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    <subfield code="a">Os meios de obten&#xE7;&#xE3;o da prova em processo penal</subfield>
    <subfield code="f">Francisco Marcolino de Jesus</subfield>
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    <subfield code="a">2.&#xAA; ed., revista, actualizada e ampliada</subfield>
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    <subfield code="a">Coimbra</subfield>
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    <subfield code="a">Monografias</subfield>
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    <subfield code="a">1. O DIREITO PENAL. 1.1 O conceito material de Crime. 1.2. O Estado de Direito Democr&#xE1;tico. 1.3. Os Direitos Fundamentais. 2. O PROCESSO PENAL. 2.1. O Direito Processual Penal e a sua rela&#xE7;&#xE3;o dial&#xE9;ctica com o Direito Penal. 2.2. Princ&#xED;pios fundamentais do processo penal. 2.2.1. O princ&#xED;pio do juiz natural. 2.2.2. O princ&#xED;pio da oficialidade. 2.2.3. O Princ&#xED;pio da legalidade. 2.2.4. O Princ&#xED;pio do acusat&#xF3;rio. 2.2.5. O princ&#xED;pio da contraditoriedade e audi&#xEA;ncia. 2.2.6. O princ&#xED;pio da sufici&#xEA;ncia. 2.2.7. O princ&#xED;pio da publicidade. 3. O INQU&#xC9;RITO. 3.1. Defini&#xE7;&#xE3;o. 3.2. &#xC2;mbito e finalidade do inqu&#xE9;rito. 3.3. Direc&#xE7;&#xE3;o do Inqu&#xE9;rito. 3.4. Actos pr&#xF3;prios do M&#xBA; P&#xBA; e actos deleg&#xE1;veis nos &#xF3;rg&#xE3;os de pol&#xED;cia criminal. 3.5. Actos da exclusiva compet&#xEA;ncia do Juiz de Instru&#xE7;&#xE3;o Criminal. 3.6. A articula&#xE7;&#xE3;o dos actos do M&#xBA; P&#xBA; com os de compet&#xEA;ncia do JIC. 3.7. A defesa dos bens jur&#xED;dicos e a garantia dos direitos individuais. 4. APROVA. 4.1. Conceito de prova. 4.2. Tipos de prova. 4.2.1. Provas perfeitas e imperfeitas. 4.2.2. Prova directa e prova indirecta. Ind&#xED;cios. 4.2.3. Provas pessoais e reais. 4.3. Presun&#xE7;&#xF5;es. 5. PRINC&#xED;PIOS RELATIVOS &#xC0; PROVA. 5.1. Princ&#xED;pio da legalidade. 5.1.1. As provas proibidas. 5.1.2. Proibi&#xE7;&#xE3;o de prova e proibi&#xE7;&#xE3;o de valora&#xE7;&#xE3;o de prova 5.1.3. As provas derivadas das provas proibidas. A doutrina dos frutos da &#xE1;rvore envenenada 5.1.3.1. A Jurisprud&#xEA;ncia Espanhola 5.1.3.2. A Jurisprud&#xEA;ncia Portuguesa. 5.1.4. A videovigil&#xE2;ncia. 5.2. O princ&#xED;pio da livre aprecia&#xE7;&#xE3;o da prova 5.3. O princ&#xED;pio da oralidade. 5.4. O princ&#xED;pio da imedia&#xE7;&#xE3;o. 5.5. O princ&#xED;pio da concentra&#xE7;&#xE3;o. 5.6. O princ&#xED;pio da investiga&#xE7;&#xE3;o ou verdade material 5.7. O princ&#xED;pio da presun&#xE7;&#xE3;o de inoc&#xEA;ncia. 5.8. O princ&#xED;pio in dubio pro reo. 5.9. O princ&#xED;pio do contradit&#xF3;rio. 6. OS MEIOS DE PROVA. 