<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<record
    xmlns:xsi="https://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance"
    xsi:schemaLocation="https://www.loc.gov/MARC21/slim https://www.loc.gov/standards/marcxml/schema/MARC21slim.xsd"
    xmlns="https://www.loc.gov/MARC21/slim">

  <leader>18272nam a2200289   4500</leader>
  <controlfield tag="001">393087</controlfield>
  <datafield tag="010" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">9788576252429</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="090" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">393087</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="100" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">20150217d2011       y0pory50      ba</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="101" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">por</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="200" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">Acidentes de tr&#xE2;nsito</subfield>
    <subfield code="e">an&#xE1;lise da prova pericial</subfield>
    <subfield code="f">Ranvier Feitosa Arag&#xE3;o</subfield>
    <subfield code="g">org. da s&#xE9;rie Domingos Tocchetto</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="205" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">5.&#xAA; ed.</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="210" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">Campinas-SP</subfield>
    <subfield code="c">Millennium</subfield>
    <subfield code="d">2011</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="215" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">XXII, 647 p.</subfield>
    <subfield code="c">il.</subfield>
    <subfield code="d">23 cm</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="225" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">Tratado De Per&#xED;cias Criminal&#xED;sticas</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="330" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">Cap&#xED;tulo I - An&#xE1;lise das per&#xED;cias de acidente de tr&#xE2;nsito - uma vis&#xE3;o global para operadores e aplicadores do direito. 1. O laudo pericial e o parecer t&#xE9;cnico - Caracter&#xED;sticas - Valor probante e aplicabilidades. 2. An&#xE1;lise pr&#xE1;tica das per&#xED;cias. Diferentes n&#xED;veis procedimentais. 3. Heur&#xED;stica dos acidentes de tr&#xE1;fego - Discutindo o caso e aprofundando a an&#xE1;lise dos vest&#xED;gios. 4. Conclus&#xE3;o e opini&#xE3;o - elementos objetivos e subjetivos - dosagem e manipula&#xE7;&#xE3;o. 5. Apresentando a causa determinante do acidente. 5.1. A velocidade como causa, concausa ou fator contribuinte. 5.2. Estado de embriaguez alco&#xF3;lica e causa de acidente. 5.3. Fatores humanos e composi&#xE7;&#xE3;o de causa. 6. Definindo o modo pelo qual o acidente aconteceu. 7. Descri&#xE7;&#xE3;o dos movimentos b&#xE1;sicos da corrente de tr&#xE1;fego. 8. Classificando o acidente. 9. Os quatro protagonistas do acidente. 