03180nam a2200241 4500001000700000090001100007100004100018101000800059200015600067210002800223215002000251300030300271330201200574606003802586606003302624606003602657606001802693606001702711606002402728700005702752955001102809995011802820393652 a393652 a20151214d2014 y0pory50 ba apor aPsicopatia, criminalidade e empatiabRecurso eletrónicoeresultados de uma amostra prisional portuguesafAlberto Óscar Pereira de Almeida Vagaroso  aVila Realc[s.n.]d2014 a1 CD-ROMd12 cm aDissertação de mestrado em Psicologia Clínica, apresentada à Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, tendo como orientadores Francisco Manuel dos Santos Cardoso, Alice Margarida Martins dos Santos Simões. Ficheiro de 908 KB em formato PDF (93 p.). Resumo inserto na publicação. aA psicopatia é um construto psicológico, que se demarca pelos seus traços anti-sociais que redundam muitas vezes no delito, e, fundamentalmente, por um conjunto de características específicas a nível interpessoal e afectivo. Se os traços anti-sociais não oferecem dúvidas desconcertantes quanto à sua fenomenologia e como se manifestam, a mesma harmonia não é comungada no campo afectivo/interpessoal. Os psicopatas são encarados como indivíduos manipuladores, superficiais, emocionalmente indiferentes e extremamente racionais e lógicos. No entanto, a literatura actual ainda não identificou a falha afectiva, e o modo como esta alimenta a existência de extremas dificuldades em sentirem compaixão pelo outro. A comunidade científica tem evidenciado a empatia como a principal responsável desta falência, explorando-se a relação entre psicopatia e a empatia e as dimensões que a compõem, a empatia cognitiva e afectiva. Os estudos com amostras comunitárias e em contextos forenses afirmam de um modo geral que é principalmente ao nível da componente afectiva que se faz sentir as mais intensas dificuldades, invocando-se que os indivíduos com psicopatia falham, não no reconhecimento da emoção, mas na partilha da mesma. Todavia, ainda não existe uma harmonia no seio da comunidade científica. São estas questões que o actual estudo pretende analisar a partir dos dados obtidos numa amostra prisional. As análises não confirmaram a relação entre o grupo com índices de psicopatia mais elevados e a empatia a nível estatístico (p=.059), todavia, ao nível da componente afectiva da empatia foram encontradas diferenças estatisticamente significativas (p=.03), entre os grupos de psicopatia na amostra forense. Mais estudos neste sentido poderão constituir a alavanca para encontrar respostas mais fidedignas no caminho para a reabilitação de agressores violentos institucionalizados categorizados com psicopatia. aCOMPORTAMENTO ANTI-SOCIAL9321197 aPERFIL PSICOLÓGICO9320881 aANÁLISE PSICOLÓGICA9323418 aPRESO9243028 aTESE9334284 aPERSONALIDADE94934 aVAGAROSObAlberto Óscar Pereira de Almeida9357941 xOferta 104PJCD_270_00000000000000052022-06-066PJCD2709426115aPJcPJfPJ1CD270_34kPJCD270n2022-06-06o0rMOxOferta