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    <subfield code="a">[Li&#xE7;&#xF5;es de direito criminal - delinquentes perigosos]</subfield>
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    <subfield code="a">Li&#xE7;&#xF5;es de direito criminal de um professor de Coimbra - que se cr&#xEA; ser o Prof. Doutor Beleza dos Santos - n&#xE3;o identificado no trabalho.</subfield>
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    <subfield code="a">Cap&#xED;tulo I &#x2013; No&#xE7;&#xF5;es preliminares. &#xA7; 1.&#xBA; Conceito e esp&#xE9;cie de delinquentes perigosos. 1) No&#xE7;&#xE3;o. 2) Esp&#xE9;cies. a) Quanto ao &#xED;ndice de perigo. b) Quanto ao grau de perigo. c) Quanto &#xE0; probabilidade de readapta&#xE7;&#xE3;o. &#xA7; 2.&#xBA; Regime jur&#xED;dico especial dos delinquentes perigosos e sua raz&#xE3;o de ser (no&#xE7;&#xF5;es gerais). 1) Raz&#xE3;o de ser hist&#xF3;rica e valor actual do conceito de delinquentes perigosos &#x2013; Esta no&#xE7;&#xE3;o e a escola positiva italiana &#x2013; insufici&#xEA;ncia da repress&#xE3;o penal. 2) Efeitos principais da verifica&#xE7;&#xE3;o da perigosidade (no&#xE7;&#xF5;es gerais). a) Aplica&#xE7;&#xE3;o de medidas de seguran&#xE7;a &#x2013; caracteres destas medidas em confronto com as penas. b) Outros efeitos: quanto &#xE0; aplica&#xE7;&#xE3;o das Leis no tempo, &#xE0; prescri&#xE7;&#xE3;o, &#xE0; reabilita&#xE7;&#xE3;o e &#xE0; liberta&#xE7;&#xE3;o condicional. 3) Garantias individuais &#x2013; pressupostos da declara&#xE7;&#xE3;o de perigosidade. a) Substanciais. b) Formais. Cap&#xED;tulo II &#x2013; Delinquentes habituais. &#xA7; 1.&#xBA; Reincid&#xEA;ncia e habitualidade. 1) No&#xE7;&#xE3;o de reincid&#xEA;ncia. Reincid&#xEA;ncia gen&#xE9;rica e reincid&#xEA;ncia espec&#xED;fica. O conceito de reincid&#xEA;ncia no direito portugu&#xEA;s. 2) Requisitos e efeitos de reincid&#xEA;ncia. Raz&#xE3;o de ser destes efeitos: em geral e no direito portugu&#xEA;s. Doutrina que julga inadmiss&#xED;vel a agrava&#xE7;&#xE3;o da pena, em virtude da reincid&#xEA;ncia, porque o crime anterior j&#xE1; foi punido. Refuta&#xE7;&#xE3;o de ROSSI e distin&#xE7;&#xE3;o por este feita em culpa moral e culpa pol&#xED;tica. 3) Insufici&#xEA;ncia de uma agrava&#xE7;&#xE3;o da pena de reincid&#xEA;ncia e do pr&#xF3;prio conceito desta para se lutar contra a habitualidade. Influ&#xEA;ncia da escola positiva. 4) Tese de transi&#xE7;&#xE3;o: mant&#xE9;m-se o conceito de reincid&#xEA;ncia, como elemento indicador de insist&#xEA;ncia na pr&#xE1;tica de crimes. Adoptam-se, por&#xE9;m, medidas de seguran&#xE7;a contra as plurireincidentes. Lei francesa da relega&#xE7;&#xE3;o de 27 de Maio de 1885. Lei portuguesa de 20 de Junho de 1912. Cr&#xED;tica desta orienta&#xE7;&#xE3;o e especialmente da lei portuguesa de 1912. 5) Reincid&#xEA;ncia e habitualidade criminosa: elementos comuns e diferenciais. Casos de multireincid&#xEA;ncias que n&#xE3;o s&#xE3;o habituais e de habituais que n&#xE3;o s&#xE3;o reincidentes. &#xA7; Reincid&#xEA;ncia e habitualidade no direito portugu&#xEA;s. 1) O art.&#xBA; 109.&#xBA; do Decreto-lei n.&#xBA; 26.643 de 28 de Maio de 1936 e o art.