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    <subfield code="a">Pol&#xED;tica &#xFA;nica de asilo na Uni&#xE3;o Europeia</subfield>
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    <subfield code="f">Jos&#xE9; Noronha Rodrigues</subfield>
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    <subfield code="a">Santiago de Compostela</subfield>
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    <subfield code="a">1 CD-ROM</subfield>
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    <subfield code="a">Tese apresentada no "Departamento de Derecho P&#xFA;blico e Teoria del Estado" da Faculdade de Direito da Universidade de Santiago de Compostela para obten&#xE7;&#xE3;o do grau de Doutor em Direito, sob a orienta&#xE7;&#xE3;o de Maria Teresa Ponte Iglesias e Maria Isabel Lirola Delgado. Ficheiro de 54,4 MB em formato PDF (657 p.). Dispon&#xED;vel tamb&#xE9;m atrav&#xE9;s de: https://dspace.usc.es/handle/10347/8870. Acedido a 14 de Outubro de 2013.</subfield>
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    <subfield code="a">Agradecimentos. Resumo. Abstract. Abreviaturas. Introdu&#xE7;&#xE3;o. CAP&#xCD;TULO I: Observa&#xE7;&#xF5;es preliminares sobre a institui&#xE7;&#xE3;o do asilo. 1. O asilo numa perspectiva hist&#xF3;rica. 2. Uma aproxima&#xE7;&#xE3;o conceptual ao &#x201C;direito de asilo&#x201D; como instrumento universal ao servi&#xE7;o dos direitos humanos fundamentais do individuo. 2.1. Natureza jur&#xED;dica e elementos caracter&#xED;sticos do asilo. 2.2. Classe de asilo. 2.2.1. O asilo territorial. 2.2.2. O asilo diplom&#xE1;tico. 2.2.3. O asilo neutral. 2.3. Asilo, ref&#xFA;gio e outras formas de protec&#xE7;&#xE3;o internacional: relacionamento e diferen&#xE7;as conceptuais. 3. A institui&#xE7;&#xE3;o do asilo na ordem jur&#xED;dica internacional: instrumentos e limites.3.1. Os desenvolvimentos do direito de asilo no &#xE2;mbito universal. A Declara&#xE7;&#xE3;o das Na&#xE7;&#xF5;es Unidas sobre o Asilo Territorial. 3.1.1 A Declara&#xE7;&#xE3;o Universal dos Direitos do Homem. 3.1.2. A Conven&#xE7;&#xE3;o de Genebra relativa ao Estatuto de Refugiados. 3.1.3. A Declara&#xE7;&#xE3;o das Na&#xE7;&#xF5;es Unidas sobre o Asilo Territorial. 3.2. A regula&#xE7;&#xE3;o do asilo no &#xE2;mbito regional. Especial refer&#xEA;ncia &#xE0; Am&#xE9;rica Latina. 3.2.1. Conselho de Europa e o instituto de asilo. 3.2.2. O instituto de asilo no &#xE2;mbito africano. 3.2.3. O direito de asilo na Am&#xE9;rica Latina. 3.2.3.1. Os primeiros desenvolvimentos. 3.2.3.2. As Conven&#xE7;&#xF5;es de Caracas de 1954. 3.2.3.2.1. A Conven&#xE7;&#xE3;o sobre Asilo Diplom&#xE1;tico. 3.2.3.2.2 A Conven&#xE7;&#xE3;o sobre Asilo Territorial. Considera&#xE7;&#xF5;es finais. CAP&#xCD;TULO II: O direito de asilo no processo de integra&#xE7;&#xE3;o europeia. 