Justiça criminal. Tráfico de estupefacientes. Pornografia. Cinematógrafo. Curandeirismo. Função conciliatória. Regeneração. Prostituição infantil. O jogo. Os malcriados. Invertidos sexuais. Tribunal policial. Prestígio das autoridades. A empenhoca. Abandono de família. Gratificações. A Polícia de Investigação Criminal e o público. Escolas de Polícia. Disciplina. Menores. Exibicionismo e caça ao louvor. Indicadores. A Polícia de Investigação Criminal e as demais polícias. A Polícia e o juízo crime. A Polícia Criminal e o funcionalismo. aBIOGRAFIA aHISTÓRIA DA POLÍCIA aPOLÍCIA DE INVESTIGAÇÃO CRIMINAL aPOLÍCIA JUDICIÁRIA aELOYbJoão