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    <subfield code="a">Direito constitucional angolano</subfield>
    <subfield code="f">J&#xF3;natas E. M. Machado, Paulo Nogueira da Costa, Esteves Carlos Hil&#xE1;rio</subfield>
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    <subfield code="a">ISBN da 1.&#xAA; edi&#xE7;&#xE3;o: 978-972-32-1989-0.</subfield>
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    <subfield code="a">Nota pr&#xE9;via &#xE0; segunda edi&#xE7;&#xE3;o. CAP&#xCD;TULO I - DIREITO P&#xDA;BLICO E DIREITO CONSTITUCIONAL. 1. O Direito P&#xFA;blico e o Direito Privado. 1.1. Origem da distin&#xE7;&#xE3;o. 1.2. Crit&#xE9;rios da distin&#xE7;&#xE3;o. 1.3. Obje&#xE7;&#xF5;es &#xE0;s diferentes teorias. 1.4. Valor relativo da distin&#xE7;&#xE3;o entre direito p&#xFA;blico e direito privado. 2. Dois problemas fundamentais do Direito P&#xFA;blico. 2.1. O conceito de Estado. 2.2. A relativiza&#xE7;&#xE3;o do conceito de Estado. CAP&#xCD;TULO II - O ADVENTO DO CONSTITUCIONALISMO LIBERAL. 1. A emerg&#xEA;ncia do constitucionalismo moderno. 2. Constitucionalismo e luta pela limita&#xE7;&#xE3;o do poder pol&#xED;tico. 2.1. Argumentos de refor&#xE7;o do poder do Monarca. 2.2. A tradi&#xE7;&#xE3;o de limita&#xE7;&#xE3;o do poder pol&#xED;tico. 3. As primeiras experi&#xEA;ncias constitucionais. 3.1. A heran&#xE7;a inglesa. 3.2. A heran&#xE7;a americana. 3.3. A heran&#xE7;a francesa. CAP&#xCD;TULO III - O PODER CONSTITUINTE. 1. Enquadramento geral. 2. Primeiros suportes te&#xF3;ricos do poder constituinte. 3. A teoriza&#xE7;&#xE3;o de Emmanuel Siey&#xE8;s. 4. As diverg&#xEA;ncias quanto &#xE0; titularidade do poder constituinte. 5. Principais procedimentos constituintes. 6. Problem&#xE1;tica atual do poder constituinte. 6.1. O poder constituinte do p&#xF3;s-II Guerra Mundial. 6.2. Juridicidade do poder constituinte. 6.3. Legitimidade do poder constituinte. 6.4. Limites ao poder constituinte origin&#xE1;rio. 7. O poder constituinte no constitucionalismo portugu&#xEA;s. 7.1. Procedimento constituinte derivado da Lei constitucional de 1975. 7.2. Procedimento constituinte da II Rep&#xFA;blica. CAP&#xCD;TULO IV - O DIREITO CONSTITUCIONAL. 1. Conceitos de Constitui&#xE7;&#xE3;o. 1.1. Constitui&#xE7;&#xE3;o material. 1.2. Constitui&#xE7;&#xE3;o formal. 1.3. Constitui&#xE7;&#xE3;o normativa. 1.4. Constitui&#xE7;&#xE3;o instrumental. 1.5. Constitui&#xE7;&#xE3;o real ou sociol&#xF3;gica. 2. Fun&#xE7;&#xF5;es da Constitui&#xE7;&#xE3;o. 2.1. Integra&#xE7;&#xE3;o social. 2.2. Prote&#xE7;&#xE3;o dos direitos fundamentais. 2.3. Organiza&#xE7;&#xE3;o Estadual. 2.4. Dire&#xE7;&#xE3;o pol&#xED;tica. 2.5. Estrutura&#xE7;&#xE3;o do ordenamento jur&#xED;dico. 3. Caracter&#xED;sticas da Constitui&#xE7;&#xE3;o. CAP&#xCD;TULO V - INTERPRETA&#xC7;&#xC3;O CONSTITUCIONAL. 1. A hermen&#xEA;utica constitucional. 2. A hermen&#xEA;utica cl&#xE1;ssica. 2.1. Elemento textual (literal, gramatical). 2.2. Elemento l&#xF3;gico-sistem&#xE1;tico. 2.3. Elemento hist&#xF3;rico. 2.4. Elemento teleol&#xF3;gico-racional. 3. A interpreta&#xE7;&#xE3;o constitucional entre a autoconten&#xE7;&#xE3;o e o ativismo judicial. 