2.1. Introdu&#xE7;&#xE3;o. 2.2. A primeira gera&#xE7;&#xE3;o do processo de harmoniza&#xE7;&#xE3;o do asilo &#x2013; dos tratados constitutivos &#xE0; conven&#xE7;&#xE3;o de aplica&#xE7;&#xE3;o do Acordo Schengen, de 1990. 2.2.1. A aparente incurs&#xE3;o pelas problem&#xE1;ticas de asilo nos Tratados Constitutivos das Comunidades Europeias &#x2013; De Paris ao Acto &#xDA;nico Europeu. 2.2.2. A coopera&#xE7;&#xE3;o intergovernamental e a gradual consciencializa&#xE7;&#xE3;o dos estados membros para a problem&#xE1;tica de asilo. 2.2.2.1. A encruzilhada que propiciou a coopera&#xE7;&#xE3;o intergovernamental dos Estados da Europa no &#xE2;mbito da justi&#xE7;a e assuntos internos. 2.2.2.2. O Acordo Schengen e a aparente insensibilidade dos Estados aderentes para as quest&#xF5;es de asilo. 2.2.2.3. A Conven&#xE7;&#xE3;o de Dublim: um instrumento de supress&#xE3;o dos &#x201C;left-over&#x201D; da Conven&#xE7;&#xE3;o de Genebra relativa aos estatutos de refugiados, de 1951 e do Protocolo Adicional de Nova Iorque, de 1967. 2.2.2.4. A Conven&#xE7;&#xE3;o de Aplica&#xE7;&#xE3;o do Acordo de Schengen: uma c&#xF3;pia melhorada da Conven&#xE7;&#xE3;o de Dublim de 15 de Junho, de 1990. 2.3. A segunda gera&#xE7;&#xE3;o do processo de harmoniza&#xE7;&#xE3;o de asilo &#x2013; da qualifica&#xE7;&#xE3;o de interesse comum de asilo em Maastricht &#xE0;s resolu&#xE7;&#xF5;es de Londres e diplomas conexos. 2.3.1. Uma nova perspectiva da problem&#xE1;tica de asilo com o Tratado da Uni&#xE3;o Europeia de Maastricht. 2.3.2. As resolu&#xE7;&#xF5;es de Londres e a delimita&#xE7;&#xE3;o dos conceitos de: &#x201C;pedido de asilo manifestamente infundados&#x201D;, &#x201C;pa&#xED;ses terceiros de acolhimento&#x201D; e &#x201C;pa&#xED;ses sem risco s&#xE9;rio de persegui&#xE7;&#xE3;o&#x201D;. 2.3.3. Outros aspectos conexos com as pol&#xED;ticas de asilo tratados no seio da CJAI. 2.3.3.1. Os princ&#xED;pios directores do modelo de acordo bilateral de readmiss&#xE3;o entre um Estado-membro e um pa&#xED;s terceiro. 2.3.3.2. As garantias m&#xED;nimas aplic&#xE1;veis aos processos de asilo. 2.3.3.3. A reparti&#xE7;&#xE3;o dos encargos decorrentes do acolhimento e da estadia tempor&#xE1;ria das pessoas deslocadas. 2.3.3.4. O procedimento de alerta e de emerg&#xEA;ncia para a reparti&#xE7;&#xE3;o dos encargos decorrentes do acolhimento e da estadia tempor&#xE1;ria das pessoas deslocadas e a aplica&#xE7;&#xE3;o harmonizada da defini&#xE7;&#xE3;o do termo &#xAB;refugiado&#xBB; na acep&#xE7;&#xE3;o do artigo 1&#xBA; da Conven&#xE7;&#xE3;o de Genebra de 28 de Julho de 1951 relativa ao estatuto dos refugiados. 2.3.3.5. Os menores n&#xE3;o acompanhados nacionais de pa&#xED;ses terceiros. 2.4. A terceira gera&#xE7;&#xE3;o do processo de harmoniza&#xE7;&#xE3;o do asilo &#x2013; da comunitariza&#xE7;&#xE3;o do asilo com o Tratado de Amesterd&#xE3;o &#xE0; consagra&#xE7;&#xE3;o de uma pol&#xED;tica comum de asilo no Tratado de Lisboa. 