6.1. Defini&#xE7;&#xE3;o. 6.2. Meios de prova tipificados 6.3. A prova testemunhal. 6.4. As declara&#xE7;&#xF5;es do arguido. 6.5. Declara&#xE7;&#xF5;es do assistente e partes civis 6.6. Prova por acarea&#xE7;&#xE3;o. 6.7. Prova por reconhecimento. 6.8. Prova por reconstitui&#xE7;&#xE3;o do facto. 6.9. Prova pericial. 6.10. Prova documental. 6.11. O agente encoberto. 6.12. As medidas cautelares quanto aos meios de prova. 7. OS MEIOS DE OBTEN&#xC7;&#xC3;O DA PROVA. 7.1. Defini&#xE7;&#xE3;o. 7.2. Pressupostos gerais dos meios de obten&#xE7;&#xE3;o da prova. 7.3. Exames. 7.3.1. Defini&#xE7;&#xE3;o. 7.3.2. Distin&#xE7;&#xE3;o entre exames e per&#xED;cias. 7.3.3. Quando t&#xEA;m lugar os exames. 7.3.4. O arguido como sujeito do processo e como meio de prova. 7.3.5. Requisitos espec&#xED;ficos dos exames. 7.3.6. Os exames de ADN. 7.3.7. Exames no &#xE2;mbito dos crimes de tr&#xE1;fico de estupefaciente. 7.3.8. Exames para detec&#xE7;&#xE3;o de &#xE1;lcool nos condutores e pe&#xF5;es. 7.3.9. Exames suscept&#xED;veis de ofender o pudor das pessoas. 7.3.10. A interven&#xE7;&#xE3;o da autoridade judici&#xE1;ria. 7.3.11. A realiza&#xE7;&#xE3;o de exames em viola&#xE7;&#xE3;o da lei. 7.3.12. A influ&#xEA;ncia da doutrina e da jurisprud&#xEA;ncia na evolu&#xE7;&#xE3;o legislativa. 7.4. Revistas. 7.4.1. Defini&#xE7;&#xE3;o. 7.4.2. Requisitos espec&#xED;ficos da revista. 7.4.3. A interven&#xE7;&#xE3;o da autoridade judici&#xE1;ria. 7.4.4. A comunica&#xE7;&#xE3;o &#xE0; autoridade judici&#xE1;ria das revistas n&#xE3;o autorizadas. 7.4.5. Formalidades da revista. 7.4.6. Revistas com especificidades. 7.4.7. A influ&#xEA;ncia da doutrina e da jurisprud&#xEA;ncia na evolu&#xE7;&#xE3;o legislativa. 7.5. Buscas (*). 7.5.1. No&#xE7;&#xE3;o. 7.5.2. Requisitos espec&#xED;ficos da busca. 7.5.3. Formalidades da busca. 7.5.4. Buscas n&#xE3;o domicili&#xE1;rias. 7.5.4.1. A interven&#xE7;&#xE3;o da autoridade judici&#xE1;ria nas buscas n&#xE3;o domicili&#xE1;rias. 7.5.4.2. O consentimento do visado. 7.5.4.3. Buscas em escrit&#xF3;rio de advogado ou consult&#xF3;rio m&#xE9;dico. 7.5.4.4.Buscas em estabelecimento oficial de sa&#xFA;de. 7.5.4.5. Buscas em &#xF3;rg&#xE3;os de comunica&#xE7;&#xE3;o social. 7.5.4.6. Outras buscas com especificidades. 7.5.5. Buscas domicili&#xE1;rias. 7.5.5.1. Conceito de domic&#xED;lio. 7.5.5.2. Requisitos da busca domicili&#xE1;ria. 7.5.5.3. A interven&#xE7;&#xE3;o da autoridade judici&#xE1;ria na busca domicili&#xE1;ria. 7.5.5.4. O conceito normativo noite. 