10. Os fundamentos - as fontes de informa&#xE7;&#xF5;es. 10.1. O estado do pavimento. 10.2. Condi&#xE7;&#xF5;es da sinaliza&#xE7;&#xE3;o. 10.3. Condi&#xE7;&#xF5;es de visibilidade e velocidade. 10.4. Ponto de impacto ou s&#xED;tio de colis&#xE3;o. 10.5. Marcas no pavimento. 10.6. Interpreta&#xE7;&#xE3;o das deforma&#xE7;&#xF5;es. 10.7. Condi&#xE7;&#xF5;es operacionais dos ve&#xED;culos. 10.8. O homem como fator do acidente. 10.9. Dos elementos sutis dos acidentes de tr&#xE1;fego. 10.10. Evid&#xEA;ncias humanas - a prova testemunhal. 11. Atropelamento. 12. Prefer&#xEA;ncia de passagem entre ve&#xED;culos nos cruzamentos. 13. Avalia&#xE7;&#xE3;o de velocidade. 14. A enforma&#xE7;&#xE3;o da prova pericial ou prova t&#xE9;cnica. 15. Deontologia e revis&#xE3;o de per&#xED;cia. Cap&#xED;tulo II - Gloss&#xE1;rio de termos usados na an&#xE1;lise pericial. 1. Termos alusivos &#xE0; composi&#xE7;&#xE3;o dos ve&#xED;culos. 2. Termos relativos &#xE0; morfologia das vias de circula&#xE7;&#xE3;o. 3. Termos referentes &#xE0; din&#xE2;mica e reconstru&#xE7;&#xE3;o. 4. Termos complementares. Cap&#xED;tulo III - Metodologia, conceitos e defini&#xE7;&#xF5;es. 1. A problem&#xE1;tica do tr&#xE2;nsito. 2. Enquadramento jur&#xED;dico da per&#xED;cia. 3. Respons&#xE1;vel t&#xE9;cnico pela per&#xED;cia. 4. Objetivos e metodologia do levantamento pericial. 4.1. Descri&#xE7;&#xE3;o. 4.2. Desenho. 4.3. Fotografia. 5. Conceito de acidente de tr&#xE1;fego. 6. Classifica&#xE7;&#xE3;o geral dos acidentes de tr&#xE1;fego. 6.1. Acidente simples. 6.2. Acidente composto. 6.3. Acidente complexo, m&#xFA;ltiplo ou misto. 6.4. Acidente sem contato. 7. Formas de intera&#xE7;&#xF5;es veiculares. 8. Destaques sobre o laudo pericial e o parecer t&#xE9;cnico. Cap&#xED;tulo IV - A via como fator do acidente. 1. Generalidades. 2. Caracter&#xED;sticas b&#xE1;sicas das vias de circula&#xE7;&#xE3;o. 3. Classifica&#xE7;&#xE3;o das vias p&#xFA;blicas. 4. As interse&#xE7;&#xF5;es. 5. Curvas horizontais. 5.1. Caracter&#xED;sticas t&#xE9;cnicas das curvas horizontais. 5.2. Classifica&#xE7;&#xE3;o das curvas horizontais. 5.3. Elementos geom&#xE9;tricos das curvas horizontais. 5.4. Eventos mais comuns que ocorrem em curvas horizontais associados a acidentes. 5.5. A din&#xE2;mica da estabilidade dos ve&#xED;culos em curvas horizontais. 6. Curvas verticais. 7. Pavimentos e revestimentos. 8. Sinaliza&#xE7;&#xE3;o. 8.1. Sinaliza&#xE7;&#xE3;o vertical. 8.2. Sinaliza&#xE7;&#xE3;o horizontal. 8.3. Sinaliza&#xE7;&#xE3;o semaf&#xF3;rica. 8.4. Requisitos t&#xE9;cnicos e legais para a implanta&#xE7;&#xE3;o de sinaliza&#xE7;&#xE3;o de parada obrigatoria em cruzamentos. 8.5. Sinaliza&#xE7;&#xE3;o de advert&#xEA;ncia para ve&#xED;culos em situa&#xE7;&#xE3;o de emerg&#xEA;ncia. 8.6. O fotosensor de sinal e outros meios eletr&#xF4;nicos de captura de imagem. 9. Prefer&#xEA;ncia de passagem - aspectos t&#xE9;cnicos e jur&#xED;dicos. 9.1. Sequ&#xEA;ncia de prefer&#xEA;ncia. 9.2. Prefer&#xEA;ncia dos pedestres. 