02969nam a2200217 4500001000700000100004100007101000800048200011900056210002400175215002000199300024800219330209500467606001002562606003302572606002302605606002402628606002002652606003302672606000902705700003702714394210 a20161108d2015 y0pory50 ba apor aCyberbullyingbRecurso eletrónicoecaracterização do fenómeno em PortugalfNuno Manuel Martins Montalvão aBragac[s.n.]d2015 a1 CD-ROMd12 cm aTese de dissertação do Mestrado em crime, diferença e desigualdade, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho, tendo como orientadora Manuela Ivone Paredes Pereira da Cunha. Ficheiro de 2,15 MB em formato PDF (105 p.). aNas últimas décadas temos vindo a assistir a um grande desenvolvimento no plano das tecnologias de informação e comunicação. Não obstante os indubitáveis benefícios que este tipo de tecnologias trouxe, é importante não esquecer, por outro lado, os riscos que potenciou, como por exemplo o cyberbullying. O cyberbullying refere-se a comportamentos reiterados e que são levados a cabo com recurso às tecnologias de informação e comunicação, cujo objetivo é magoar/lesar a vítima. A presente dissertação teve como objetivo descrever a magnitude e as características do cyberbullying em jovens estudantes portugueses, bem como as características dos seus intervenientes. Os dados foram recolhidos em duas escolas secundárias do concelho de Chaves e a amostra final contou com 194 inquiridos com idades compreendidas entre os 12 e os 18 anos de idade. Os resultados demonstram que cerca de metade dos inquiridos (47%) reportou já ter visto alguém ser vítima de cyberbullying; cerca de 6% referiu ter sido vítima pelo menos uma vez nos últimos meses e também 6% referiu ter praticado cyberbullying sobre terceiros com a mesma frequência. Por sua vez, verificou-se a relação existente entre o bullying e o cyberbullying, em que vítimas e agressores tendem a assumir a mesma ordem de papéis nos dois fenómenos. Ao nível do cyberbullying comprovou-se ainda a relação entre a vitimação e a prática. Quanto ao género, constataram-se diferenças estatisticamente significativas na prática de cyberbullying, apresentando os rapazes níveis superiores, em comparação com as raparigas. Por fim, verificou-se que a maior parte das vítimas referiu conhecer identidade do ofensor e reportou o incidente a alguém, maioritariamente aos amigos. É fundamental que os pais, os jovens, e todos os elementos da comunidade escolar estejam devidamente informados sobre o fenómeno do cyberbullying, de modo não só a adotar estratégias preventivas, como também a reagir eficazmente perante a sua ocorrência. aJOVEM aTECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO aCRIME VIA INTERNET aCRIME INFORMÁTICO aESTUDO DE CASOS aPREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA aTESE aMONTALVÃObNuno Manuel Martins