02992nam a2200193 4500001000700000100004100007101000800048200021300056210002400269215002000293300038700313330195300700606001702653606002802670606003502698606000902733606001302742700004302755394311 a20161228d2016 y0pory50 ba apor aO abuso sexual de crianças e a criança no papel de testemunhabRecurso eletrónicoecrenças e mitos inerentes à perceção dos profissionais de saúde mentalfOriana Sofia Pereira Leandro de Sousa aPortoc[s.n.]d2016 a1 CD-ROMd12 cm aDissertação de Mestrado apresentada à Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Fernando Pessoa, como parte dos requisitos para obtenção do grau de Mestre em Psicologia da Justiça: Vítimas de Violência e de Crime, tendo como orientadoras Ana Isabel Sani, Cristina Soeiro. Ficheiro de 1,06 MB em formato PDF (96 p.). Resumo inserto na publicação. aO presente estudo pretende explorar a perceção dos profissionais de saúde mental acerca do crime de abuso sexual de crianças e as competências da criança no papel de testemunha, centrando-se para tal, na identificação das crenças e mitos existentes entre os participantes, no âmbito dessa problemática. Esta investigação pretende assim alargar o conhecimento relativamente a esta temática, enfatizando o facto de que qualquer profissional pode ratificar mitos de abuso sexual e que isso pode interferir nas suas atitudes perante a atribuição de credibilidade à criança. Os dados foram obtidos através da técnica da entrevista, como recurso a uma entrevista semi-estruturada e um questionário sócio-demográfico. Foram analisadas 11 entrevistas de uma amostra constituída por 9 psicólogos, 1 psiquiatria e 1 pedopsiquiatria, sendo 8 participantes dos sexo feminino e 3 do sexo masculino. Da análise realizada observou-se que os participantes detêm crenças adequadas quanto à situação abusiva; aos motivos para a criança não revelar a situação abusiva ou revelar apenas tardiamente; e quais os fatores que estão implicados/ afetam as competências da criança, enquanto testemunha credível. Por sua vez, os mitos observados surgiram relativamente ao agressor, acreditando que os abusadores apresentam caraterísticas distintas das outras pessoas e/ou doença mental e que abusam de crianças e/ou adolescentes motivados por um gosto padrão; relativamente às vítimas, acreditando que os rapazes adolescentes podem defender-se do abuso e que os adolescentes são abusados por terem caraterísticas semelhantes aos adultos; e sobre as caraterísticas do testemunho realizado pela criança, acreditando que as crianças não mentem sobre situações de abuso sexual e que não podem recordar/reportar de forma fidedigna eventos que aconteceram há muito tempo. aCRIME SEXUAL aCRIME CONTRA CRIANÇAS aPROFISSIONAL DE SAÚDE MENTAL aTESE aVÍTIMA aSOUSAbOriana Sofia Pereira Leandro de