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    <subfield code="a">Direito fiscal</subfield>
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    <subfield code="a">Reimpress&#xE3;o</subfield>
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    <subfield code="a">Coimbra</subfield>
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    <subfield code="a">Manuais Universit&#xE1;rios</subfield>
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    <subfield code="a">Nota introdut&#xF3;ria. Lista das principais abreviaturas. I. Introdu&#xE7;&#xE3;o. 1. Caracteriza&#xE7;&#xE3;o do Direito Fiscal. A autonomia do Direito Fiscal como ramo de Direito. 2. Princ&#xED;pios estruturantes. 3. A coer&#xEA;ncia do ordenamento jur&#xED;dico fiscal. 4. O Direito Fiscal geral e os Direitos Fiscais especiais. 5. O Direito Fiscal Internacional. 6. O Direito Fiscal Europeu. 7. Direito fiscal, pluralismos jur&#xED;dicos e globaliza&#xE7;&#xE3;o. II. Os tributos. 1. O conceito de tributos. 2. O sistema fiscal e tipos de normas. 3. Os impostos. 3.1. Conceito e elementos essenciais. 3.2. Elementos dos impostos nos estados de direito. 3.3. A posi&#xE7;&#xE3;o do Tribunal Constitucional. 3.4. Conceito de imposto na doutrina portuguesa. 3.5. Conclus&#xF5;es. 3.6. Classifica&#xE7;&#xF5;es dos impostos no sistema fiscal portugu&#xEA;s. 3.6.1. Impostos sobre o rendimento, o consumo e o patrim&#xF3;nio. 3.6.2. Impostos reais e impostos pessoais: a crise do imposto pessoal. 3.6.3. Impostos proporcionais, progressivos e regressivos. 3.6.4. Impostos diretos e indiretos. 3.6.5. Impostos de obriga&#xE7;&#xE3;o &#xFA;nica e impostos peri&#xF3;dicos. 4. As taxas. 4.1. Conceito e elementos essenciais. 4.2. A remo&#xE7;&#xE3;o de obst&#xE1;culos jur&#xED;dicos. 4.3. A quantifica&#xE7;&#xE3;o das taxas e o princ&#xED;pio da cobertura de custos. 4.4. A manifesta desproporcionalidade. 4.5. Conclus&#xF5;es. 5. As contribui&#xE7;&#xF5;es financeiras. 5.1. Conceito. 5.2. As contribui&#xE7;&#xF5;es parafiscais. 5.2.1. As taxas de regula&#xE7;&#xE3;o econ&#xF3;mica e a prote&#xE7;&#xE3;o constitucional dos contribuintes. 5.2.2. A quantifica&#xE7;&#xE3;o das taxas de regula&#xE7;&#xE3;o econ&#xF3;mica. 5.3. Tributos extrafiscais e san&#xE7;&#xF5;es. 6. Os benef&#xED;cios fiscais. III. A rela&#xE7;&#xE3;o jur&#xED;dica tribut&#xE1;ria. 1. No&#xE7;&#xF5;es introdut&#xF3;rias. 2. Sujeitos da rela&#xE7;&#xE3;o jur&#xED;dica tribut&#xE1;ria. 2.1. Categorias de sujeitos passivos. 2.2. Contribuinte, substituto e substitu&#xED;do tribut&#xE1;rio. 2.3. A responsabilidade tribut&#xE1;ria: caracteriza&#xE7;&#xE3;o, pressupostos e procedimento. 2.4. Casos de responsabilidade tribut&#xE1;ria previstos na lei. 2.4.1. Responsabilidade do titular de estabelecimento individual de responsabilidade limitada. 2.4.2. Responsabilidade tribut&#xE1;ria dos liquidat&#xE1;rios das sociedades. 2.4.3. Responsabilidade de gestores de bens ou direitos de n&#xE3;o residentes. 2.4.4. Responsabilidade em caso de substitui&#xE7;&#xE3;o tribut&#xE1;ria. 2.4.5. A responsabilidade dos corpos sociais e respons&#xE1;veis t&#xE9;cnicos de sociedades de responsabilidade limitada, cooperativas e empresas p&#xFA;blicas. 2.4.6. Responsabilidade tribut&#xE1;ria e culpa. 