9.3. Prefer&#xEA;ncia dos ve&#xED;culos que trafegam sobre trilhos. 9.4. Prefer&#xEA;ncia das bicicletas. 9.5. Prefer&#xEA;ncia entre ve&#xED;culos automotores em cruzamento n&#xE3;o sinalizado. 9.6. Prefer&#xEA;ncia entre ve&#xED;culos automotores em bifurca&#xE7;&#xE3;o e entroncamento n&#xE3;o sinalizado. 9.7. Prefer&#xEA;ncia da via notoriamente preferencial. 9.8. A prefer&#xEA;ncia em circunst&#xE2;ncias anormais de velocidade. 10. Regime de tr&#xE1;fego. 11. Fatores do acidente preexistentes no local. 11.1. Condi&#xE7;&#xF5;es f&#xED;sicas do pavimento. 11.2. Obstru&#xE7;&#xF5;es no leito carro&#xE7;&#xE1;vel. 11.3. Obstru&#xE7;&#xF5;es visuais e visibilidade reduzida. 11.4. Condi&#xE7;&#xF5;es ambientais. 12. Evid&#xEA;ncias estabelecidas no local pelo acidente. 12.1. Posi&#xE7;&#xF5;es de repouso dos ve&#xED;culos. 12.2. Ponto de impacto ou s&#xED;tio de colis&#xE3;o. 12.3. Marcas de frenagem convencional. 12.4. Marcas de frenagem por ABS. 12.5. Sulcagens ou escalavraduras. 12.6. Vest&#xED;gios de pneus. Cap&#xED;tulo V - O ve&#xED;culo como fator do acidente. 1. Introdu&#xE7;&#xE3;o. 2. Classifica&#xE7;&#xE3;o geral dos ve&#xED;culos segundo o c&#xF3;digo de tr&#xE2;nsito brasileiro. 3. Identifica&#xE7;&#xE3;o geral do ve&#xED;culo. 4. Elementos de seguran&#xE7;a veicular. 4.1. Seguran&#xE7;a ativa. 4.2. Seguran&#xE7;a passiva. 4.3. Sistema de amortecimento de impacto - air bag. 5. Danos ou avarias. 6. Das deforma&#xE7;&#xF5;es. 6.1. Teoria da deforma&#xE7;&#xE3;o dos metais. 6.2. Mec&#xE2;nica das deforma&#xE7;&#xF5;es das carrocerias met&#xE1;licas. 6.3. Deforma&#xE7;&#xF5;es diretas, induzidas e sobrepostas. 6.4. Tipifica&#xE7;&#xE3;o das deforma&#xE7;&#xF5;es. 6.5. Topologia das deforma&#xE7;&#xF5;es. 6.6. A intensidade das deforma&#xE7;&#xF5;es. 6.7. A orienta&#xE7;&#xE3;o das deforma&#xE7;&#xF5;es. 6.8. Conforma&#xE7;&#xE3;o e correspond&#xEA;ncia entre as deforma&#xE7;&#xF5;es. 7. Dos danos e vest&#xED;gios acess&#xF3;rios. 7.1. Transposi&#xE7;&#xE3;o de tintas. 7.2. Repintura de ve&#xED;culos. 7.3. Marcas por impress&#xE3;o e fric&#xE7;&#xE3;o. 7.4. Partes e pe&#xE7;as desprendidas do ve&#xED;culo. 7.5. Exame de filamentos de l&#xE2;mpadas. 8. Exame das condi&#xE7;&#xF5;es operacionais. 8.1. Rodas e pneum&#xE1;ticos. 8.2. Alcance de far&#xF3;is e ofuscamento. 8.3. Do sistema de freio convencional. 8.4. Do sistema de freios antibloqueantes &#x2013; Abs. 8.5. Do sistema de dire&#xE7;&#xE3;o. 8.6. Do sistema de suspens&#xE3;o. 9. Recalls. 10. Fraturas de componentes vitais. 11. Fadiga mec&#xE2;nica. Cap&#xED;tulo VI - O homem como fator do acidente &#x2013; psicodin&#xE2;mica. 1. O elemento humano no acidente de tr&#xE1;fego. 2. Processos end&#xF3;genos e ex&#xF3;genos da circula&#xE7;&#xE3;o veicular. Abordagem descritiva dos pontos da cadeia psicodin&#xE2;mica do acidente de tr&#xE1;fego. 3. Componentes do tempo de percep&#xE7;&#xE3;o-rea&#xE7;&#xE3;o. O dimensionamento do tempo de percep&#xE7;&#xE3;o-rea&#xE7;&#xE3;o. 4. Fatores que afetam o tempo de percep&#xE7;&#xE3;o-rea&#xE7;&#xE3;o. 5. Aspectos qualitativos da rea&#xE7;&#xE3;o. 5.1. Rea&#xE7;&#xE3;o discriminada. 