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    <subfield code="a">No&#xE7;&#xF5;es fundamentais de direito penal</subfield>
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    <subfield code="e">introdu&#xE7;&#xE3;o - a doutrina geral da infrac&#xE7;&#xE3;o [a ordena&#xE7;&#xE3;o fundamental da conduta (facto) pun&#xED;vel; a conduta t&#xED;pica (o tipo); a conduta il&#xED;cita (o il&#xED;cito); a conduta culposa (a culpa)]</subfield>
    <subfield code="f">Jos&#xE9; de Faria Costa</subfield>
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    <subfield code="a">Coimbra</subfield>
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    <subfield code="a">XIII, 453 p.</subfield>
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    <subfield code="a">De novo, sem pressas, continuamos a razoar. A continua&#xE7;&#xE3;o do razoar sobre as "raz&#xF5;es" deste livro e sobre mais algumas coisas. A raz&#xE3;o de "algumas raz&#xF5;es" e outras coisas. Algumas raz&#xF5;es. T&#xCD;TULO I. INTRODU&#xC7;&#xC3;O. CAP&#xCD;TULO 1 - ESTRUTURAS ELEMENTARES DO DIREITO PENAL. 1.1. O crime. 1.2. A pena. 1.3. A fundamenta&#xE7;&#xE3;o onto-antropol&#xF3;gica do direito penal. CAP&#xCD;TULO 2 - PARA UMA NOVA "CI&#xCA;NCIA DO DIREITO PENAL TOTAL (CONJUNTA)". 2.1. Aproxima&#xE7;&#xE3;o conceitual. 2.2. Direito penal cl&#xE1;ssico e direito penal secund&#xE1;rio. 2.3. Direito penal e direito de mera ordena&#xE7;&#xE3;o social. 2.4.Direito penal e processo penal. 2.5. Direito penal e direito disciplinar. 2.6. O direito penal e suas conex&#xF5;es com outras regi&#xF5;es do direito, com a pol&#xED;&#xAD;tica criminal e com a criminologia (ou a grande topografia do direito penal). 2.7. Reflex&#xF5;es sobre a distin&#xE7;&#xE3;o entre direito penal e &#x201C;ci&#xEA;ncia do direito penal&#x201D;. CAP&#xCD;TULO 3 - O &#xC2;MBITO DE APLICA&#xC7;&#xC3;O DO DIREITO PENAL. 3.1. No tempo. 3.1.1. Algumas reflex&#xF5;es introdut&#xF3;rias. 3.1.2. O princ&#xED;pio da irrectroactividade da lei penal. 3.1.3. A prescri&#xE7;&#xE3;o. 3.2. No espa&#xE7;o. 3.2.1. Princ&#xED;pios gerais. 3.2.2. A extradi&#xE7;&#xE3;o. 3.2.3. Novos instrumentos de aplica&#xE7;&#xE3;o da lei penal. 3.2.4. O Tribunal Penal Internacional. 3.3. Quanto &#xE0;s pessoas. 3.3.1. O princ&#xED;pio da igualdade dos cidad&#xE3;os. 3.3.2. Casos de excep&#xE7;&#xE3;o. 3.3.2.1. Diplomatas. 3.3.2.2. Titulares de cargos pol&#xED;ticos. CAP&#xCD;TULO 4 - AS FONTES DO DIREITO PENAL. 4.1. A Lei Fundamental. 4.1.1. Como imposi&#xE7;&#xE3;o de criminaliza&#xE7;&#xE3;o. 4.1.2. Como impulso de criminaliza&#xE7;&#xE3;o. 4.1.3. Como limite &#xE0; criminaliza&#xE7;&#xE3;o. 4.2. A lei em sentido estrito. 4.2.1. A reserva de lei. 4.3. O direito europeu. 4.3.1. Directivas. CAP&#xCD;TULO 5 - A INTERPRETA&#xC7;&#xC3;O EM DIREITO PENAL. 5.1. Alguns pontos de uma hermen&#xEA;utica penal e a linha metodol&#xF3;gica interpretativa. 5.2. O problema da analogia. 5.3. O "texto-norma" e a "norma-texto". CAP&#xCD;TULO 6 &#x2013; A HIST&#xD3;RIA DO DIREITO PENAL. 6.1. Considera&#xE7;&#xF5;es iniciais. 6.2. A hist&#xF3;ria do direito penal no contexto da hist&#xF3;ria universal. 6.2.1. Os grandes per&#xED;odos da hist&#xF3;ria universal e a sua rela&#xE7;&#xE3;o com a evolu&#xE7;&#xE3;o do direito penal. 