01979nam a2200205 4500001000700000010001800007100004100025101000800066200014600074210012600220215002000346225003900366300024900405330105500654606001601709606001101725606001101736606000901747700001701756393033 a9789728361297 a20150206d2009 y0pory50 ba apor aOs «vencidos do catolicismo»bRecurso eletrónicoemilitância e atitudes críticase1958-1974fJorge Revezgpref. Sérgio Campos Matos aLisboacCentro de Estudos de História Religiosa (CEHR). Faculdade de Teologia. Universidade Católica Portuguesad2009 a1 CD-ROMd12 cm aEstudos De História Religiosav7 aResumo inserto na publicação. Ficheiro de 2,57 MB em formato PDF (208 p.). Também disponível através de: https://repositorio.ucp.pt/bitstream/10400.14/7212/1/EHR_7_Os%20vencidos%20do%20catolicismo.pdf. Acedido a 6 de Fevereiro de 2015. aA presente dissertação procura compreender o contexto e a relevância histórica da sensibilidade que Ruy Belo (1933-1978) enunciou no poema Nós os Vencidos do Catolicismo, publicado em 1970. Para além de um breve enquadramento da militância e das dissidências internas do campo católico até finais dos anos 50, aborda-se a renovação posterior de alguns sectores do catolicismo em torno de quatro vectores de análise: humanismo, progressismo, vanguarda e crise. A pertinência da mutação sócio-cultural que é revelada pelo afastamento progressivo da Igreja Católica, nos decénios de 60 e 70 do século XX, por parte destes novos católicos, é observada a partir da sua dimensão religiosa, sobretudo enquanto procura de um sentido de vida e de experiência “autêntica” de fé. Para tal, abordar-se-ão os casos particulares de Ruy Belo e José da Felicidade Alves (1925-1998), e de outras figuras relevantes nesse período, de forma a esclarecer o que representam os “vencidos do catolicismo”. aCATOLICISMO aIGREJA aESTADO aTESE aREVEZbJorge