5.2. Rea&#xE7;&#xE3;o complexa. 5.3. Rea&#xE7;&#xE3;o simples. 5.4. Rea&#xE7;&#xE3;o reflexa. 6. Manobra evasiva e antecedente causal. 7. Distinguindo o evento acidental do intencional. 8. Artif&#xED;cio para transmuta&#xE7;&#xE3;o da in&#xE9;rcia para manobra evasiva. Cap&#xED;tulo VII - A Vis&#xE3;o Forense na An&#xE1;lise de Acidentes de Tr&#xE1;fego. 1. Fatores humanos. 2. Acidente mec&#xE2;nico puro e acidente com a incid&#xEA;ncia de fatores humanos. 3. Estrutura e desempenho dos olhos. 4. Acuidade visual. 5. Campo de vis&#xE3;o central e campo de vis&#xE3;o perif&#xE9;rica. 6. O processo de vis&#xE3;o. 6.1. O aspecto biol&#xF3;gico-fisiol&#xF3;gico da vis&#xE3;o. 6.2. O aspecto psicol&#xF3;gico-cognitivo da vis&#xE3;o. 7. Falta de aten&#xE7;&#xE3;o por desvio comportamental e falta de aten&#xE7;&#xE3;o por limita&#xE7;&#xE3;o sensorial. 8. Conspicuidade. 9. Expectativa. 10. Reatropelamento de cad&#xE1;ver. 11. Atropelamento de transeunte em local sem ilumina&#xE7;&#xE3;o artificial. 12. Atropelamento devido &#xE0; percep&#xE7;&#xE3;o tardia. 13. Precipita&#xE7;&#xE3;o em ponte que desabou. Cap&#xED;tulo VIII - Estereodin&#xE2;mica nos acidentes de tr&#xE1;fego - correla&#xE7;&#xE3;o entre as posi&#xE7;&#xF5;es relativas de embate dos ve&#xED;culos e posi&#xE7;&#xF5;es finais de imobiliza&#xE7;&#xF5;es. 1. Introdu&#xE7;&#xE3;o &#xE0; estereodin&#xE2;mica veicular. 2. Modela&#xE7;&#xE3;o da din&#xE2;mica veicular pelas for&#xE7;as de impacto. 3. Dire&#xE7;&#xE3;o principal da for&#xE7;a &#x2013; DPF. 4. Classifica&#xE7;&#xE3;o das for&#xE7;as de colis&#xE3;o. 4.1. Em rela&#xE7;&#xE3;o ao plano de colis&#xE3;o. 4.2. Em rela&#xE7;&#xE3;o ao centro de massa. 5. Efeitos das for&#xE7;as de colis&#xE3;o. 5.1. Efeitos prim&#xE1;rios. 5.2. Efeitos secund&#xE1;rios. 5.3. Efeito da for&#xE7;a c&#xEA;ntrica. 5.4. Efeito de for&#xE7;a exc&#xEA;ntrica. 6. Efeito tesoura. 7. Rela&#xE7;&#xF5;es entre as posi&#xE7;&#xF5;es est&#xE1;ticas e din&#xE2;micas. 8. Conjuga&#xE7;&#xE3;o de outros fatores &#xE0; estereodin&#xE2;mica. Cap&#xED;tulo IX - A Colis&#xE3;o Humana. 1. A colis&#xE3;o veicular e a colis&#xE3;o humana. 2. A conceitua&#xE7;&#xE3;o. 3. A metodologia. 4. O princ&#xED;pio f&#xED;sico b&#xE1;sico da colis&#xE3;o humana. 5. O exame interno e externo do ve&#xED;culo. 6. O mecanismo das les&#xF5;es humanas. 7. Previs&#xE3;o do sentido do movimento na colis&#xE3;o humana. Cap&#xED;tulo X - Acidentes de tr&#xE1;fego com motocicletas. 1. Breve hist&#xF3;ria da motocicleta. 2. Estudos estat&#xED;sticos de acidentes motocicl&#xED;sticos. 3. Anatomia de uma motocicleta t&#xED;pica. 4. Aspectos legais. 5. Alguns aspectos din&#xE2;micos dos acidentes com motocicletas. 5.1. Intercepta&#xE7;&#xE3;o lateral direta ou indireta. 5.2. Contaminantes e obstru&#xE7;&#xF5;es no pavimento. 5.3. Efeito catapulta. 5.4. </subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="330" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">Deslocamento para tr&#xE1;s. 5.5. Derrapagem nas curvas. 