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    <subfield code="a">Coopera&#xE7;&#xE3;o civil-militar no combate ao terrorismo</subfield>
    <subfield code="b">Recurso eletr&#xF3;nico</subfield>
    <subfield code="e">o papel das informa&#xE7;&#xF5;es militares</subfield>
    <subfield code="f">Jos&#xE9; Paulo Silva Bartolomeu</subfield>
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    <subfield code="a">Pedrou&#xE7;os</subfield>
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    <subfield code="a">Trabalho de Investiga&#xE7;&#xE3;o Individual do Curso de Estado-Maior Conjunto, apresentado ao Instituto de Estudos Superiores Militares, tendo como orientador Rui Manuel da Costa Ribeiro Vieira. Ficheiro de 1,11 MB em formato PDF (84 p.). Resumo inserto na publica&#xE7;&#xE3;o.</subfield>
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    <subfield code="a">O terrorismo ganhou maior dimens&#xE3;o com o fen&#xF3;meno da globaliza&#xE7;&#xE3;o. Com o prop&#xF3;sito de desenvolver linhas de a&#xE7;&#xE3;o para estimular a coopera&#xE7;&#xE3;o entre as For&#xE7;as Armadas (FA) e as For&#xE7;as e Servi&#xE7;os de Seguran&#xE7;a (FSS) no combate ao terrorismo, formulando orienta&#xE7;&#xF5;es concretas para otimizar o contributo do Sistema de Informa&#xE7;&#xF5;es Militares (SIM), seguiram-se as fases do procedimento metodol&#xF3;gico preconizadas por Quivy e Campenhoudt (1998). Com recurso ao m&#xE9;todo dedutivo, analisou-se informa&#xE7;&#xE3;o e obtiveram-se conclus&#xF5;es, que depois de incorporadas em matrizes de an&#xE1;lise "SWOT", permitiram atingir o nosso desiderato. Iniciou-se este relat&#xF3;rio com uma classifica&#xE7;&#xE3;o da amea&#xE7;a terrorista e do fen&#xF3;meno terrorista em Portugal, seguiu-se um resumo do papel das Informa&#xE7;&#xF5;es e o contributo da Organiza&#xE7;&#xE3;o do Tratado do Atl&#xE2;ntico Norte (OTAN), da Uni&#xE3;o Europeia (UE) e de Portugal no combate ao terrorismo, foi feita uma an&#xE1;lise ao SIM, e por fim escrutinaram-se os mecanismos de coopera&#xE7;&#xE3;o entre as FA e as FSS. Verificou-se que as redes terroristas incluem normalmente n&#xF3;s e ramifica&#xE7;&#xF5;es de &#xE2;mbito criminal e apoios diversos. Portugal poder&#xE1; constituir-se como ref&#xFA;gio, local de passagem, fonte de recrutamento, ou alvo de oportunidade. Cabe &#xE0;s Informa&#xE7;&#xF5;es identificar vulnerabilidades, avaliar as amea&#xE7;as terroristas, e esclarecer a situa&#xE7;&#xE3;o, para apoiar o seu combate. A OTAN e a UE adotaram estrat&#xE9;gias de combate ao terrorismo pr&#xF3;-ativas, dinamizaram a coopera&#xE7;&#xE3;o e a partilha de Informa&#xE7;&#xF5;es. Portugal tem contribu&#xED;do para este combate com as suas FA e FSS. O SIM possui capacidades relevantes que poder&#xE3;o apoiar o combate ao terrorismo, resultando as suas limita&#xE7;&#xF5;es da falta de regulamenta&#xE7;&#xE3;o legal. No campo interno, as FA est&#xE3;o incumbidas de cooperar com as FSS no combate a agress&#xF5;es ou amea&#xE7;as transnacionais. Concluiu-se tamb&#xE9;m que, embora o Centro de Informa&#xE7;&#xF5;es e Seguran&#xE7;a Militares (CISMIL), a Marinha a For&#xE7;a A&#xE9;rea, tenham um papel ativo nesta coopera&#xE7;&#xE3;o, existem constrangimentos legais, de operacionaliza&#xE7;&#xE3;o, coordena&#xE7;&#xE3;o e integra&#xE7;&#xE3;o das capacidades das FA e do SIM. No campo externo, a coopera&#xE7;&#xE3;o &#xE9; extremamente incipiente e dever&#xE1; ser incrementada. Para estimular a coopera&#xE7;&#xE3;o entre as FA e as FSS no combate ao terrorismo dever&#xE3;o ser efetuados reajustamentos legais, que clarifiquem e promovam a operacionaliza&#xE7;&#xE3;o da coopera&#xE7;&#xE3;o j&#xE1; referida na lei, incluam a participa&#xE7;&#xE3;o das FA no Gabinete Coordenador de Seguran&#xE7;a (GCS) e na Unidade de Coordena&#xE7;&#xE3;o Antiterrorista (UCAT), e o dever de colabora&#xE7;&#xE3;o das FSS para com as FA (sempre que aplic&#xE1;vel). Para otimizar o SIM, este necessita de ser encarado pelas chefias militares com antela&#xE7;&#xE3;o, dando-lhe maior relev&#xE2;ncia, e de ser regulamentado, permitindo, entre outros aspetos, uma articula&#xE7;&#xE3;o funcional entre o CISMIL e os Ramos.</subfield>
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    <subfield code="a">INFORMA&#xC7;&#xC3;O CRIMINAL</subfield>
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