2.4.1. A comunitariza&#xE7;&#xE3;o do asilo com o Tratado de Amesterd&#xE3;o. 2.4.2. A fissura do Protocolo Aznar com os pedidos de asilo de nacionais de Estados-membros da Uni&#xE3;o Europeia. 2.4.3. Rumo a uma Pol&#xED;tica Comum de Asilo na Uni&#xE3;o Europeia &#x2013; O Plano de Ac&#xE7;&#xE3;o de Viena e os Marcos de Tampere. 2.4.4. O Tratado de Nice e as mudan&#xE7;as no processo de adop&#xE7;&#xE3;o de decis&#xF5;es em mat&#xE9;ria de asilo. 2.4.5. A inclus&#xE3;o do direito de asilo na Carta dos Direitos Fundamentais da Uni&#xE3;o Europeia. 2.4.6. O Tratado de Lisboa e a consagra&#xE7;&#xE3;o da Pol&#xED;tica Comum em mat&#xE9;ria de asilo. Considera&#xE7;&#xF5;es finais. CAP&#xCD;TULO III: Elementos de uma pol&#xED;tica comum de asilo na Uni&#xE3;o Europeia &#x2013; Medidas e instrumentos jur&#xED;dicos. 3.1. Introdu&#xE7;&#xE3;o. 3.2. O Sistema Europeu Comum de Asilo. 3.2.1. Considera&#xE7;&#xF5;es gerais. 3.2.2. Os direitos m&#xED;nimos de protec&#xE7;&#xE3;o tempor&#xE1;ria em caso de afluxo maci&#xE7;o de pessoas deslocadas. 3.2.3. Os direitos m&#xED;nimos em mat&#xE9;ria de acolhimento. 3.2.4. Os crit&#xE9;rios e mecanismos de determina&#xE7;&#xE3;o do Estado-membro respons&#xE1;vel pela an&#xE1;lise de um pedido de asilo, apresentado num dos Estados-membros por um nacional de um pa&#xED;s terceiro: O sistema Dublim II. 3.2.5. O direito de reagrupamento familiar e o modelo uniforme de t&#xED;tulo de resid&#xEA;ncia para os nacionais de pa&#xED;ses terceiros. 3.2.6. Os direitos m&#xED;nimos sobre a protec&#xE7;&#xE3;o internacional &#x2013; o estatuto de refugiado e o estatuto de protec&#xE7;&#xE3;o subsidi&#xE1;ria. 3.2.7. Os direitos m&#xED;nimos aplic&#xE1;veis ao procedimento de concess&#xE3;o e retirada do estatuto de refugiado nos Estados-membros. 3.3. O tratamento equitativo dos nacionais de pa&#xED;ses terceiros: o fundo europeu para os refugiados e o reconhecimento m&#xFA;tuo de decis&#xF5;es de afastamento de nacionais de pa&#xED;ses terceiros. 3.4. A gest&#xE3;o comum dos fluxos migrat&#xF3;rios: o Sistema EURODAC e os programas ARGO e AENEAS. 3.4.1. Considera&#xE7;&#xF5;es gerais. 3.4.2. O sistema EURODAC &#x2013; mecanismo embrion&#xE1;rio suscept&#xED;vel de favorecer a implementa&#xE7;&#xE3;o de uma pol&#xED;tica &#xFA;nica de asilo na Uni&#xE3;o Europeia. 3.4.3. O Programa ARGO &#x2013; a oportunidade perdida de um estudo s&#xE9;rio sobre as vantagens de uma pol&#xED;tica &#xFA;nica de asilo na Uni&#xE3;o Europeia. 3.4.4. O Programa AENEAS &#x2013; um modelo eficaz de redu&#xE7;&#xE3;o da press&#xE3;o migrat&#xF3;ria na Uni&#xE3;o Europeia. 3.5. A parceria com os pa&#xED;ses de origem atrav&#xE9;s de instrumentos de financiamento da coopera&#xE7;&#xE3;o para o desenvolvimento. Considera&#xE7;&#xF5;es finais. CAP&#xCD;TULO IV: Rumo &#xE0; uniformiza&#xE7;&#xE3;o das pol&#xED;ticas de asilo na Uni&#xE3;o Europeia. 