5.6. Intercepta&#xE7;&#xF5;es nas interse&#xE7;&#xF5;es. 5.7. Frenagens. 5.8. Proje&#xE7;&#xE3;o dos ocupantes. 6. Conspicuidade de motocicletas. Cap&#xED;tulo XI &#x2013; Atropelamento. 1. Generalidades. 2. Cinem&#xE1;tica de um atropelamento t&#xED;pico. 3. Dos vest&#xED;gios de atropelamento. 3.1. No leito vi&#xE1;rio. 3.2. No ve&#xED;culo. 3.3. No cad&#xE1;ver. 4. Reconstru&#xE7;&#xE3;o criminal&#xED;stica de atropelamento. 4.1. Elementos da cadeia de condi&#xE7;&#xF5;es. 4.2. A din&#xE2;mica do pedestre. 4.3. Trajet&#xF3;rias t&#xED;picas do atropelado. 5. O atropelamento cinematicamente dedut&#xED;vel. 6. Atropelamentos t&#xED;picos. Cap&#xED;tulo XII - Reconstru&#xE7;&#xE3;o de acidentes de tr&#xE1;fego. 1. Din&#xE2;mica ou reconstru&#xE7;&#xE3;o do acidente? 2. Teoria da reconstru&#xE7;&#xE3;o. 3. Demarca&#xE7;&#xF5;es na din&#xE2;mica veicular. 4. Elementos intervenientes. 4.1. O local. 4.2. O ve&#xED;culo. 4.3. O elemento humano. 4.4. O ambiente. 5. Classifica&#xE7;&#xE3;o dos protagonistas do acidente. 6. Metodologia da reconstru&#xE7;&#xE3;o do acidente. 6.1. Etapa I: o levantamento dos dados. 6.2. Etapa II: o estudo dos dados. 6.2.1. O gabarito de refer&#xEA;ncia. 6.3. Etapa III: a explica&#xE7;&#xE3;o da ocorr&#xEA;ncia. 6.3.1. Explica&#xE7;&#xE3;o pela causalidade. 6.3.2. Explica&#xE7;&#xE3;o nomol&#xF3;gico-dedutiva. 6.3.3. Explica&#xE7;&#xE3;o sist&#xEA;mica. 7. Evolu&#xE7;&#xE3;o mec&#xE2;nica do acidente. 7.1. Fase antecedente ou precedente. 7.2. Fase culminante. 7.3. Fase terminal ou consequente. 8. Evolu&#xE7;&#xE3;o psicodin&#xE2;mica do acidente. 8.1. Ponto de percep&#xE7;&#xE3;o. 8.2. Ponto de percep&#xE7;&#xE3;o poss&#xED;vel (PPP). 8.3. Ponto de percep&#xE7;&#xE3;o real (PPR). 8.4. Ponto de impacto ou s&#xED;tio de colis&#xE3;o (PI Ou SC). 8.5. &#xC1;rea de conflito (AC). 8.6. &#xC1;rea de percep&#xE7;&#xE3;o (AP). 8.7. Ponto de rea&#xE7;&#xE3;o (PR). Cap&#xED;tulo XIII - Causas dos Acidentes de Tr&#xE1;fego Enfoques Mecanicista e Sist&#xEA;mico. 1. Processo inferencial de revela&#xE7;&#xE3;o de causa. 2. Etiologia das causas dos acidentes de tr&#xE1;fego. 3. A concep&#xE7;&#xE3;o mecanicista de acidente de tr&#xE1;fego. 4. Causas comuns de acidentes de tr&#xE1;fego no enfoque mecanicista. 5. A velocidade como causa. 6. A concep&#xE7;&#xE3;o sist&#xEA;mica de acidente de tr&#xE1;fego. 7. Ampliando o foco de discuss&#xE3;o. 7.1. Acidente imprevis&#xED;vel e inevit&#xE1;vel devido a defici&#xEA;ncia operacional rodovi&#xE1;ria. 7.2. Mudan&#xE7;a de paradigma em acidente de tr&#xE1;fego. 7.3. T&#xE9;cnica e legisla&#xE7;&#xE3;o. 7.4. Implica&#xE7;&#xF5;es devidas a n&#xE3;o utiliza&#xE7;&#xE3;o do capacete de seguran&#xE7;a por parte da v&#xED;tima. Cap&#xED;tulo XIV - Preven&#xE7;&#xE3;o, Previsibilidade e Evitabilidade. 1. A preven&#xE7;&#xE3;o. 2. Previsibilidade, cuidados ou cautelas. 4. Evitabilidade e psicodin&#xE2;mica. 4.1. Dist&#xE2;ncia de percep&#xE7;&#xE3;o-rea&#xE7;&#xE3;o. 4.2. Dist&#xE2;ncia total de frenagem. 