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    <subfield code="a">Sa&#xED;das prec&#xE1;rias</subfield>
    <subfield code="b">Recurso eletr&#xF3;nico</subfield>
    <subfield code="e">entre o regresso e o n&#xE3;o regresso</subfield>
    <subfield code="e">estudo explorat&#xF3;rio sobre o fen&#xF3;meno no Estabelecimento Prisional de Pa&#xE7;os de Ferreira</subfield>
    <subfield code="f">Ana Cristina Oliveira Ferreira</subfield>
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    <subfield code="a">Porto</subfield>
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    <subfield code="a">1 CD-ROM</subfield>
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    <subfield code="a">Trabalho apresentado &#xE0; Faculdade de Ci&#xEA;ncias Humanas e Sociais da Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obten&#xE7;&#xE3;o do grau de Mestre em Psicologia Jur&#xED;dica, sob a orienta&#xE7;&#xE3;o de Gl&#xF3;ria J&#xF3;lluskin. Ficheiro de 1,29 MB em formato PDF (121 p.). Resumo inserto na publica&#xE7;&#xE3;o.</subfield>
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    <subfield code="a">O presente estudo aborda o fen&#xF3;meno das sa&#xED;das prec&#xE1;rias (SP) enquanto licen&#xE7;as de sa&#xED;da do estabelecimento prisional (EP) que, &#xE0; semelhan&#xE7;a das visitas, correspond&#xEA;ncia, contactos telef&#xF3;nicos e outros meios de comunica&#xE7;&#xE3;o, constituem uma das formas que os reclusos t&#xEA;m de contactar com o exterior (Lei n.&#xBA; 115/2009, de 12 de Outubro). Dada a escassez de estudo nesta &#xE1;rea, considerou-se importante dar um contributo para a compreens&#xE3;o deste fen&#xF3;meno, tendo-se estabelecido como principais objectivos tentar compreender a representa&#xE7;&#xE3;o das SP para os reclusos; perceber qual o uso que reclusos fazem destas licen&#xE7;as; e quais as raz&#xF5;es que estes identificam como principais motivadoras para o regresso e n&#xE3;o regresso ao EP ap&#xF3;s o seu benef&#xED;cio. Para o alcance destes objectivos, inicialmente procedeu-se a um estudo preliminar tendo sido concretizadas e analisadas entrevistas semi-estruturadas a um grupo de 16 sujeitos, 8 reclusos e 8 t&#xE9;cnicos. As informa&#xE7;&#xF5;es recolhidas nesta fase viabilizaram o decurso do segundo momento, a constru&#xE7;&#xE3;o e aplica&#xE7;&#xE3;o de um question&#xE1;rio a uma amostra de 156 reclusos. Ap&#xF3;s a recolha, os dados foram submetidos a uma an&#xE1;lise estat&#xED;stica. Os resultados do estudo permitiram compreender que as SP assumem-se para os reclusos sobretudo como um acontecimento com um car&#xE1;cter s&#xF3;cio-familiar e jur&#xED;dico-legal e s&#xE3;o utilizadas principalmente para conviver com os familiares, permanecer perto de casa, realizar actividades por norma impratic&#xE1;veis e demonstrar aos outros a mudan&#xE7;a operada por meio do tratamento prisional. O desejo em ultrapassar a reclus&#xE3;o e retomar a vida livre, a no&#xE7;&#xE3;o de cumprir o dever e o intuito em continuar a beneficiar de SP e alcan&#xE7;ar outras medidas no EP s&#xE3;o os principais impulsionadores do seu regresso atempado ap&#xF3;s a SP. No que toca &#xE0;s situa&#xE7;&#xF5;es de aus&#xEA;ncia ileg&#xED;tima, os reclusos admitem estarem subjacentes motivos familiares e situa&#xE7;&#xF5;es ditas imprevistas. A an&#xE1;lise comparativa entre o grupo de reclusos que sempre regressou de SP (GR) e o grupo de reclusos que j&#xE1; regista pelo menos uma aus&#xEA;ncia ileg&#xED;tima (GNR), por um lado permitiu apreender a associa&#xE7;&#xE3;o entre algumas vari&#xE1;veis s&#xF3;cio-demogr&#xE1;ficas, jur&#xED;dico-legais e alusivas &#xE0;s SP. Por outro lado, foram encontradas diferen&#xE7;as estatisticamente significativas no que diz respeito &#xE0; representa&#xE7;&#xE3;o das SP.</subfield>
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    <subfield code="a">REGIME PENITENCI&#xC1;RIO</subfield>
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    <subfield code="a">SAN&#xC7;&#xC3;O PENAL</subfield>
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