05821nam a2200217 4500001000700000010001800007100004100025101000800066200017400074210003400248215002900282225004400311330509300355606002705448606002205475606001905497606002205516606001105538700003005549701002405579393085 a9788576252535 a20150216d2012 y0pory50 ba apor aAnálise forense de documentoseinstrumentos de escrita manual e suas tintasevolume IfMagdalena Ezcurra Gondra, Goyo R. Grávalosgorg. da série Domingos Tocchetto aCampinas-SPcMillenniumd2012 aXIII, 216 p.cil.d23 cm aTratado De Perícias Criminalísticas aIntrodução. 1. Introdução histórica. 2. Primeiras tentativas de expressão: pré-história dos documentos. 3. As Primeiras escritas: o documento começa sua história. 4. Melhorando a escrita e também os documentos. 5. A Idade das Trevas: a luta pela conservação dos documentos. 6. a difusão do papel: da china ao restante do mundo. 7. Chega a Imprensa. 8. Novas invenções: jornalismo, litografia, novos instrumentos. Introdução Forense. 1. Os objetivos. 2. Meios técnicos. 3. A datação de uma tinta. Capítulo I - Instrumentos de escrita manual e suas tintas. 1. Introdução. 2. Os instrumentos. 2.1. Lápis de grafite. 2.1.1. História. 2.1.2. Características do traço. 2.1.3. Determinação do sentido do deslocamento. 2.2. Canetas-Tinteiro. 2.2.1. História. 2.2.2. Partes e funcionamento da caneta-tinteiro. 2.2.3. Características da escrita com caneta-pena. 2.3. Esferográficas. 2.3.1. História. 2.3.2. Partes e funcionamento de uma esferográfica. 2.3.3. Características físicas da escrita de uma esferográfica. 2.3.4. Características endogramaticais. 2.3.5. Características perigramaticais. 2.3.6. Características paragramaticais. 2.4. Marcadores, canetas hidrográficas. 2.4.1. História. 2.4.2. Características físicas do traço realizado com marcadores. 2.5. Roller-ball. 2.5.1. História. 2.5.2. Características físicas do traço. 2.6. Instrumentos de tinta gel. 2.6.1. História. 2.6.2. Partes do instrumento. 2.6.3. Características físicas do traço. 3. As Tintas. 3.1. Tintas de Caneta-tinteiro. 3.1.1. Tintas de canetas-tinteiro na atualidade. 3.2. Tinta das esferográficas. 3.2.1. Os solventes. 3.2.2. Os corantes. 3.2.3. As resinas. 3.2.4. Outros aditivos. 3.3. A Tinta das canetas hidrográficas. 3.4. A Tinta dos Roller-balls. 3.5. A tinta gel. 3.5.1. Corantes. 3.5.2. O gel. 3.5.3. Os componentes voláteis. 3.6. Tintas borráveis. 3.6.1. Pilot frixion. 3.6.2. Tintas de traços de papéis autocopiativos. Capítulo II – Microscopia. 1. Definição e conceitos de microscopia. 2. Tipos de microscópios. 2.1. Microscopia óptica. 2.1.1. Sistema óptico. 2.1.2. Tipos de microscópios ópticos. 2.2. Microscopia eletrônica. 3. Aplicações dos diferentes microscópios na análise forense de documentos. 3.1. Microscópio estereoscópico. 3.2. Microscópio óptico. 3.3. Microscópio metalográfico. 3.4. Microscópio confocal. 3.5. Microscópio de varredura eletrônica. 3.6. Microscópio de força atômica. 4. Considerações finais. Capítulo III - Análise Forense - Exame Óptico das Tintas. 1. Introdução - Conceitos de óptica. 2. Percepção da cor e filtros. 3. Filtros dicroicos. 4. Filtros infravermelhos. 5. Luminiscência infravermelha. 6. Ângulos de incidência da luz e suas aplicações no estudo de documentos. 7. Fontes de luz. 7.1. Lâmpadas incandescentes. 7.2. Lâmpadas incandescentes refletoras. 7.3. Lâmpadas halógenas. 7.4. Tubos fluorescentes. 7.5. LED. 7.6. Laser. 7.7. Fibra óptica. 7.8. Lâmpada Bulbrite® R-25 Blacklite. 8. Equipamentos comerciais para o estudo óptico de tintas. 9. Imagens hiperespectrais. 10. Considerações Finais. Capítulo IV - Lâminas Coloridas. Capítulo V - Técnicas Instrumentais para a Análise Forense de Tintas. 1. Introdução. 1.1. Conceitos e terminologia. 1.2. Etapas de uma análise química. 2. Métodos instrumentais de análise elemental e molecular empregados para a análise e datação de tintas. 2.1. Métodos espectroscópicos. 2.1.1. Espectroscopia UV-Vis. 2.1.2. Espectroscopia infravermelha, IR (Infrared Spectroscopy). 2.1.3. Ftir - Fourier Transform Infrared Spectroscopy - Espectroscopia infravermelha de Transformada de Fourier. 2.1.4. Espectroscopia de fluorescência de raios X. XRF (X-Ray Fluorescence). 2.1.5. Espectrometria de massas (MS - Mass Spectrometry). 2.2. Métodos de separação. 2.2.1. Cromatografia de camada delgada (TLC - Thin Layer Chromatography). 2.2.2. Cromatografia líquida de alta eficácia. HPLC - High performance liquid chromatography. 2.2.3. Cromatografia de Gases. GC - Gas Chromatography. 2.2.4. Eletroforese capilar - CE (Capillary electrophoresis). 3. Considerações finais. Capítulo VI - A Datação de Tintas de Escrita Manual. 1. Conceitos básicos e antecedentes. 1.1. Componentes das tintas. 1.2. Sistema Aberto - Sistema Fechado. 1.3. Perfil Estático - Perfil Dinâmico. 1.4. Idade Relativa e Idade Absoluta. 1.5. Independência da massa. 1.6. Antecedentes e histórico de investigação. 2. Avaliação da idade das tintas de esferográficas. 2.1. Composição. 2.2. Métodos de datação fundamentados nas resinas. 2.3. Métodos de datação fundamentados nos componentes voláteis. 2.4. Métodos de datação fundamentados nos corantes. 3. Avaliação da idade das tintas gel. 3.1. Composição das tintas gel. 3.2. Métodos de datação para tintas gel. 3.3. Considerações finais. Epílogo. Referências bibliográficas. aANÁLISE DE DOCUMENTO aEXAME À ESCRITA aESCRITA MANUAL aCIÊNCIA FORENSE aPERITO aEZCURRA GONDRAbMagdalena aR. GRÁVALOSbGoyo