4.3. Dist&#xE2;ncia total de parada. 4.4. Dist&#xE2;ncia de parada. 4.5. Ponto de n&#xE3;o escapada para a velocidade m&#xE1;xima permitida. 4.6. Velocidade limite condicionada. 4.7. Pr&#xE1;tica &#x2013; I. 4.8. Pr&#xE1;tica &#x2013; II. 4.9. Pr&#xE1;tica &#x2013; III. 4.10. Pr&#xE1;tica &#x2013; IV. 5. Derrapagem: falta de cautela ou desgaste da pista. 6. Percep&#xE7;&#xE3;o tardia, manobra evasiva e colis&#xE3;o. Cap&#xED;tulo XV - Metaper&#xED;cia - tratamento de erros e falsidades na per&#xED;cia. 1. Introdu&#xE7;&#xE3;o. 2. O ideal da per&#xED;cia. 3. Requisitos do trabalho pericial. 3.1. A relev&#xE2;ncia l&#xF3;gica. 3.2. A valida&#xE7;&#xE3;o t&#xE9;cnica e cient&#xED;fica. 3.3. Idealizando novos requisitos. 4. Das incongru&#xEA;ncias - m&#xE1; per&#xED;cia e falsa per&#xED;cia. 5. Da an&#xE1;lise t&#xE9;cnica de uma per&#xED;cia. 6. Mentiroscopia - prova da verdade ou falsidade das declara&#xE7;&#xF5;es. 6.1. Prova t&#xE9;cnica de litig&#xE2;ncia de m&#xE1;-f&#xE9;. 6.2. Prova t&#xE9;cnica de testemunho fantasioso. 7. Falsa per&#xED;cia confirmada por outra falsa per&#xED;cia. 7.1. An&#xE1;lise do primeiro laudo falso. 7.2. An&#xE1;lise do segundo laudo falso - "encontro com o ins&#xF3;lito". 7.3. Conclus&#xF5;es gerais. Cap&#xED;tulo XVI - Avalia&#xE7;&#xE3;o de Velocidade e Outros Par&#xE2;metros Cinem&#xE1;ticos. 1. Import&#xE2;ncia da velocidade. 2. Atrito e ader&#xEA;ncia. 3. Velocidades limites em curvas. 3.1. Velocidade cr&#xED;tica de tangenciamento (deslizamento) em curva plana. 3.2. Velocidade cr&#xED;tica de tangenciamento (deslizamento) em curva superelevada. 3.3. Velocidade cr&#xED;stica de tangenciamento (deslizamento) de curva em rampa. 3.4. Velocidade cr&#xED;tica de tombamento em curva plana. 3.5. Velocidade cr&#xED;tica de tombamento em curva superelevada. 3.6. Tombamento lateral de caminh&#xF5;es e &#xF4;nibus. 4. Velocidade de deslizamento. 4.1. Vari&#xE1;veis da fun&#xE7;&#xE3;o velocidade de frenagem. 4.2. Estimativa da velocidade de frenagem em pavimento plano e horizontal. 4.3. Estimativa da velocidade de frenagem em aclive. 4.4. Estimativa da velocidade de frenagem em declive. 4.5. Estimativa da velocidade de frenagem para ve&#xED;culos equipados com ABS. 4.6. Velocidade de prova. 4.7. Aspectos operacionais das marcas de frenagem. 4.8. Deslizamento de outras superf&#xED;cies e situa&#xE7;&#xF5;es. 5. A velocidade quadr&#xE1;tica. 6. Velocidade de salto. 7. Velocidade de voo e volta. 8. Velocidade correspondente aos danos - Crash Test. 9. Velocidade pela energia de deforma&#xE7;&#xE3;o - metodologia de Campbell). 10. Velocidade de impacto pelo PCQM. 10.1. Embate unidirecional. 10.2. Colis&#xE3;o perpendicular. 10.3. Colis&#xF5;es bimensionais generalizadas. 10.4. Limites de factibiliza&#xE7;&#xE3;o da t&#xE9;cnica. 11. Velocidade de motocicletas. 11.1. Velocidade atrav&#xE9;s de marcas e frenagem. 11.2. Velocidade de motocicleta deslizando sobre uma das laterais. 