6.3. A hist&#xF3;ria do direito penal portugu&#xEA;s. T&#xCD;TULO II. A DOUTRINA GERAL DA INFRAC&#xC7;&#xC3;O PENAL. CAP&#xCD;TULO 7 - A ORDENA&#xC7;&#xC3;O FUNDAMENTAL DA CONDUTA (FACTO) PUN&#xCD;VEL. 7.1. O princ&#xED;pio da ofensividade. 7.1.1. Rela&#xE7;&#xE3;o com o bem jur&#xED;dico. 7.2. A dignidade e a necessidade penais. 7.2.1. O merecimento de pena. 7.2.2. A necessidade de tutela. 7.2.3. O m&#xED;nimo &#xE9;tico. 7.3. A estrutura fundamental da conduta pun&#xED;vel. 7.3.1. Reflex&#xF5;es sobre a estrutura. 7.3.2. O il&#xED;cito e a culpa. 7.3.3. A expans&#xE3;o rnaterial-conceitual do il&#xED;cito. 7.3.4. As correspond&#xEA;ncias entre o il&#xED;cito e a culpa. 7.4. Alguns percursos de ordena&#xE7;&#xE3;o. 7.4.1. Doutrina de imputa&#xE7;&#xE3;o do "direito comum". 7.4.2. A concep&#xE7;&#xE3;o cl&#xE1;ssica do crime. 7.4.3. A chamada concep&#xE7;&#xE3;o "neo-cl&#xE1;ssica" do crime. 7.4.4. A concep&#xE7;&#xE3;o finalista do crime. 7.4.5. Os caminhos de hoje. 7.4.6. Considera&#xE7;&#xF5;es finais. CAP&#xCD;TULO 8 - A CONDUTA T&#xCD;PICA (O TIPO). 8.1. Estrutura e conceito de tipo legal de crime. 8.1.1. O tipo como constru&#xE7;&#xE3;o. 8.1.2. Os v&#xE1;rios elementos do tipo. 8.1.2.1. Elementos objectivos. 8.1.2.2. Elementos subjectivos. 8.1.2.3. Elementos da Gesinnung. 8.2. Delimita&#xE7;&#xE3;o perante o il&#xED;cito. 8.3. Delimita&#xE7;&#xE3;o perante a culpa. 8.4. "Refrac&#xE7;&#xF5;es sustentadoras" do tipo legal de crime. 8.4.1. O princ&#xED;pio &#x201C;nullum crimen nulla poena sine lege&#x201D;. 8.4.2. A proibi&#xE7;&#xE3;o de analogia. 8.4.3. O princ&#xED;pio da determinabilidade. 8.4.4. A proibi&#xE7;&#xE3;o da retroactividade. 8.4.5. Os princ&#xED;pios da adequa&#xE7;&#xE3;o social e do m&#xED;nimo de dignidade penal. 8.4.6. O princ&#xED;pio &#x201C;in dubio pro libertate&#x201D;. 8.5. A causalidade e a imputa&#xE7;&#xE3;o objectiva. 8.5.1. Uma primeira abordagem. 8.5.2. A causalidade adequada. 8.5.3. A imputa&#xE7;&#xE3;o objectiva. 8.6. Afei&#xE7;oamentos no que toca &#xE0; imputa&#xE7;&#xE3;o objectiva. 8.6.1. Comportamentos l&#xED;citos alternativos. 8.6.2. Risco permitido. 8.6.3. Risco diminu&#xED;do. 8.6.4. &#xC2;mbito de protec&#xE7;&#xE3;o da norma. 8.7. Os sujeitos. 8.7.1. A responsabilidade penal das pessoas colectivas. 8.7.1.1. Crit&#xE9;rios de imputa&#xE7;&#xE3;o. 8.8. Tipos de tipicidade. 8.8.1. Quanto &#xE0; conduta. 8.8.2. Quanto ao bem jur&#xED;dico. 8.8.3. Quanto ao sujeito. 8.8.4. Quanto ao momento de consuma&#xE7;&#xE3;o. 8.8.5. Casos especiais de tipos de tipicidade. CAP&#xCD;TULO 9 - A CONDUTA IL&#xCD;CITA (O IL&#xCD;CITO). 9.1. No&#xE7;&#xE3;o de il&#xED;cito. 9.1.1. Desvalor de ac&#xE7;&#xE3;o e desvalor de resultado. 9.2. No&#xE7;&#xE3;o de bem jur&#xED;dico. 9.2.1. Breve aproxima&#xE7;&#xE3;o e compreens&#xE3;o hist&#xF3;ricas. 9.2.2. Estrutura do bem jur&#xED;dico e sua ordena&#xE7;&#xE3;o. 9.3. Fundamentos de justifica&#xE7;&#xE3;o. 9.3.1. A estrutura. 9.3.2. Princ&#xED;pio da unidade da ordem jur&#xED;dica. 9.3.3. Elementos subjectivos de justifica&#xE7;&#xE3;o. 9.3.4. G&#xE9;nese dos fundamentos de justifica&#xE7;&#xE3;o. 9.3.5. Efeitos dos fundamentos de justifica&#xE7;&#xE3;o. 9.3.6. "Concurso" de v&#xE1;rios fundamentos de justifica&#xE7;&#xE3;o. 9.4. Concretiza&#xE7;&#xF5;es legais de fundamentos de justifica&#xE7;&#xE3;o. 9.4.1. A leg&#xED;tima defesa. 