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    <subfield code="a">Acesso das ag&#xEA;ncias de seguran&#xE7;a &#xE0; informa&#xE7;&#xE3;o</subfield>
    <subfield code="b">Recurso eletr&#xF3;nico</subfield>
    <subfield code="e">videovigil&#xE2;ncia contra a criminalidade/terrorismo</subfield>
    <subfield code="f">Mariana Yee Raposo da Silva</subfield>
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    <subfield code="a">Lisboa</subfield>
    <subfield code="c">Universidade Nova de Lisboa. Faculdade de Direito. Centro de I&amp;D sobre Direito e Sociedade</subfield>
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    <subfield code="a">1 CD-ROM</subfield>
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    <subfield code="a">CEDIS Working Papers - Direito, Seguran&#xE7;a E Democracia</subfield>
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    <subfield code="a">Ficheiro de 422 KB em formato PDF (25 p.). Resumo inserto na publica&#xE7;&#xE3;o.</subfield>
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    <subfield code="a">Os servi&#xE7;os de informa&#xE7;&#xE3;o constituem actualmente a primeira linha da defesa e seguran&#xE7;a. As amea&#xE7;as s&#xE3;o infinitas e com contornos indefinidos. O &#xFA;nico mecanismo de defesa a revelar-se capaz, &#xE9; a antecipa&#xE7;&#xE3;o de amea&#xE7;as. &#xC9; aqui que entram os servi&#xE7;os de informa&#xE7;&#xE3;o. &#xC9; necess&#xE1;ria uma abordagem integrada da Seguran&#xE7;a Nacional, implicando a estreita coordena&#xE7;&#xE3;o e colabora&#xE7;&#xE3;o entre todas as entidades com compet&#xEA;ncias directas ou indirectas para o assunto. A intelligence, &#xE9; a actividade precisa e especializada, desenvolvida por institui&#xE7;&#xF5;es governamentais, espec&#xED;ficas na recolha de informa&#xE7;&#xE3;o. A crescente import&#xE2;ncia deste campo &#xE9; provocada pelo r&#xE1;pido desenvolvimento da tecnologia militar ou mesmo civil. A Seguran&#xE7;a Internacional revela-se t&#xE3;o ou mais importante do que a Seguran&#xE7;a Nacional, face ao aumento exponencial de amea&#xE7;as terroristas e do crime organizado internacional. Mesmo as actividades organizadas por grupos criminosos em territ&#xF3;rio nacional. Caracterizam-se por um grau elevado de flexibilidade e mobilidade, pelo simples facto, da sua subsist&#xEA;ncia incidir num apoio log&#xED;stico, que s&#xF3; o conseguem adquirir no estrangeiro como o armamento, financiamento, branqueamento e documenta&#xE7;&#xE3;o. Combater terrorismo ou criminalidade internacional com meios meramente nacionais &#xE9; uma impossibilidade nos seus termos, e da&#xED; a necessidade de uma maior integra&#xE7;&#xE3;o de estruturas de seguran&#xE7;a, pol&#xED;cia e servi&#xE7;os de informa&#xE7;&#xF5;es, implementada pela primeira vez com o Espa&#xE7;o Schengen. A videovigil&#xE2;ncia &#xE9; um investimento &#xFA;til e determinante na pol&#xED;tica de seguran&#xE7;a e preven&#xE7;&#xE3;o de criminalidade. Permite prevenir o crime, fornece mais meios &#xE0; investiga&#xE7;&#xE3;o criminal, permite que as for&#xE7;as policiais cheguem mais rapidamente ao local e com informa&#xE7;&#xE3;o mais pormenorizada. No entanto, poder-se-iam colocar obje&#xE7;&#xF5;es a este m&#xE9;todo (videovigil&#xE2;ncia), levantando-se o argumento de que a vida privada dos cidad&#xE3;os n&#xE3;o seria respeitada. Felizmente este argumento n&#xE3;o procede, face ao facto de que a todos os sistemas de vigil&#xE2;ncia &#xE9; obrigat&#xF3;rio ter uma utiliza&#xE7;&#xE3;o licenciada pela Comiss&#xE3;o Nacional da Prote&#xE7;&#xE3;o de Dados. Cujo objectivo e o seu regime jur&#xED;dico visam apenas o dissuadir e registar a pr&#xE1;tica de algum il&#xED;cito. O meio utilizado dever&#xE1; ser id&#xF3;neo, atendendo-se ao princ&#xED;pio da interven&#xE7;&#xE3;o m&#xED;nima, que obriga &#xE0; pondera&#xE7;&#xE3;o entre o objectivo final (a seguran&#xE7;a) que se pretende alcan&#xE7;ar e a necessidade da viola&#xE7;&#xE3;o do direito &#xE0; imagem e privacidade. A videovigil&#xE2;ncia pode tamb&#xE9;m ser usada para conflitos armados, nomeadamente para o combate ao terrorismo, neste caso os conhecidos "drones". Ve&#xED;culos a&#xE9;reos, remotamente pilotados para executar ac&#xE7;&#xF5;es militares que sejam perigosas para qualquer ser humano. Podendo a estes dar-se dois usos: A videovigil&#xE2;ncia per si e o disparar de material militar, como bombas e m&#xED;sseis. S&#xE3;o estes os equipamentos utilizados por Obama, tomando como exemplo no Iem&#xE9;n e que pecam por ser afirmarem ataques cir&#xFA;rgicos que provocam poucas baixas civis. No entanto, n&#xE3;o &#xE9; isso que se tem verificado, e muitos inocentes tem sido apanhados nas teias das novas tecnologias, criando-se um sentimento de sede de justi&#xE7;a e vingan&#xE7;a por parte das fam&#xED;lias das v&#xED;timas. &#xC9; neste sentido que vale colocar-se a seguinte quest&#xE3;o: Ser&#xE3;o estes ataques de combate ao terrorismo l&#xED;citos, ou considerados crimes de guerra, cujos danos n&#xE3;o podem ser maiores do que os riscos que se pretende evitar?</subfield>
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