2.4.7. A averigua&#xE7;&#xE3;o da culpa dos gestores e respons&#xE1;veis t&#xE9;cnicos. 2.4.8. Outras situa&#xE7;&#xF5;es que poderiam conduzir a responsabilidade tribut&#xE1;ria. 2.5. Os promotores e utilizadores de esquemas de planeamento fiscal agressivo. 2.6. A sucess&#xE3;o tribut&#xE1;ria. 3. Presta&#xE7;&#xE3;o tribut&#xE1;ria e deveres de coopera&#xE7;&#xE3;o. 4. Constitui&#xE7;&#xE3;o, altera&#xE7;&#xE3;o e extin&#xE7;&#xE3;o da rela&#xE7;&#xE3;o jur&#xED;dica tribut&#xE1;ria. 4.1. No&#xE7;&#xF5;es introdut&#xF3;rias. 4.2. &#x201C;Tatbestand&#x201D; sistem&#xE1;tico de imposto. 4.3. Constitui&#xE7;&#xE3;o da rela&#xE7;&#xE3;o jur&#xED;dica tribut&#xE1;ria. 4.4. Altera&#xE7;&#xE3;o dos elementos essenciais da rela&#xE7;&#xE3;o jur&#xED;dica tribut&#xE1;ria e o exemplo dos pre&#xE7;os de transfer&#xEA;ncia e dos acordos pr&#xE9;vios vinculativos. 4.5. A proibi&#xE7;&#xE3;o de morat&#xF3;rias, a indisponibilidade do cr&#xE9;dito tribut&#xE1;rio, o princ&#xED;pio da igualdade e os regimes excecionais de regulariza&#xE7;&#xE3;o da d&#xED;vida tribut&#xE1;ria (RERT I, II e III). 4.6. A extin&#xE7;&#xE3;o da rela&#xE7;&#xE3;o jur&#xED;dica tribut&#xE1;ria. 4.6.1. No&#xE7;&#xF5;es Introdut&#xF3;rias. 4.6.2. As modalidades de cobran&#xE7;a ou pagamento. 4.6.3. Caducidade. 4.6.4. Prescri&#xE7;&#xE3;o. 4.7. Juros compensat&#xF3;rios, de mora e indemnizat&#xF3;rios. IV. Princ&#xED;pios constitucionais formais e materiais. 1. No&#xE7;&#xF5;es Introdut&#xF3;rias. 2. Estado fiscal, estado-d&#xED;vida e a era p&#xF3;s-estado. O memorando de entendimento. V. O princ&#xED;pio da legalidade fiscal. 1. No&#xE7;&#xF5;es Introdut&#xF3;rias. 2. A reserva de lei fiscal e sua justifica&#xE7;&#xE3;o. 3. A reserva de lei competencial. 3.1. Reserva relativa de compet&#xEA;ncia da AR em mat&#xE9;ria fiscal e as compet&#xEA;ncias de harmoniza&#xE7;&#xE3;o fiscal da EU. 3.2. As autoriza&#xE7;&#xF5;es legislativas ao governo. 3.3. As exig&#xEA;ncias de determina&#xE7;&#xE3;o das leis de autoriza&#xE7;&#xE3;o legislativa. 3.3.1. A tripla vertente das autoriza&#xE7;&#xF5;es legislativas. 3.3.2. A fun&#xE7;&#xE3;o de orienta&#xE7;&#xE3;o pol&#xED;tica. 3.3.3. Sentido das autoriza&#xE7;&#xF5;es legislativas e os elementos essenciais do imposto. 3.4. Poder tribut&#xE1;rio das regi&#xF5;es aut&#xF3;nomas. 3.4.1. Poder tribut&#xE1;rio pr&#xF3;prio. 3.4.2. Cria&#xE7;&#xE3;o de impostos vs. adapta&#xE7;&#xE3;o dos elementos essenciais do imposto. 3.4.3. Poder tribut&#xE1;rio pr&#xF3;prio e de adapta&#xE7;&#xE3;o nas leis das finan&#xE7;as regionais. 3.5. Poder tribut&#xE1;rio das autarquias locais. 4. A reserva material ou princ&#xED;pio da tipicidade fiscal. 4.1. No&#xE7;&#xF5;es Introdut&#xF3;rias. 4.2. Art.103.&#xBA; n.&#xBA; 2 da Constitui&#xE7;&#xE3;o e os elementos essenciais dos impostos. 4.2.1. &#x201C;Na&#x201D; e o &#x201C;Quantum&#x201D; da Obriga&#xE7;&#xE3;o Tribut&#xE1;ria - a incid&#xEA;ncia em sentido amplo. 4.2.2. Lan&#xE7;amento e liquida&#xE7;&#xE3;o e a quantifica&#xE7;&#xE3;o do imposto. 4.2.3. A &#xAB;Taxa&#xBB; (Imposto) de comercializa&#xE7;&#xE3;o de produtos de sa&#xFA;de, a sua quantifica&#xE7;&#xE3;o e a reserva de lei. 4.2.4. Tribunal Constitucional: quantifica&#xE7;&#xE3;o, regras materiais ou substantivas e regras procedimentais ou processuais. 