11.3. Velocidade pela redu&#xE7;&#xE3;o da dist&#xE2;ncia entre eixos. 11.4. Velocidade limite de motociletas em curvas. 11.5. Velocidade de proje&#xE7;&#xE3;o. 12. Velocidade e atropelamento cinematicamente dedut&#xED;vel. 12.1. Tempo b&#xE1;sico. 12.2. Velocidade total do ve&#xED;culo. 12.3. Velocidade de impacto. 12.4. Tempo parcial de frenagem. 12.5. Tempo remanescente. 12.6. Dist&#xE2;ncia remanescente. 12.7. Distancia retroagida. 12.8. C&#xE1;lculo do ponto de n&#xE3;o-escapada para a velocidade m&#xE1;xima permitida. 12.9. C&#xE1;lculo do ponto de n&#xE3;o-escapada para a velocidade total. 13. Velocidade de proje&#xE7;&#xE3;o de pedestres. 13.1. F&#xF3;rmulas de Searle &amp; Searle. 13.2. M&#xE9;todo da Quadr&#xE1;tica de Collins. 13.3. M&#xE9;todo de Aronberg e Snider. 13.4. M&#xE9;todo da Quadr&#xE1;tica de Stcherbatcheff. 13.5. M&#xE9;todo de Casteel. 14. Velocidade pelo do exame do disco do tac&#xF3;grafo. 14.1. Registro da dist&#xE2;ncia percorrida. 14.2. Registros especiais. 14.3. Registro de vibra&#xE7;&#xF5;es. 14.4. Registro de velocidades. 15. Exempl&#xE1;rio de c&#xE1;lculos t&#xE9;cnicos de velocidade. 15.1. Tangenciamento em curva. 15.2. Frenagem completa em pavimento horizontal. 15.3. Frenagem intercalada em pavimento horizontal. 15.4. Frenagem em aclive. 15.5. Frenagem em declive. 15.6. Velocidade de prova. 15.7. Salto de plataforma horizontal. 15.8. Salto de plataforma em rampa. 15.9. Frenagem quando n&#xE3;o atuam as quatro rodas. 15.10. Frenagem com efici&#xEA;ncia menor do que 100%. 15.11. Frenagem com freios ABS. 15.12. Adi&#xE7;&#xE3;o de velocidades de frenagens no mesmo pavimento. 15.13. Adi&#xE7;&#xE3;o de velocidades de frenagens pavimentos distintos. 15.14. Adi&#xE7;&#xE3;o de velocidades diversas com velocidade de danos. 15.15. Aplica&#xE7;&#xF5;es de coeficientes menos usuais. 15.16. Aplica&#xE7;&#xF5;es do m&#xE9;todo da energia de deforma&#xE7;&#xE3;o. 15.17. Par&#xE2;metros cinem&#xE1;ticos e condicionantes t&#xE9;cnicas. 15.18. O problema do estacionamento. 15.19. Colis&#xE3;o unidirecional. 15.20. Colis&#xE3;o unidirecional com deriva&#xE7;&#xE3;o lateral. 15.21. Colis&#xE3;o bidirecional. 15.22. Velocidade de motocicleta em caso t&#xED;pico. 15.23. Velocidade de proje&#xE7;&#xE3;o - m&#xE9;todo de Searle. 15.24. Velocidade de proje&#xE7;&#xE3;o - m&#xE9;todo de Collins. 15.25. Velocidade de proje&#xE7;&#xE3;o - m&#xE9;todo de Stcherbatcheff. Cap&#xED;tulo XVII - Casu&#xED;stica: Apresenta&#xE7;&#xE3;o de Casos Pr&#xE1;ticos de Per&#xED;cia de Acidentes de Tr&#xE1;fego. 1. Caracter&#xED;sticas e evolu&#xE7;&#xE3;o da an&#xE1;lise na per&#xED;cia de acidente de tr&#xE1;fego. 2. Ditadura do programa de computa&#xE7;&#xE3;o. 3. O princ&#xED;pio da impenetrabilidade e o acidente de tr&#xE1;fego. 4. Armadilha em passagem de n&#xED;vel de trem. 5. Acidente induzido. 6. O cruzamento controlado por sem&#xE1;foro ou fotosensor. 7. Conclus&#xF5;es plaus&#xED;veis. 8. Percep&#xE7;&#xE3;o retardada e colis&#xE3;o traseira. 9. Colis&#xE3;o ao encetar ultrapassagem seguida de abalroamento. 