9.4.1.1. Considera&#xE7;&#xF5;es gerais. 9.4.1.2. Requisitos da leg&#xED;tima defesa. 9.4.1.2.1. Quanto &#xE0; agress&#xE3;o. 9.4.1.2.2. Quanto &#xE0; defesa. 9.4.2. O exerc&#xED;cio de um direito. 9.4.3. O estado de necessidade justificante. 9.4.3.1. Considera&#xE7;&#xF5;es gerais.  9.4.3.2. O perigo actual.9.4.3.3. A adequa&#xE7;&#xE3;o. 9.4.3.4. A pondera&#xE7;&#xE3;o de interesses. 9.4.4. O consentimento. 9.4.4.1. Considera&#xE7;&#xF5;es gerais. 9.4.4.2. Pressupostos do consentimento. 9.4.4.3. Consentimento presumido. 9.4.5. O conflito de deveres. 9.4.6. O artigo 31.&#xB0;, n.&#xBA; 1, do C&#xF3;digo Penal. 9.4.7. Alguns afloramentos de outras causas de justifica&#xE7;&#xE3;o. 9.4.7.1. A ac&#xE7;&#xE3;o directa. 9.4.7.2. &#x201C;Agere pro magistratu&#x201D;. 9.4.7.3. O facto de consci&#xEA;ncia. 9.4.7.4. O estado de necessidade defensivo (supra-legal). CAP&#xCD;TULO 10 - A CONDUTA CULPOSA (A CULPA). 10.1. Aprecia&#xE7;&#xF5;es preliminares. 10.2. Aproxima&#xE7;&#xE3;o a uma no&#xE7;&#xE3;o de culpa. 10.3. Problemas fundamentais da doutrina da culpa. 10.3.1. O princ&#xED;pio da culpa. 10.3.2. Culpa e liberdade. 10.3.3. Culpa e rela&#xE7;&#xE3;o dial&#xF3;gica. 10.3.4. Culpa e fundamento onto-antropol&#xF3;gico. 10.4. Culpa e fins das penas. 10.4.1. Estudo sistem&#xE1;tico e aprofundado dos fins das penas. 10.5. A estrutura dogm&#xE1;tica da culpa. 10.6. A "conduta" inimput&#xE1;vel (a inimputabilidade). 10.6.1. Em raz&#xE3;o da idade. 10.6.2. Em raz&#xE3;o de anomalia ps&#xED;quica. 10.6.3. A &#x201C;actio libera in causa&#x201D;. 10.7. As condutas dolosa e negligente (o dolo e a neglig&#xEA;ncia). 10.7.1. Aprecia&#xE7;&#xF5;es preliminares. 10.7.2. O dolo. 10.7.2.1. Compreens&#xE3;o e an&#xE1;lise hist&#xF3;ricas. 10.7.2.2. Estrutura fundamental do dolo. 10.7.2.3. Problemas atinentes ao conhecer e ao querer. 10.7.2.4. Formas de dolo. 10.7.3. A neglig&#xEA;ncia. 10.7.3.1. Compreens&#xE3;o e an&#xE1;lise hist&#xF3;ricas. 10.7.3.2. Estrutura fundamental da neglig&#xEA;ncia. 10.7.3.3. O dever objectivo de cuidado. 10.7.3.4. O conhecer e o querer (neglig&#xEA;ncia consciente e neglig&#xEA;ncia inconsciente). 10.7.3.5. Distin&#xE7;&#xE3;o entre neglig&#xEA;ncia consciente e dolo eventual 10.7.3.6. Incompatibilidade material com a tentativa e com a comparticipa&#xE7;&#xE3;o. 10.7.4. Combina&#xE7;&#xF5;es de dolo e neglig&#xEA;ncia. 10.7.4.1. Pr&#xF3;prias. 10.7.4.2. Impr&#xF3;prias (crimes agravados pelo evento). 10.7.5. A problem&#xE1;tica do erro. 10.7.5.3. Casos especiais. 10.7.5.3.1. O erro sobre as causas de justifica&#xE7;&#xE3;o. 10.7.5.3.2. O erro nos crimes de omiss&#xE3;o impura. 10.7.5.1. O erro sobre a factualidade t&#xED;pica. 10.7.5.1.1. &#x201C;Error in persona vel objecto&#x201D;. 10.7.5.1.2. O erro sobre o processo causal. 10.7.5.1.3. &#x201C;Aberratio ictus&#x201D;. 10.7.5.2. O chamado erro sobre a proibi&#xE7;&#xE3;o. 10.7.5.2.1. O problema. 10.7.5.2.2. O erro sobre as proibi&#xE7;&#xF5;es legais. 10.7.5.4. Os arts. 16.0 e 17.&#xBA; do CP. 10.7.6. As causas de exclus&#xE3;o da culpa. 10.7.6.1. Cl&#xE1;usula geral de n&#xE3;o exigibilidade. 10.7.6.2. O estado de necessidade desculpante. 10.7.6.3. O excesso de leg&#xED;tima defesa. 10.7.6.4. A obedi&#xEA;ncia indevida desculpante.</subfield>
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