4.2.5. A taxa ou al&#xED;quota. 4.2.6. Os Benef&#xED;cios Fiscais no Contexto do art.103.&#xBA;, n.&#xBA; 2, da CRP. 4.2.7. As garantias dos contribuintes. 4.3. Criminaliza&#xE7;&#xE3;o, agrava&#xE7;&#xE3;o, descriminaliza&#xE7;&#xE3;o ou atenua&#xE7;&#xE3;o. 4.4. Restri&#xE7;&#xF5;es e desagravamentos das garantias dos contribuintes-administrados. 5. Determina&#xE7;&#xE3;o e indetermina&#xE7;&#xE3;o. 5.1. Conceito. 5.2. Grau de determina&#xE7;&#xE3;o legal exig&#xED;vel e controlo judicial. 5.3. A posi&#xE7;&#xE3;o da jurisprud&#xEA;ncia. 5.4. Remiss&#xF5;es da lei formal para regulamento ou decreto-lei n&#xE3;o autorizado. 6. O art. 103.&#xBA; n.&#xBA; 3 da CRP. VI. O princ&#xED;pio da proibi&#xE7;&#xE3;o da retroatividade fiscal. 1. Conceito e crit&#xE9;rios. 2. Leis procedimentais e processuais. 3. Leis substantivas. 3.1. Impostos de obriga&#xE7;&#xE3;o &#xFA;nica e impostos peri&#xF3;dicos. 3.2. As taxas liberat&#xF3;rias e as tributa&#xE7;&#xF5;es aut&#xF3;nomas. 3.3. Conceito de retroatividade para efeitos do IVA. 4. A proibi&#xE7;&#xE3;o da retroatividade como manifesta&#xE7;&#xE3;o do princ&#xED;pio da seguran&#xE7;a jur&#xED;dica. 5. A posi&#xE7;&#xE3;o do Tribunal Constitucional. 6. Conclus&#xF5;es. 7. Retrospetividade e princ&#xED;pio da prote&#xE7;&#xE3;o da confian&#xE7;a. 7.1. Significado de retrospetividade. 7.2. Princ&#xED;pio da prote&#xE7;&#xE3;o da confian&#xE7;a: crit&#xE9;rios jurisprudenciais de densifica&#xE7;&#xE3;o. 7.3. A pouca relev&#xE2;ncia dada &#xE0; prote&#xE7;&#xE3;o da confian&#xE7;a? 7.4. Os princ&#xED;pios da prote&#xE7;&#xE3;o da confian&#xE7;a e da auto- revisibilidade das leis. 8. Normas oneradoras e normas desoneradoras do sujeito passivo. 9. Cl&#xE1;usulas antiabuso. VII. O princ&#xED;pio da igualdade fiscal. 1. No&#xE7;&#xF5;es introdut&#xF3;rias. 2. O princ&#xED;pio da capacidade contributiva como princ&#xED;pio estruturante e medida da igualdade econ&#xF3;mica aplicada aos impostos. 3. Os princ&#xED;pios da capacidade contributiva e do benef&#xED;cio e a comparabilidade. 4. A proibi&#xE7;&#xE3;o de impostos confiscat&#xF3;rios. 5. Tributos sinalagm&#xE1;ticos. VIII. O princ&#xED;pio da tributa&#xE7;&#xE3;o do rendimento real. 1. Tributa&#xE7;&#xE3;o do rendimento real e deveres declarativos e de coopera&#xE7;&#xE3;o. A Fiscaliza&#xE7;&#xE3;o. 2. A tributa&#xE7;&#xE3;o do rendimento real das empresas e a dedutibilidade dos gastos. 3. O caso da dedutibilidade de juros. 4. O alcance da tributa&#xE7;&#xE3;o do rendimento real: limites tra&#xE7;ados pelo princ&#xED;pio da capacidade contributiva e os direitos de propriedade e iniciativa privada. 5. A import&#xE2;ncia da tributa&#xE7;&#xE3;o do rendimento real. 6. O mito da tributa&#xE7;&#xE3;o do rendimento real. 7. M&#xE9;todos indiretos de tributa&#xE7;&#xE3;o na LGT. 7.1. No&#xE7;&#xF5;es Introdut&#xF3;rias. 7.2. Os pressupostos para a aplica&#xE7;&#xE3;o dos m&#xE9;todos indiretos. 7.3. M&#xE9;todos indiretos e diminui&#xE7;&#xE3;o da medida da prova. 7.4. As manifesta&#xE7;&#xF5;es de fortuna como presun&#xE7;&#xE3;o de rendimento n&#xE3;o declarado. 7.5. Conclus&#xF5;es. 8. A tributa&#xE7;&#xE3;o do rendimento real e as tributa&#xE7;&#xF5;es aut&#xF3;nomas. 8.1. As despesas n&#xE3;o documentadas e despesas confidenciais. 