03146nam a2200181 4500001000700000100004100007101000800048200019200056210002700248215002000275300028400295330227400579606003702853606001002890606002702900606000902927700002802936391946 a20130711d2012 y0pory50 ba apor aFalso mais falso não há!bRecurso eletrónicoepara a musealização das pinturas e desenhos falsos da Operação "Traço Fino" da Polícia JudiciáriafDiana de Almeida Ramos a[Lisboa]c[s.n.]d2012 a1 CD-ROMd12 cm aTese submetida à Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, no âmbito do Mestrado em Museologia e Museografia, orientada por Alice Nogueira Alves e co-orientada por João Alves Oliveira. Resumo inserto na publicação. Ficheiro de 11,1 MB em formato PDF (179 p.). aEm meados de Agosto de 2010, a Brigada de Obras de Arte da Polícia Judiciária apreendeu, pela primeira vez em Portugal, um conjunto de falsificações artísticas imitando grandes vultos da História da Arte Mundial. A Operação "Traço Fino" e os objectos dela resultantes espelham os contornos mais recentes deste tipo de crime no nosso país. É cada vez mais pertinente e acertado questionar qual o seu estatuto e possível utilização depois de apreendidos. Perante a inexistência quase total de projectos museológicos (permanentes ou temporários) que valorizem este património em crescimento e avizinhando-se a inauguração das novas instalações do Museu de Polícia Judiciária, onde podem ser visitados, em exclusivo, alguns exemplares de falsificações de obras de arte, importa estudar este tipo de produção cada vez mais recorrente, para podermos compreender a natureza e particularidades do fenómeno. Como não é possível musealizar algo que não se conhece, a investigação histórica assume, neste trabalho/projecto, um papel crucial, permitindo apurar (nacional e internacionalmente) não só o aparecimento, desenvolvimento e tipologias da falsificação artística, como também referir e caracterizar, em contexto museológico, os projectos relevantes até à data. Só depois de realizado esse levantamento, estamos em condições de produzir um conjunto de orientações museológicas adaptadas às necessidades e especificidades deste tipo de objectos. Tomando como exemplo as falsificações provenientes da Operação "Traço Fino", programou-se a sua exposição ao público, definindo não só sugestões de apresentação e dinamização, como também salientando a sua imparcialidade do ponto de vista da Incorporação, do Inventário e da Conservação e Restauro. Embora destinada concretamente à musealização do conjunto referido, a proposta apresentada pode servir como modelo para futuras iniciativas envolvendo falsificações de obras de arte, quer em contexto policial, quer em contexto cultural, tendo como objectivo primário a simultânea desmitificação e valorização da Arte Falsa na conjuntura museológica portuguesa. aFALSIFICAÇÃO DE OBRA DE ARTE aMUSEU aPOLÍCIA JUDICIÁRIA aTESE aRAMOSbDiana de Almeida