7.5.5.5. Buscas ao domic&#xED;lio pessoal ou profissional dos Magistrados Judiciais e do Minist&#xE9;rio P&#xFA;blico. 7.5.5.6. As Buscas on-line. 7.5.5.7. A influ&#xEA;ncia da doutrina e da jurisprud&#xEA;ncia na evolu&#xE7;&#xE3;o legislativa. 7.6. Apreens&#xF5;es. 7.6.1. Defini&#xE7;&#xE3;o. 7.6.2. A perda de objectos a favor do Estado. 7.6.3. Os instrumentos e os produtos do crime. 7.6.4. Requisitos da apreens&#xE3;o. 7.6.5. Guarda e venda dos objectos. 7.6.5.1. O regime especial dos ve&#xED;culos apreendidos. 7.6.6. A interven&#xE7;&#xE3;o da autoridade judici&#xE1;ria. 7.6.7. Modifica&#xE7;&#xE3;o da medida. 7.6.8. A apreens&#xE3;o de correspond&#xEA;ncia. 7.6.8.1. A correspond&#xEA;ncia com o defensor. 7.6.9. Apreens&#xF5;es com especificidades. 7.6.9.1. A apreens&#xE3;o em escrit&#xF3;rio de advogado ou em consult&#xF3;rio m&#xE9;dico. 7.6.9.2. Apreens&#xE3;o em estabelecimento banc&#xE1;rio . 7.6.9.3. Apreens&#xE3;o de objectos e documentos em poder de outras pessoas sujeitas a segredo. 7.6.9.4 Apreens&#xE3;o de cart&#xF5;es de telem&#xF3;vel. 7.6.10. Restitui&#xE7;&#xE3;o dos objectos apreendidos. 7.6.11. A influ&#xEA;ncia da doutrina e da jurisprud&#xEA;ncia na evolu&#xE7;&#xE3;o legislativa. 7.7. Escutas Telef&#xF3;nicas. 7.7.1. Defini&#xE7;&#xE3;o. 7.7.2. Direitos fundamentais violados pelas escutas telef&#xF3;nicas. 7.7.3. Pressupostos de admissibilidade das escutas. 7.7.4. Requisito material das escutas. 7.7.5. Quem pode ser alvo de escuta. 7.7.6. Tipos legais que admitem a possibilidade de efectuar escutas telef&#xF3;nicas. 7.7.7. A dura&#xE7;&#xE3;o da medida. 7.7.8. O princ&#xED;pio da jurisdicionalidade ou da reserva judicial. 7.7.9. O controlo judicial da execu&#xE7;&#xE3;o da medida. 7.7.10. Escutas telef&#xF3;nicas com restri&#xE7;&#xF5;es ou impedimentos. 7.7.10.1. As conversa&#xE7;&#xF5;es com o defensor. 7.7.10.2. As conversa&#xE7;&#xF5;es com pessoas que est&#xE3;o a coberto do regime do segredo. 7.7.10.3. As conversa&#xE7;&#xF5;es de titulares de cargos pol&#xED;ticos. 7.7.10.4. As conversa&#xE7;&#xF5;es com familiares e afins. 7.7.11. Formalidades das escutas. 7.7.12. Destino dos suportes. 7.7.13. Os conhecimentos de investiga&#xE7;&#xE3;o, os conhecimentos fortuitos e seu valor extra-processual. Os efeitos &#xE0; dist&#xE2;ncia das nulidades de prova. 7.7.14. A extens&#xE3;o do regime das escutas telef&#xF3;nicas. 7.7.15. A falta de pressupostos para a interven&#xE7;&#xE3;o nas comunica&#xE7;&#xF5;es e a viola&#xE7;&#xE3;o das formalidades: sua consequ&#xEA;ncias. 7.7.16. A influ&#xEA;ncia da doutrina e da jurisprud&#xEA;ncia na evolu&#xE7;&#xE3;o legislativa. 8. BIBLIOGRAFIA.</subfield>
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