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    <subfield code="a">Terrorismo, as respostas de hoje e uma poss&#xED;vel para amanh&#xE3;</subfield>
    <subfield code="b">Recurso eletr&#xF3;nico</subfield>
    <subfield code="f">Victor Vinicius Allegretti Scabello</subfield>
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    <subfield code="a">Coimbra</subfield>
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    <subfield code="a">1 CD-ROM</subfield>
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    <subfield code="a">Disserta&#xE7;&#xE3;o de Mestrado em Direito apresentada &#xE0; Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, tendo como orientador Francisco Ant&#xF3;nio Macedo Lucas Ferreira Almeida. Ficheiro de 1,48 MB em formato PDF (217 p.).</subfield>
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    <subfield code="a">Introdu&#xE7;&#xE3;o. Cap&#xED;tulo I: O crime de terrorismo. 1. Uma vis&#xE3;o geral. 2. A problem&#xE1;tica da defini&#xE7;&#xE3;o do terrorismo. 2.1. A aus&#xEA;ncia de uma defini&#xE7;&#xE3;o universal e precisa. 2.2. Um exemplo de consenso regional &#x2013; Uni&#xE3;o Europeia. Cap&#xED;tulo II: O combate ao terrorismo sob a &#xF3;tica da a&#xE7;&#xE3;o internacional. 1. Vis&#xE3;o inicial. 2. A comunidade internacional em resposta ao terrorismo. 2.1. O invocar de medidas coercitivas. 2.2. O caminhar das medidas pac&#xED;ficas. 2.2.1. As Resolu&#xE7;&#xF5;es da Assembleia Geral das Na&#xE7;&#xF5;es Unidas na luta contra o terrorismo. 2.2.1.1. O in&#xED;cio. 2.2.1.2. Ap&#xF3;s os 10 primeiros anos. 2.2.1.3. Passados 20 anos. 2.2.1.4. P&#xF3;s 11 de setembro. 2.2.1.5. Nos dias atuais. 2.2.2. As Resolu&#xE7;&#xF5;es do Conselho de Seguran&#xE7;a das Na&#xE7;&#xF5;es Unidas na luta contra o terrorismo. 2.2.2.1. A gesta&#xE7;&#xE3;o e o nascer da ado&#xE7;&#xE3;o de medidas. 2.2.2.2. Resolu&#xE7;&#xF5;es voltadas &#xE0; problemas concretos de amea&#xE7;a &#xE0; paz e &#xE0; seguran&#xE7;a internacionais. 2.2.2.2.1. A tens&#xE3;o na regi&#xE3;o do Kosovo e no Afeganist&#xE3;o. 2.2.2.2.2. Submiss&#xE3;o de indiv&#xED;duos a julgamento sob acusa&#xE7;&#xE3;o de ataques terroristas &#x2013; recusa de extradi&#xE7;&#xE3;o. 2.2.2.2.2.1. O caso l&#xED;bio e o atentado terrorista perpetrado em Nairobi e Dar es Salaam. 2.2.2.3. Um debru&#xE7;ar sobre as a&#xE7;&#xF5;es do Conselho de Seguran&#xE7;a. 2.2.2.4. O recurso ao estabelecimento de Comit&#xEA;s e o Grupo de Trabalho. 2.2.2.4.1. O Comit&#xEA; 1267. 2.2.2.4.2. O Comit&#xEA; 1373 &#x201C;Comit&#xEA; Contra o Terrorismo&#x201D;. 2.2.2.4.3. O Comit&#xEA; 1540. 2.2.2.4.4. O Grupo de Trabalho 1566. 2.2.2.4.5. O Comit&#xEA; 1988. 2.2.2.5. Os resultados do agir do Conselho de Seguran&#xE7;a. Cap&#xED;tulo III: Uma poss&#xED;vel resposta para o amanh&#xE3;. 1. Um crime visto como crime internacional. 1.1. Lato sensu. 1.2. Stricto sensu. 2. Caracter&#xED;sticas de inestim&#xE1;vel valia que revestem os crimes internacionais. 2.1. A vestimenta de normas imperativas do Direito Internacional Geral (ius cogens) dos crimes internacionais. 2.2. Os tribunais competentes para julgar os crimes internacionais. 2.3. A irrelev&#xE2;ncia do invocar das imunidades face aos crimes internacionais em defesa &#xE0; n&#xE3;o verifica&#xE7;&#xE3;o da impunidade. 2.3.1. Imunidades ratione materiae. 2.3.2. Imunidades ratione personae. 2.4. O car&#xE1;ter da imprescritibilidade que paira sobre os crimes internacionais, impedindo o fator &#x201C;tempo&#x201D; de ser aliado da impunidade. 3. O desenhar anal&#xED;tico do Crime de Terrorismo aquando do estabelecer do Estatuto do Tribunal Penal Internacional. 3.1. O hastear e recolher da bandeira do Crime de Terrorismo no seio dos trabalhos preparat&#xF3;rios da Confer&#xEA;ncia de Roma. 3.2. O Crime de Terrorismo sobre a mesa na Confer&#xEA;ncia de Roma que culminou no surgimento do Estatuto do TPI. 4. O estabelecer de uma poss&#xED;vel nova arma diante ao acolher do Crime de Terrorismo no &#xE2;mago da compet&#xEA;ncia do TPI. 4.1. O Crime de Terrorismo como uma subcategoria dos crimes sob compet&#xEA;nciado TPI. 4.1.1. O Crime de Terrorismo ante aos Crimes de Genoc&#xED;dio. 4.1.2. O Crime de Terrorismo ante aos Crimes contra a Humanidade. 4.1.3. O Crime de Terrorismo ante aos Crimes de Guerra. 4.1.3.1. Guerra e Terrorismo. 4.1.3.2. Crimes de Guerra e o agir terrorista. 4.2. O Crime &#x201C;Internacional&#x201D; de Terrorismo como um crime aut&#xF4;nomo. Considera&#xE7;&#xF5;es finais. Refer&#xEA;ncias Bibliogr&#xE1;ficas.</subfield>
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