10. Invas&#xE3;o de contram&#xE3;o. 11. Colis&#xE3;o ao encetar ultrapassagem seguida de intercepta&#xE7;&#xE3;o. 12. Atropelamento cinematicamente dedut&#xED;vel causado por excesso de velocidade. 13. Atropelamento cinematicamente dedut&#xED;vel causado por entrada indevida do pedestre na pista. 14. Ve&#xED;culo sai da pista de atropela tr&#xEA;s transeuntes. 15. Buraco desvia autom&#xF3;vel produzindo sa&#xED;da de pista e capotamento. 16. Avan&#xE7;o de via preferencial e colis&#xE3;o. Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas. Ap&#xEA;ndice: 1. Determina&#xE7;&#xE3;o do raio de curvatura. 2. </subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="330" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">Determina&#xE7;&#xE3;o da inclina&#xE7;&#xE3;o transversal (supereleva&#xE7;&#xE3;o) e inclina&#xE7;&#xE3;o longitudinal (rampas). 3. Determina&#xE7;&#xE3;o do centro de massa dos ve&#xED;culos. 4. Ve&#xED;culos rodovi&#xE1;rios automotores - seus rebocados e combinados. NORMA TB - 152 - 1978 DA ABNT. Terminologia. Terminologia e especifica&#xE7;&#xF5;es t&#xE9;cnicas - atualiza&#xE7;&#xE3;o e elabora&#xE7;&#xE3;o, termos e defini&#xE7;&#xF5;es. 5. Coeficientes de atrito (M) para diferentes tipos de superf&#xED;cies e situa&#xE7;&#xF5;es.</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="606" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">ACIDENTE RODOVI&#xC1;RIO</subfield>
    <subfield code="9">329511</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="606" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">SEGURAN&#xC7;A DOS TRANSPORTES</subfield>
    <subfield code="9">343076</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="606" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">CONDU&#xC7;&#xC3;O PERIGOSA</subfield>
    <subfield code="9">267101</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="606" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">PERITO</subfield>
    <subfield code="9">344589</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="700" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="a">ARAG&#xC3;O</subfield>
    <subfield code="b">Ranvier Feitosa</subfield>
    <subfield code="9">357616</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="955" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="x">Compra (80,56 &#x20AC;)</subfield>
  </datafield>
  <datafield tag="995" ind1=" " ind2=" ">
    <subfield code="1">0</subfield>
    <subfield code="5">2022-06-06</subfield>
    <subfield code="6">PJ35089</subfield>
    <subfield code="9">425524</subfield>
    <subfield code="a">PJ</subfield>
    <subfield code="c">PJ</subfield>
    <subfield code="f">PJ135089</subfield>
    <subfield code="n">2022-06-06</subfield>
    <subfield code="o">0</subfield>
    <subfield code="p">80.00</subfield>
    <subfield code="r">MO</subfield>
    <subfield code="x">Compra </subfield>
    <subfield code="z">Requisitado. . 80,56 &#x20AC;</subfield>
  </datafield>
</record>