4. A crise da hermen&#xEA;utica cl&#xE1;ssica. 4.1. Viragem hermen&#xEA;utica. 4.2. Desafios e oportunidades interpretativas. 5. Conceitos met&#xF3;dicos operativos. 5.1. A norma constitucional. 5.1.1. Preceito normativo e norma. 5.1.2. Regras e princ&#xED;pios. 5.1.3. &#xC2;mbito normativo e programa normativo. 5.1.4. Norma de direitos fundamentais. 6. Princ&#xED;pios de interpreta&#xE7;&#xE3;o constitucional. 6.1. Princ&#xED;pio da unidade da Constitui&#xE7;&#xE3;o. 6.2. Princ&#xED;pio da m&#xE1;xima efetividade. 6.3. Princ&#xED;pio da concord&#xE2;ncia pr&#xE1;tica. 6.4. Princ&#xED;pio do efeito integrador. 6.5. Princ&#xED;pio da conformidade funcional. 7. Interpreta&#xE7;&#xE3;o das leis conforme a Constitui&#xE7;&#xE3;o. 8. Os agentes da interpreta&#xE7;&#xE3;o constitucional. 8.1. A comunidade aberta dos int&#xE9;rpretes da Constitui&#xE7;&#xE3;o. 8.2. Os &#xF3;rg&#xE3;os constitucionais de soberania. 8.3. O car&#xE1;cter dial&#xF3;gico da interpreta&#xE7;&#xE3;o. CAP&#xCD;TULO VI - A CONSTITUI&#xC7;&#xC3;O ANGOLANA DE 2010. 1. A Constitui&#xE7;&#xE3;o como sistema aberto de valores, princ&#xED;pios e regras. 2. Densidade e abertura das normas constitucionais. 2.1. Tipologia dos princ&#xED;pios. 2.2. Tipologia de regras. 2.3. Diferentes graus de densidade e abertura. CAP&#xCD;TULO VII - PRINC&#xCD;PIO DO ESTADO DE DIREITO. 1. Origem e desenvolvimento hist&#xF3;rico. 2. Elementos formais e materiais de caracteriza&#xE7;&#xE3;o. 3. Subprinc&#xED;pios concretizadores do princ&#xED;pio do Estado de Direito. 3.1. Igualdade. 3.2. Proporcionalidade em sentido amplo ou proibi&#xE7;&#xE3;o do excesso. 3.3. Seguran&#xE7;a jur&#xED;dica e prote&#xE7;&#xE3;o da confian&#xE7;a dos cidad&#xE3;os. 3.3.1. Sentido geral. 3.3.2. Publicidade. 3.3.3. Proibi&#xE7;&#xE3;o dos pr&#xE9;-efeitos dos atos normativos. 3.3.4. Precis&#xE3;o, clareza e determinabilidade das leis. 3.3.5. Consist&#xEA;ncia interna do ordenamento jur&#xED;dico. 3.3.6. Intangibilidade do caso julgado. 3.3.7. Calculabilidade e previsibilidade. 3.3.8. A problem&#xE1;tica da retroatividade das leis. 3.4. Legalidade da Administra&#xE7;&#xE3;o. 3.4.1. Aspetos gerais. 3.4.2. Preval&#xEA;ncia da lei. 3.4.3. Preced&#xEA;ncia da lei. 3.4.4. Reserva de lei. 3.5. Legalidade da administra&#xE7;&#xE3;o da justi&#xE7;a. 3.6. Prote&#xE7;&#xE3;o jur&#xED;dica e tutela jurisdicional efetiva. 3.7. Responsabilidade do Estado. CAP&#xCD;TULO VIII - PRINC&#xCD;PIO DEMOCR&#xC1;TICO. 1. Desenvolvimento hist&#xF3;rico da democracia. 2. A democracia como direito fundamental. 3. Teorias da democracia. 4. Conceito constitucional de democracia. 4.1. Democracia representativa. 4.1.1. Parlamentarismo. 4.1.2. Sufr&#xE1;gio e representa&#xE7;&#xE3;o. 4.1.3. Sistemas eleitorais. 4.1.4. Partidos pol&#xED;ticos. 4.2. Democracia semidirecta: o referendo. 4.2.1. Antecedentes hist&#xF3;ricos. 4.2.2. A teoria pol&#xED;tica do referendo. 4.2.3. O referendo nacional na Constitui&#xE7;&#xE3;o angolana de 2010. 4.3. Democracia local. 4.3.1. Descentraliza&#xE7;&#xE3;o administrativa. 4.3.2. Autarquias Locais. 4.3.3. Institui&#xE7;&#xF5;es do poder tradicional. 4.4. Democracia participativa. 