&#xBA; 22.&#xBA;, n.&#xBA; 9. Do Decreto n.&#xBA; 35.042 de 20 de Outubro de 1945. Dificuldades de interpreta&#xE7;&#xE3;o e cr&#xED;tica deste &#xFA;ltimo preceito legal. 2) Coexist&#xEA;ncia no nosso direito de medidas de seguran&#xE7;a relativas a duas esp&#xE9;cies de delinquentes que praticam insistentemente crimes: os habituais propriamente ditos e os reincidentes de crimes dolosos cujo modo de vida &#xE9; perigoso. Cap&#xED;tulo III &#x2013; Pressupostos da declara&#xE7;&#xE3;o de habitualidade. &#xA7; 1.&#xBA; 1) No&#xE7;&#xF5;es preliminares: requisitos que resultam da pr&#xF3;pria estrutura e fim do conceito da habitualidade. a) Elemento subjectivo &#x2013; inclina&#xE7;&#xE3;o ao delito e consequente car&#xE1;cter perigoso do delinquente. b) Elemento objectivo &#x2013; insist&#xEA;ncia n apr&#xE1;tica de crimes. c) Necessidade de dar precis&#xE3;o na lei a estes elementos e de assegurar a consist&#xEA;ncia e seriedade da declara&#xE7;&#xE3;o judicial de habitualidade. 2) Pressupostos da declara&#xE7;&#xE3;o de habitualidade prescritos na lei como garantia legal da seriedade daquela declara&#xE7;&#xE3;o e da seguran&#xE7;a jur&#xED;dica. Sua raz&#xE3;o de ser. Pressupostos de direito substantivo e de direito processual. 3) Pressupostos de direito substantivo. a) Quanto ao elemento objectivo. Crit&#xE9;rios poss&#xED;veis. b) Quanto ao elemento subjectivo. &#xA7; 4.&#xBA; Linhas gerais do direito portugu&#xEA;s acerca dos habituais. 23) Efeitos da declara&#xE7;&#xE3;o de habitualidade no direito portugu&#xEA;s: no&#xE7;&#xF5;es sum&#xE1;rias. a) Internamento num estabelecimento especial ou numa sec&#xE7;&#xE3;o pr&#xF3;pria. b) Regime penitenci&#xE1;rio com certas prescri&#xE7;&#xF5;es. c) Possibilidade de prorroga&#xE7;&#xE3;o da pena. d) Exig&#xEA;ncias quanto &#xE0; liberta&#xE7;&#xE3;o: condi&#xE7;&#xF5;es para a concess&#xE3;o de liberdade provis&#xF3;ria e car&#xE1;cter obrigat&#xF3;rio desta antes da liberdade definitiva. e) Outros efeitos quanto &#xE0; reabilita&#xE7;&#xE3;o. &#xA7; 5.&#xBA; An&#xE1;lise dos pressupostos da declara&#xE7;&#xE3;o de habitualidade no direito portugu&#xEA;s. 25) Valor das condena&#xE7;&#xF5;es em pa&#xED;s estrangeiro para efeito de declara&#xE7;&#xE3;o de habitualidade. 26) Se as condena&#xE7;&#xF5;es por crimes pol&#xED;ticos ou pr&#xE1;tica destes crimes, embora sem condena&#xE7;&#xE3;o, s&#xE3;o contados para a declara&#xE7;&#xE3;o de habitualidade. 27) Crimes militares e declara&#xE7;&#xE3;o de habitualidade. Distin&#xE7;&#xE3;o a fazer entre os crimes militares (essencialmente e relativamente militares). Crit&#xE9;rios a seguir para determinar os crimes militares que se contam para a declara&#xE7;&#xE3;o de habitualidade. Argumento do art.&#xBA; 35.&#xBA; do C&#xF3;digo Penal. 28) Declara&#xE7;&#xE3;o de habitualidade, no caso de se tratar de anormais ou doentes mentais. a) Se o doente ou anormal mental est&#xE1; por este motivo privado de imputabilidade, n&#xE3;o tem lugar a declara&#xE7;&#xE3;o de habitualidade. b) Se o anormal mental &#xE9; imput&#xE1;vel.</subfield>
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