8.2. Evolu&#xE7;&#xE3;o hist&#xF3;rica do regime jur&#xED;dico-fiscal aplic&#xE1;vel &#xE0;s despesas n&#xE3;o documentadas. 8.3. A tributa&#xE7;&#xE3;o aut&#xF3;noma. 8.4. Caracteriza&#xE7;&#xE3;o da tributa&#xE7;&#xE3;o aut&#xF3;noma. 8.5. O regime das despesas n&#xE3;o documentadas no direito comparado. 8.6. Enquadramento jur&#xED;dico-constitucional da tributa&#xE7;&#xE3;o aut&#xF3;noma. 8.6.1. A jurisprud&#xEA;ncia do STA e do Tribunal Constitucional. 8.6.2. A caracteriza&#xE7;&#xE3;o da tributa&#xE7;&#xE3;o aut&#xF3;noma pela doutrina. 8.7. Conclus&#xF5;es. IX. O princ&#xED;pio da praticabilidade. 1. </subfield>
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    <subfield code="a">As presun&#xE7;&#xF5;es inilid&#xED;veis e as tipifica&#xE7;&#xF5;es legais. 2. A constitucionalidade das tipifica&#xE7;&#xF5;es legais. 3. As presun&#xE7;&#xF5;es consagradas nas normas de incid&#xEA;ncia tribut&#xE1;ria, os artigos 73.&#xB0; e 74.&#xB0; da LGT e 64.&#xB0; do CPPT. 4. A proibi&#xE7;&#xE3;o de presun&#xE7;&#xF5;es e o &#xF3;nus da prova em direito fiscal. X. A interpreta&#xE7;&#xE3;o das leis fiscais. 1. No&#xE7;&#xF5;es introdut&#xF3;rias. 2. A interpreta&#xE7;&#xE3;o da lei fiscal segundo os crit&#xE9;rios de interpreta&#xE7;&#xE3;o. 3. A importa&#xE7;&#xE3;o pela lei fiscal de conceitos do direito civil e de outros dom&#xED;nios cient&#xED;ficos. 3.1. A interpreta&#xE7;&#xE3;o aut&#xF3;noma e o art. 11.&#xB0; n.&#xBA; 2 da LGT. 3.2. a interpreta&#xE7;&#xE3;o segundo a subst&#xE2;ncia econ&#xF3;mica dos factos e o art. 11.&#xBA; n.&#xBA; 3 da LGT. 4. A interpreta&#xE7;&#xE3;o conforme &#xE0; constitui&#xE7;&#xE3;o e ao direito europeu e internacional. 5. indetermina&#xE7;&#xE3;o legal e analogia. 6. Interpreta&#xE7;&#xE3;o teleol&#xF3;gica, analogia e abuso. XI. A elis&#xE3;o ou abuso fiscal, evas&#xE3;o e fraude fiscais, e planeamento fiscal agressivo. 1. Seguran&#xE7;a jur&#xED;dica e justi&#xE7;a fiscal. 2. Da inexist&#xEA;ncia de facto tribut&#xE1;rio &#xE0; evas&#xE3;o e fraude fiscais. 3. Planeamento fiscal e moralidade fiscal. 4. Lacunas legais intencionais e n&#xE3;o intencionais. 5. Lacunas n&#xE3;o intencionais e disparidades. 6. T&#xE9;cnicas legislativas de redu&#xE7;&#xE3;o das lacunas n&#xE3;o intencionais. 7. T&#xE9;cnicas legislativas de redu&#xE7;&#xE3;o das disparidades. 8. A evas&#xE3;o fiscal. 9. A elis&#xE3;o ou abuso fiscal. 9.1. A necessidade de cl&#xE1;usulas antiabuso. 9.2. Art. 38.&#xB0; n.&#xBA; 2 da LGT. 9.3. Planeamento fiscal vs. abuso fiscal: o caso da isen&#xE7;&#xE3;o das mais-valias resultantes da aliena&#xE7;&#xE3;o de a&#xE7;&#xF5;es. 10. A elis&#xE3;o fiscal no direito comparado. 11. O princ&#xED;pio do abuso no direito europeu. 11.1. Impostos diretos n&#xE3;o harmonizados. 11.2. Impostos diretos parcialmente harmonizados. 11.3. IVA. 11.4. Recomenda&#xE7;&#xE3;o de cl&#xE1;usulas gerais antiabuso. 12. &#xAB;O Teste da Finalidade Principal&#xBB; (Principal Purpose Test, &#xAB;PPT&#xBB;) na a&#xE7;&#xE3;o 6 do BEPS. 13. Evas&#xE3;o fiscal, elis&#xE3;o ou abuso fiscal e planeamento fiscal agressivo. 14. O planeamento fiscal agressivo segundo o Decreto-Lei n.&#xBA; 29/2008, de 25 de fevereiro. Lista de bibliografia.</subfield>
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