4.5. Princ&#xED;pio democr&#xE1;tico e fun&#xE7;&#xE3;o jurisdicional. 4.6. Democracia comunicativa. 4.7. Princ&#xED;pio democr&#xE1;tico e procedimento administrativo. 4.8. Para al&#xE9;m do princ&#xED;pio democr&#xE1;tico. CAP&#xCD;TULO IX - PRINC&#xCD;PIO REPUBLICANO. 1. Angola como rep&#xFA;blica soberana. 2. A &#x201C;respublica&#x201D; na hist&#xF3;ria das ideias pol&#xED;ticas. 3. A Rep&#xFA;blica e o Estado constitucional. 4. O princ&#xED;pio republicano na Constitui&#xE7;&#xE3;o. CAP&#xCD;TULO X - PRINC&#xCD;PIO DO ESTADO SOCIAL. 1. O sentido hist&#xF3;rico do princ&#xED;pio. 2. O Estado social na Constitui&#xE7;&#xE3;o angolana de 2010. 2.1. Democracia econ&#xF3;mica, social e cultural. 2.2. Direitos econ&#xF3;micos, sociais e culturais. 2.3. Rela&#xE7;&#xE3;o com os direitos, liberdades e garantias. 2.4. Interven&#xE7;&#xE3;o do Estado na economia. CAP&#xCD;TULO XI - PRINC&#xCD;PIO DO ESTADO AMBIENTAL. 1. Sentido do Estado ambiental. 2. O Estado ambiental como princ&#xED;pio em desenvolvimento. 3. Estado ambiental e princ&#xED;pios estruturantes. CAP&#xCD;TULO XII - DIREITOS FUNDAMENTAIS. 1. Introdu&#xE7;&#xE3;o. 2. Desenvolvimento hist&#xF3;rico. 3. Gera&#xE7;&#xF5;es de direitos fundamentais. 4. Direitos fundamentais e direitos humanos. 5. A Dignidade da Pessoa Humana. 6. O conceito de direito fundamental. 7. Os direitos fundamentais na Constitui&#xE7;&#xE3;o de 2010. 8. Titularidade dos direitos fundamentais. 8.1. Indiv&#xED;duos. 8.2. Pessoas coletivas. 8.3. Estrangeiros. 9. Destinat&#xE1;rios dos direitos fundamentais. 10. As fun&#xE7;&#xF5;es dos direitos fundamentais. 10.1. Fun&#xE7;&#xE3;o subjetiva: direitos subjetivos p&#xFA;blicos. 10.2. Fun&#xE7;&#xE3;o objetiva: elementos objetivamente conformadores da ordem jur&#xED;dica. 11. Tipos de direitos fundamentais. 11.1. Direitos de liberdade. 11.2. Direitos de igualdade. 11.3. Direitos processuais. 11.4. Direitos pol&#xED;ticos e de participa&#xE7;&#xE3;o. 11.5. Direitos sociais. 12. A interpreta&#xE7;&#xE3;o dos direitos fundamentais. 13. Direitos fundamentais, direitos humanos e interpreta&#xE7;&#xE3;o constitucional. 14. O regime geral dos direitos fundamentais. 14.1. Princ&#xED;pio da cl&#xE1;usula aberta. 14.2. Princ&#xED;pio da universalidade. 14.3. Princ&#xED;pio da igualdade. 14.4. Princ&#xED;pio do Estado de Direito. 15. Os Direitos, liberdades e garantias. 16. Os direitos an&#xE1;logos aos direitos, liberdades e garantias. 17. Regime espec&#xED;fico dos direitos, liberdades e garantias. 17.1. Aplicabilidade direta. 17.2. Vincula&#xE7;&#xE3;o das entidades p&#xFA;blicas. 17.3. Vincula&#xE7;&#xE3;o das entidades privadas. 18. Restri&#xE7;&#xF5;es aos direitos, liberdades e garantias. 18.1. A restri&#xE7;&#xE3;o como compress&#xE3;o legal do &#xE2;mbito de prote&#xE7;&#xE3;o. 18.2. Requisitos formais da restri&#xE7;&#xE3;o. 18.3. Requisitos materiais de restri&#xE7;&#xE3;o. 18.3.1. O princ&#xED;pio da proibi&#xE7;&#xE3;o do excesso. 18.3.2. Generalidade e abstra&#xE7;&#xE3;o. 18.3.3. Proibi&#xE7;&#xE3;o de retroatividade. 18.3.4. Salvaguarda do conte&#xFA;do essencial. 