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    <subfield code="a">A apropria&#xE7;&#xE3;o indevida de ativos</subfield>
    <subfield code="b">Recurso eletr&#xF3;nico</subfield>
    <subfield code="e">a problem&#xE1;tica do risco e sua perce&#xE7;&#xE3;o no &#xE2;mbito dos planos de preven&#xE7;&#xE3;o de riscos de corrup&#xE7;&#xE3;o e infrac&#xE7;&#xF5;es conexas no setor p&#xFA;blico empresarial</subfield>
    <subfield code="f">Teodoro Gon&#xE7;alves Neto da Silva Marujo</subfield>
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    <subfield code="a">Lisboa</subfield>
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    <subfield code="a">1 CD-ROM</subfield>
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    <subfield code="a">Tese para obten&#xE7;&#xE3;o do grau de Mestre em Auditoria apresentada ao Instituto Superior de Contabilidade e Administra&#xE7;&#xE3;o de Lisboa, tendo como orientador Gabriel Correia Alves. Ficheiro de 1,69 MB (128 p.). Tamb&#xE9;m dispon&#xED;vel atrav&#xE9;s de: https://hdl.handle.net/10400.21/4210. Acedido a 2 de Fevereiro de 2015.</subfield>
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    <subfield code="a">1. Introdu&#xE7;&#xE3;o. 1.1. Tem&#xE1;tica e interesse da investiga&#xE7;&#xE3;o. 1.2. Objeto. 1.3. Objetivos da investiga&#xE7;&#xE3;o. 1.4. Metodologia. 1.5. Estrutura. 2. O fen&#xF3;meno da fraude: conceito, caracter&#xED;sticas e motiva&#xE7;&#xF5;es. 2.1. Conceito geral. 2.2. A fraude nos normativos de auditoria. 2.2.1. The Institute of Internal Auditors. 2.2.2. Internal Auditing Assurance Standards Board. 2.3. Tipos de fraude. 2.4. Caracter&#xED;sticas da fraude. 2.5. Motiva&#xE7;&#xF5;es. 2.5.1. O tri&#xE2;ngulo da fraude. 2.5.2. A l&#xF3;gica do autor da fraude. 2.5.2.1. Tr&#xEA;s grandes fatores motivacionais. 2.5.2.2. Causas e oportunidades. 2.5.2.3. A estrat&#xE9;gia. 2.5.3. Rela&#xE7;&#xF5;es entre fraudes internas e fraudes externas. 2.5.4. Uma abordagem nova: o "diamante" da fraude. 2.5.5. Autores da fraude. 2.5.5.1. Antecedentes criminais do autor da fraude. 2.5.5.2. Antecedentes profissionais do autor da fraude. 2.5.5.3. Sinais de alerta comportamentais exibidos pelos autores da fraude. 2.5.5.4. Sinais de alerta comportamentais dos autores da fraude com base na posi&#xE7;&#xE3;o hier&#xE1;rquica. 2.5.5.5. Sinais de alerta comportamentais com base no tipo de fraude. 3. Estudos sobre a apropria&#xE7;&#xE3;o indevida de ativos no &#xE2;mbito da problem&#xE1;tica da fraude. 3.1. Contributo da ACFE. 3.1.1. Breve apresenta&#xE7;&#xE3;o da entidade. 3.1.2. Os impactos da fraude segundo a ACFE. 3.1.2.1. Em termos da natureza da fraude. 3.1.2.2. Em termos da geografia da fraude e do m&#xE9;todo de dete&#xE7;&#xE3;o. 3.1.2.3. Em termos da natureza da entidade v&#xED;tima de fraude e do autor. 3.1.2.4. Em termos da dimens&#xE3;o da fraude 3.1.3. O contributo efetivo da ACFE no combate &#xE0; fraude. 3.2. Contributo da PWC. 3.2.1. O "global economic crime survey". 3.2.2. O caso particular do cibercrime: uma amea&#xE7;a real. 3.3. Contributo da KPMG. 4. Mecanismos para a preven&#xE7;&#xE3;o da fraude 4.1. Por influ&#xEA;ncia ou imposi&#xE7;&#xE3;o de entidades externas. 4.1.1. O papel do Tribunal de Contas no &#xE2;mbito do setor p&#xFA;blico. 4.1.2. Os recentes esc&#xE2;ndalos financeiros e o contributo da lei Sarbanes-Oxley. 4.1.3. O panorama europeu. 4.2. A relev&#xE2;ncia do ambiente de controlo e da defini&#xE7;&#xE3;o dos instrumentos de controlo interno. 4.2.1. O COSO como modelo de refer&#xEA;ncia para o controlo interno. 4.2.1.1. O framework COSO I. 4.2.1.2. O framework COSO II. 4.2.2. Limita&#xE7;&#xF5;es do controlo interno. 4.3. Os sinais de alerta como elemento essencial na preven&#xE7;&#xE3;o e dete&#xE7;&#xE3;o da fraude (red flags). 4.3.1. Conceito. 4.3.2. Classifica&#xE7;&#xE3;o e carater&#xED;sticas. 4.4. A import&#xE2;ncia da fun&#xE7;&#xE3;o auditoria interna nas organiza&#xE7;&#xF5;es. 4.4.1. A fun&#xE7;&#xE3;o auditoria interna e a sua organiza&#xE7;&#xE3;o. 4.4.2. Contributo na mitiga&#xE7;&#xE3;o do risco de apropria&#xE7;&#xE3;o indevida de ativos. 5. A perce&#xE7;&#xE3;o do risco de apropria&#xE7;&#xE3;o indevida de ativos no &#xE2;mbito dos planos de gest&#xE3;o de risco no setor p&#xFA;blico empresarial. 5.1. Aspetos gerais. 5.2. A cria&#xE7;&#xE3;o do Conselho de Preven&#xE7;&#xE3;o da Corrup&#xE7;&#xE3;o. 5.3. Metodologia adotada. 5.4. An&#xE1;lise dos planos de preven&#xE7;&#xE3;o de riscos de corrup&#xE7;&#xE3;o e infra&#xE7;&#xF5;es conexas. 5.4.1. O caso do plano do Metropolitano de Lisboa (ML). 5.4.2. O caso do plano da Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP). 5.4.3. O caso do plano da Companhia Carris de Ferro de Lisboa (Carris). 5.4.4. O caso do plano da Comboios de Portugal (CP). 5.4.5. O caso do plano do Sistema Autom&#xE1;tico de Transportes Urbanos (SATU). 5.4.6. O caso do plano das &#xC1;guas de Portugal (AdP). 5.4.7. O caso do plano da Administra&#xE7;&#xE3;o do Porto de Lisboa (APL). 5.4.8. O caso do plano do Centro Hospitalar e Universit&#xE1;rio de Coimbra (CHUC). 5.4.9. O caso do plano da Estradas de Portugal (EP). 5.4.10. O caso do plano da Manuten&#xE7;&#xE3;o Militar Estabelecimento Fabril do Ex&#xE9;rcito (MM). 5.5. S&#xED;ntese da an&#xE1;lise e avalia&#xE7;&#xE3;o da relev&#xE2;ncia atribu&#xED;da ao risco de apropria&#xE7;&#xE3;o indevida de ativos no &#xE2;mbito dos planos apresentados. 6. Conclus&#xE3;o. 7. Refer&#xEA;ncias bibliogr&#xE1;ficas. </subfield>
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