02018nam a2200193 4500001000700000100004100007101000800048200014400056210002500200215002000225300033800245330112400583606001601707606001801723606001501741606000901756606002501765700003401790394323 a20170104d2016 y0pory50 ba apor aLiderança destrutiva e a morte das organizaçõesbRecurso eletrónicoeo caso do Banco Espírito SantofPedro José Vieira Ferreira aLisboac[s.n.]d2016 a1 CD-ROMd12 cm aDissertação para a obtenção do grau de Mestre em Políticas de Desenvolvimento de Recursos Humanos apresentada ao Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, tendo como orientador Luís Miguel Pereira Lopes. Ficheiro de 947 KB em formato PDF (131 p.). Resumo inserto na publicação. aDado o conjunto de empresas portuguesas e internacionais que morreram por razões relacionadas com o modo destrutivo de liderar, esta investigação procurou analisar como a liderança destrutiva conduziu à morte do Banco Espírito Santo sediado em Portugal. A investigação foi baseada em dados qualitativos, mediante uma série de documentos de arquivo (jornais, diários e revistas), que fundamentaram o estudo de caso em análise. Do tratamento dos dados, usando a Grounded Theory, emergiu um modelo traduzido por um processo de cinco etapas ou temas (entre os anos 2013 e 2014) que conduzem à morte da organização. O processo é composto pelos temas: irregularidades/corrupção; início dos prejuízos; guerra familiar pela sucessão; tentativa de reanimação (tentativa de manter o grupo fora da família) e a morte definitiva da organização. O modelo contribui para a teoria sobre liderança destrutiva, sugerindo um processo útil para prevenir a morte das organizações. No final, são discutidas as implicações teóricas, práticas e metodológicas deste estudo. aLIDERANÇA aBANCO PRIVADO aFALÊNCIA aTESE aGESTÃO DE EMPRESAS aFERREIRAbPedro José Vieira