18.3.5. Casos especiais de restri&#xE7;&#xE3;o. 19. Conflitos de direitos fundamentais. 20. Direitos econ&#xF3;micos, sociais e culturais. 20.1. Desenvolvimento hist&#xF3;rico. 20.2. Discuss&#xE3;o pol&#xED;tico-constitucional. 20.3. Caracteriza&#xE7;&#xE3;o estrutural. 21. Um regime espec&#xED;fico para os direitos econ&#xF3;micos sociais e culturais. 21.1. Natureza jur&#xED;dica dos direitos econ&#xF3;micos, sociais e culturais. 21.2. Tra&#xE7;os de um poss&#xED;vel regime espec&#xED;fico dos direitos econ&#xF3;micos, sociais e culturais. 22. Meios de defesa dos direitos fundamentais. 22.1. Meios de defesa jurisdicionais. 22.1.1. </subfield>
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    <subfield code="a">O direito de acesso aos tribunais e a uma tutela jurisdicional efetiva. 22.1.2. Do direito de a&#xE7;&#xE3;o popular. 22.1.3. A a&#xE7;&#xE3;o de responsabilidade. 22.1.4. Direito a suscitar a quest&#xE3;o da inconstitucionalidade. 22.1.5. Habeas corpus. 22.1.6. Habeas data. 22.2. Meios de defesa n&#xE3;o jurisdicionais. 22.2.1. Direito de peti&#xE7;&#xE3;o. 22.2.2. Direitos e garantias dos cidad&#xE3;os perante a Administra&#xE7;&#xE3;o. 22.3. Prote&#xE7;&#xE3;o Internacional. 22.4. Mecanismos universais de prote&#xE7;&#xE3;o. 22.5. Mecanismos regionais de prote&#xE7;&#xE3;o. CAP&#xCD;TULO XIII - A ESTRUTURA INSTITUCIONAL DO ESTADO. 1. O princ&#xED;pio da separa&#xE7;&#xE3;o de poderes. 1.1. Subst&#xE2;ncia e estrutura no Direito constitucional. 1.2. Origem do princ&#xED;pio da separa&#xE7;&#xE3;o de poderes. 1.3. Significado jur&#xED;dico-constitucional. 1.4. Formas de separa&#xE7;&#xE3;o. 2. Os sistemas de governo. 2.1. O sistema presidencial. 2.2. O sistema parlamentar. 2.3. O sistema semipresidencial  - o modelo franc&#xEA;s. 2.3.1. Caracteriza&#xE7;&#xE3;o geral. 2.3.2. O Presidente da Rep&#xFA;blica. 2.3.3. O Governo. 2.3.4. O Parlamento. 2.4. O sistema misto parlamentar-presidencial &#x2013; o modelo portugu&#xEA;s. 2.4.1. Caracteriza&#xE7;&#xE3;o geral. 2.4.2. Estrutura e fun&#xE7;&#xE3;o dos &#xF3;rg&#xE3;os de soberania. 2.4.3. Interdepend&#xEA;ncia institucional. 3. O sistema de governo angolano. 4. Os &#xF3;rg&#xE3;os constitucionais de soberania. 4.1. O Presidente da Rep&#xFA;blica. 4.1.1. Posi&#xE7;&#xE3;o Jur&#xED;dico-Constitucional. 4.1.2. Estatuto do Presidente da Rep&#xFA;blica. 4.1.3. Os poderes do Presidente da Rep&#xFA;blica. 4.1.4. &#xD3;rg&#xE3;os auxiliares do Presidente da Rep&#xFA;blica. 4.1.5. Os atos do Presidente da Rep&#xFA;blica. 4.2. A Assembleia Nacional. 4.2.1. Posi&#xE7;&#xE3;o jur&#xED;dico-constitucional. 4.2.2. Compet&#xEA;ncias e fun&#xE7;&#xF5;es. 4.2.3. Estatuto dos Deputados. 4.3. Os Tribunais. 4.3.1. Fun&#xE7;&#xE3;o jurisdicional. 4.3.2. Princ&#xED;pios fundamentais. 4.3.3. O Tribunal Constitucional. 4.3.4. O Tribunal Supremo. 4.3.5. O Tribunal de Contas. 4.3.6. O Supremo Tribunal Militar. 5. Outros &#xF3;rg&#xE3;os constitucionais. 5.1. Os &#xF3;rg&#xE3;os auxiliares do Presidente da Rep&#xFA;blica. 5.1.1. Vice-Presidente da Rep&#xFA;blica. 5.1.2. Conselho de Ministros. 5.1.3. Conselho da Rep&#xFA;blica. 5.1.4. Conselho de Seguran&#xE7;a Nacional. 