02604nam a2200205 4500001000700000100004100007101000800048200013700056210002500193215002000218300024400238330174400482606002202226606002102248606002902269606001702298606003202315606000902347700004202356393233 a20150505d2011 y0pory50 ba apor aA valência "explosive ordnance disposal" na Guarda Nacional RepublicanabRecurso eletrónicofRicardo Sampaio De Andrade Grácio aLisboac[s.n.]d2011 a1 CD-ROMd12 cm aTrabalho de investigação aplicada do Mestrado em Ciências Militares - especialidade Segurança, tendo como orientador Ricardo Alexandre Rodrigues Caiado. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 1,94 MB em formato PDF (111 p.). aO recurso a engenhos explosivos por parte de organizações terroristas tem constituído um "modus operandi" frequente que, pelo seu efeito devastador, representa uma ameaça séria à segurança das pessoas e dos seus bens. Desde o início da campanha revolucionária na Irlanda do Norte em 1970, os meios e métodos utilizados em ataques terroristas sofreram actualizações constantes, aumentando o seu potencial destruidor. As forças de inactivação de engenhos explosivos devem hoje, mais do que nunca, dispor dos recursos necessários para fazer face a esta ameaça. O presente trabalho de investigação aplicada aborda as Equipas de Inactivação de Engenhos Explosivos da GNR, visando identificar os factores de desempenho de uma força EOD, compreender a situação actual das equipas ao nível dos seus recursos e analisar o seu modelo de implantação territorial. O trabalho encontra-se dividido em duas partes que reflectem as diferentes fases da investigação. Na secção teórica definem-se conceitos importantes relacionados com a valência EOD, procede-se a uma descrição do ambiente em que as equipas EOD operam, do seu espectro de actuação e dos factores de desempenho, seguida de uma explicação sobre a Inactivação de Engenhos Explosivos da GNR. A segunda parte, eminentemente prática, inclui o trabalho de campo desenvolvido, a análise dos resultados obtidos através de entrevistas e inquéritos e, finalmente, as conclusões e recomendações da investigação. Concluiu-se que o modelo de implantação territorial das equipas não é adequado e que a redução e centralização das equipas constitui uma mais-valia para o seu funcionamento. aENGENHO EXPLOSIVO aBRIGADA ESPECIAL aTERRORISMO INTERNACIONAL aMETODOLOGIAS aGUARDA NACIONAL REPUBLICANA aTESE aGRÁCIObRicardo Sampaio de Andrade