4.1.Introdu&#xE7;&#xE3;o. 4.2. A necessidade de uniformizar as pol&#xED;ticas de asilo na Uni&#xE3;o Europeia: Reflex&#xF5;es a luz da pr&#xE1;tica. 4.3. O desenho de uma pol&#xED;tica &#xFA;nica de asilo na EU. 4.3.1. O Livro Verde sobre o Futuro Sistema Europeu Comum de Asilo e o espa&#xE7;o de protec&#xE7;&#xE3;o &#xFA;nico para os refugiados. 4.3.2. O Plano de Ac&#xE7;&#xE3;o em mat&#xE9;ria de Asilo &#x2013; Um verdadeiro plano para a uniformiza&#xE7;&#xE3;o das Pol&#xED;ticas de Asilo na EU. 4.3.3. O Pacto Europeu sobre Imigra&#xE7;&#xE3;o e Asilo e a edifica&#xE7;&#xE3;o de uma Europa de asilo. 4.3.4. O Programa Estocolmo e seu Plano de Ac&#xE7;&#xE3;o &#x2013; a introspec&#xE7;&#xE3;o valorativa dos instrumentos jur&#xED;dicos, anteriormente, adoptados e a projec&#xE7;&#xE3;o a novas pol&#xED;ticas de asilo para o s&#xE9;culo XXI. 4.4. O funcionamento de uma pol&#xED;tica &#xFA;nica de asilo:elementos j&#xE1; existentes e propostas de futuro. 4.4.1. Considera&#xE7;&#xF5;es gerais. 4.4.2. Organismos de gest&#xE3;o: o papel do G.E.A.A. e as Ag&#xEA;ncias de apoio. 4.4.2.1. A Ag&#xEA;ncia FRONTEX e a fronteira externa &#xFA;nica de asilo da Uni&#xE3;o Europeia. 4.4.2.1.1. Regime jur&#xED;dico da Ag&#xEA;ncia FRONTEX. 4.4.2.1.2. A interconex&#xE3;o da Ag&#xEA;ncia FRONTEX com o instituto de asilo. 4.4.2.2. A Ag&#xEA;ncia FRA e a monitoriza&#xE7;&#xE3;o e a promo&#xE7;&#xE3;o dos Direitos Fundamentais da Uni&#xE3;o Europeia. 4.4.2.2.1. Regime jur&#xED;dico da Ag&#xEA;ncia FRA. 4.4.2.2.2. A interconex&#xE3;o da Ag&#xEA;ncia FRA com o instituto de asilo. 4.4.2.3 O G.E.A.A. &#x2013; O Organismo Europeu ideal para a implementa&#xE7;&#xE3;o de uma pol&#xED;tica &#xFA;nica de asilo na Uni&#xE3;o Europeia. 4.4.3. Os mecanismos de transmiss&#xE3;o de informa&#xE7;&#xE3;o. A Rede Europeia das Migra&#xE7;&#xF5;es e a proposta de cria&#xE7;&#xE3;o de uma interface &#x201C;E@ASYLUM&#x201D;. 4.4.3.1. A Rede Europeia das Migra&#xE7;&#xF5;es uma c&#xF3;pia adaptada do Sistema de Informa&#xE7;&#xE3;o Schengen e um tubo de ensaio ideal para a implementa&#xE7;&#xE3;o de uma pol&#xED;tica &#xFA;nica de asilo. 4.4.3.2. A proposta de cria&#xE7;&#xE3;o de uma interface &#x201C;e@asylum&#x201D;. 4.4.3.3. </subfield>
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    <subfield code="a">A oportunidade de uma Proposta de Regulamento que estabele&#xE7;a uma Pol&#xED;tica &#xDA;nica de Asilo. Considera&#xE7;&#xF5;es finais. ANEXO: Texto da proposta Regulamento (UE) n&#xBA;&#x2026;/2012 do Parlamento Europeu e do Conselho de &#x2026;.de 2012 que estabelece uma Pol&#xED;tica &#xDA;nica de Asilo na Uni&#xE3;o Europeia. Conclus&#xF5;es finais. Conclusiones finales. Bibliografia.</subfield>
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