5.2. O Conselho Superior da Magistratura Judicial. 5.3. A Procuradoria-Geral da Rep&#xFA;blica. 5.3.1. Caracteriza&#xE7;&#xE3;o geral. 5.3.2. O Minist&#xE9;rio P&#xFA;blico. 5.3.3. O Conselho Superior da Magistratura do Minist&#xE9;rio P&#xFA;blico. 5.3.4. A Procuradoria Militar. 5.4. Outros &#xF3;rg&#xE3;os e institui&#xE7;&#xF5;es essenciais &#xE0; justi&#xE7;a. 5.4.1. O Provedor de Justi&#xE7;a. 5.4.2. A advocacia. 5.4.3. Os julgados de paz. 5.5. O Banco Nacional de Angola. 6. Administra&#xE7;&#xE3;o P&#xFA;blica. 6.1. Princ&#xED;pios fundamentais. 6.2. Estrutura da Administra&#xE7;&#xE3;o P&#xFA;blica. 6.3. A Administra&#xE7;&#xE3;o local do Estado. 6.4. A Administra&#xE7;&#xE3;o fiscal. CAP&#xCD;TULO XIV - AS FONTES DE DIREITO. 1. Princ&#xED;pios estruturantes do sistema normativo. 1.1. Princ&#xED;pio da hierarquia. 1.2. Princ&#xED;pio da compet&#xEA;ncia. 2. As Fontes do Direito Interno. 2.1. Os atos legislativos. 2.1.1. Aus&#xEA;ncia de um crit&#xE9;rio material de lei e notas tendencialmente caracterizadoras. 2.1.2. O sentido especificamente constitucional do termo. 2.1.3. A lei no ordenamento constitucional angolano. 2.1.4. As leis da Assembleia Nacional. 2.1.5. Outras leis com valor refor&#xE7;ado. 2.1.6. Os atos legislativos do Presidente da Rep&#xFA;blica. 2.1.7. A aprecia&#xE7;&#xE3;o parlamentar dos atos legislativos do Presidente da Rep&#xFA;blica. 2.2. O Direito internacional. 2.2.1. Desenvolvimento hist&#xF3;rico. 2.2.2. O Direito internacional e o direito interno &#xE0; luz da CRA. 2.2.3. Amizade para com o Direito internacional. 2.2.4. Rece&#xE7;&#xE3;o do Direito internacional geral ou comum. 2.2.5. Rece&#xE7;&#xE3;o do Direito internacional convencional. 2.2.6. Estrutura&#xE7;&#xE3;o hier&#xE1;rquica. 2.2.7. Vincula&#xE7;&#xE3;o internacional do Estado angolano. 2.3. O poder regulamentar. 2.3.1. O fundamento constitucional do poder regulamentar. 2.3.2. Leis e regulamentos. 2.3.3. Congelamento do grau hier&#xE1;rquico. 2.4. O costume. CAP&#xCD;TULO XV - A JUSTI&#xC7;A CONSTITUCIONAL. 1. Desenvolvimento hist&#xF3;rico. 2. Controlo da constitucionalidade em Angola. 2.1. Configura&#xE7;&#xE3;o jur&#xED;dico-constitucional. 2.1.1. Pressupostos. 2.1.2. &#xC1;reas problem&#xE1;ticas t&#xED;picas. 2.1.3. Controlo da constitucionalidade das leis. 2.1.4. Prote&#xE7;&#xE3;o aut&#xF3;noma dos direitos fundamentais.  2.1.5. Controlo da regularidade da forma&#xE7;&#xE3;o dos &#xF3;rg&#xE3;os constitucionais. 2.1.6. Modelos de Justi&#xE7;a Constitucional. 2.2. A atividade de controlo. 2.2.1. O par&#xE2;metro de controlo. 2.2.2. O objeto de controlo. 2.2.3. As opera&#xE7;&#xF5;es de controlo. 2.2.4. As san&#xE7;&#xF5;es do controlo. 2.3. Os princ&#xED;pios processuais do controlo. 2.4. Os modelos de controlo. 2.4.1. Controlo preventivo. 2.4.2. Controlo concreto da constitucionalidade. 2.4.3. Controlo abstrato sucessivo. 2.4.4. Controlo da inconstitucionalidade por omiss&#xE3;o. CAP&#xCD;TULO XVI - A REVIS&#xC3;O DA CONSTITUI&#xC7;&#xC3;O. 1. Considera&#xE7;&#xF5;es gerais. 2. Iniciativa, aprova&#xE7;&#xE3;o e promulga&#xE7;&#xE3;o. 3. Limites.</subfield>
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